Risco e incerteza como evitá-los?
Cena I – Depois de anos de trocas juramentadas de amor, o casal decide diante de Deus dar o sim para que essas juras se transformem em amor eterno, diante do tempo sem fim do matrimônio.
Cena II – O casal depois dessa união formalizada diante de Deus o dos homens, copulam e um espermatozóide centrado em se transformar em um ser humano, além de ser o primeiro a chegar ao óvulo, ainda consegue penetrá-lo, onde haverá uma espera por nove meses para que a vida de fato se inicie útero afora.
Cena III – Dois gladiadores da política se defrontam diante do vídeo local este no qual milhões de tele-espectadores estão na torcida de quem vai ganhar aquela batalha eletrônica. Um gladiador representando o que há de jovem, bello, cônscio de sua boa formação acadêmica, destaca que seu oponente, trabalhador, de pouca formação acadêmica, não sabia reconhecer uma simples nota fiscal de uma fatura e que, com aquela barba ameaçadora, teria a coragem de seqüestrar a poupança dos brasileiros.
Cena IV – O empresário acordou de manhã e diante de sua sabedoria baseada na experiência de tantos anos, estaria disposto a fazer uma campanha para ganhar mercado, sem, no entanto, recorrer a nenhum especialista e sim, recorreria ao seu senso comum de anos fazendo a empresa crescer.
Cena V – A seleção brasileira entra em campo com todas as suas estrelas que, reconhecidamente, são os melhores jogadores do mundo, os mais destacados pelos bancos, materiais esportivos e bebidas, todos os dias nas televisões do mundo inteiro. E todos os brasileiros diante de tantos malabarismos desses jogadores, nas telas da tevê, têm a certeza que mais uma taça será trazida para o Brasil.
O que representa o risco para a vida
A palavra risco é datada do Século XVI que destaca o perigo, algo inconveniente, o qual podemos previamente prever. Esses riscos podem ocorrer na saúde por meio de descontroles de nosso organismo, no comércio pela possibilidade de prejuízo, que teria como característica operações bancárias ou atividades empresariais mal executadas. O risco pode ocorrer também por meio de uma má direção veicular, onde o acidente passa a ser provável. O risco político de uma escolha mal feita pela população. O risco de uma má escolha profissional, onde a presença da incompetência se torna eminente, sendo que o profissional em questão não se adequou eficazmente ao tipo de trabalho acordado com o mercado ou junto à empresa contratante.
O que representa a incerteza para a vida
É a total falta da certeza, por ter na tomada de decisão a presença da dúvida, a falta de uma precisão e, portanto, a hesitação no momento exato e posterior a decisão tomada. Pode ser também a presença da indecisão por falta de maiores informações a respeito do assunto a ser tratado. Pode ser também a imprecisão da forma como foi elaborado um planejamento, um plano ou mesmo um objetivo que tenha sido preparado previamente, para ser buscado posteriormente.
Existe muita confusão mental entre o risco e a incerteza
Iniciei esse artigo com cinco cenários diferentes para que se possa diante deles qualificar essa diferença e que todos os que lerem esse artigo reflitam melhor diante do risco e da incerteza. No cenário I, fica ressaltado que a incerteza é o fator que poderá levar o casamento ao fracasso. A incerteza é realmente difícil para todos por se tratar de movimentos que envolvem mais de uma pessoa. Como saber o que está ocorrendo na cabeça de um dos componentes do casal? Impossível, não é mesmo. Por esse motivo temos sempre no matrimônio a presença da incerteza e não do risco. Na Cena II temos a presença apenas do risco, pois, se o casal tomar todas as precauções orgânicas e biológicas, teremos apenas o risco de um filho vir ao mundo com algum tipo de moléstia, porém, a possibilidade de um nascimento saudável será por demais previsível. No entanto, quando ao sucesso desse filho vida afora, será coberto de incertezas, por não terem os seus pais a possibilidade de comandar para todo o sempre a mente dele e ao ter o filho a possibilidade do livre-arbítrio esse ser amado poderá ter ou não sucesso. Essa será a presença constante da incerteza na criação de nossos filhos. Quanto a Cena III os dois gladiadores políticos estavam cobertos da mais pura incerteza, pois, nenhum brasileiro poderia saber o que se passava na cabeça daqueles gladiadores. Apenas sabíamos que eles estavam falando parte da verdade, por ser o processo político algo que não se desvenda a verdade totalmente e sim, parte dele. Na Cena IV temos a presença do risco, por saber o empresário, parte da verdade, ou seja, apenas a sua verdade, mas, não a verdade do mercado, que envolve clientes e concorrentes. Portanto, o risco empresarial é perfeitamente previsível, e quanto mais informações que o empresário tiver sobre sua própria capacidade, a competência de sua empresa diante dos concorrentes e sua afinação com seus clientes, menos riscos ele correrá e como conseqüência mais sucesso ele poderá obter. Na Cena V ela é totalmente voltada à incerteza, por ser o futebol algo que envolve vinte e duas mentes, mais dois técnicos, um batalhão de interesses e bilhões de dólares que permeiam esse que é um dos negócios mais lucrativos do planeta.
Estar atendo ao pensamento do risco do hoje e a incerteza do amanhã
Se lermos atentamente todas as cenas, podermos perceber que todos os riscos são derivativos do momento atual, com pitadas do passado. Ao passo que, a incerteza ocorrerá somente no amanhã. O casamento será um risco até o momento do sim, depois ele passará a ser uma incerteza. O risco de ter uma criança saudável vai até o momento do nascimento, passando pelas fases da criação, porém, quando o jovem chega à adolescência esse movimento operacional da criação passará a ser uma incerteza. Ao elegermos uma eminência política teremos o risco pelo seu passado de atividades dedicada ao eleitor, porém, ao instalá-lo na cadeira da defensoria daqueles que o elegeu, esse ser político será uma incerteza, por depender ele da junção de todos os procedimentos que o manterá ou não no poder. O empresário que estiver antenado com seu movimento financeiro, cônscio de qual o poder de fogo que dispõe para ganhar mercado, o que foi realizado para melhoria das atividades de seus colaboradores e principalmente, o que ele vem evoluindo mentalmente para entender o que pode e o que não pode realizar para o mercado e com o relacionamento com seus clientes, poderá estar atenuando seus riscos, mas, nunca poderá saber das incertezas que outras políticas poderão atacá-lo. E no futebol, apenas teremos a incerteza, por ser esse esporte montado em vinte e duas cabeças que poderão decidir vencer ou perder um jogo de futebol.
Como evitar risco e incerteza
Finalizando o artigo, espero ter ao longo dele ofertado a você caro leitor a resposta. Enfatizo, no entanto que, o risco será sempre probabilisticamente evitado em quase a totalidade. Teremos como garantia prever um plano alternativo para tudo o que foi discutido e a flexibilidade para contornar os riscos que a própria execução apresentar. No que concerne à incerteza, infelizmente, teremos que ter sempre um plano muito bem elaborado para colocar em prática no momento que fomos pegos de ”surpresa” pelo filho que não quiser suceder a tudo o que acreditamos, ao casamento que não era o que esperávamos do outro, ao político que nos enganou, ao movimento de mercado que não teve a reação esperada, ao nosso próprio desenvolvimento que ficou aquém do que o mercado esperava, ou ao fracasso de nossa seleção que poderá sucumbir a outros onze jogadores melhores preparados.
Luiz Carlos Bocatto – Diretor da Estrutura Humana -
Thursday, April 20, 2006
Tuesday, April 11, 2006
Devemos amar nossas empresas?
Devemos ou não amar nossa empresa?
Sempre que faço essa pergunta em meus treinamentos, recebo como resposta algumas afirmações, tais como: meu “chefe” é um insatisfeito; minha empresa não está “nem aí” comigo; lá ninguém se dá “o respeito”; “eles” somente pensam em cobrar; entre outras afirmativas que ouço. A seguir vem a pergunta: como posso amar uma empresa que não me reconhece?
E, quando faço a pergunta para a classe patronal: seus funcionários amam suas empresa? O empresariado também oferece diversas afirmações, como essas: “esse pessoal” se você der o pé eles vão querer o corpo inteiro, se você elogiar eles ficam “mascarados”, se você abrir exceções eles fazem virar regras.
Diante desse cenário contraditório pergunto: como motivar esse pessoal? Paro, olho, penso e depois começo a elaborar respostas, até por que, cada empresa é uma empresa. Tenho visto empresas que sabem estimular pessoas, afinal, ninguém a não ser o “eu-próprio” tem a competência de motivar, ou seja, somente existirá a auto-motivação. Ninguém tem competência para mudar a forma de pensar daqueles que não gostam de reconhecer que a empresa é uma ação de todos, sendo que o capital e o risco ficarão a cargo dos investidores e as funções para os funcionários, mas, o amor pela empresa deve responsabilidade de todos.
Interagir na empresa com a igualdade social e a responsabilidade empresarial
Gosto muito de contar essa história que vivenciei tempos atrás. Eu havia sido convidado para uma festa surpresa, que comemoraria o aniversário de uma pessoa querida de um determinado grupo empresarial. O local seria a casa de um amigo da referida pessoa a ser homenageada. A festa seria realizada em uma área que não possuía cobertura alguma, portanto, sujeito às intempéries do tempo. Segundo a Lei do sargento da aeronáutica americana, Murphy, tudo o que tem que dar errado acaba por dar. E deu! Bastou o lugar não possuir cobertura para que chovesse. E, é claro, choveu cântaros. Diante de tanta chuva recebi um telefonema que, a princípio, acreditava ser o cancelamento da comemoração. Que nada! Era um novo endereço. A festa seria realizada com chuva e tudo, no entanto, em um lugar coberto. Chegando ao novo local, percebi todos convidados em atividades. Uns lavando o chão, outros preparando as mesas, outros preparando os comestíveis. Eu, não me furtei em ajudar, pois, o lugar fora arranjado de ultima hora e precisava de preparação.
Interagir sempre para que todos participem
Porém, comecei a questionar o por quê de tanta ação em pró de um líder que estava para completar vinte e poucos anos? Queria saber se era pura babação-de-ovos, puxa-saquismo ou que outro motivo? A resposta veio simples, rápida e verdadeira. O gerente em questão, era uma pessoa que amava a empresa na qual trabalhava e como se sentia um igual, amava à todos que na empresa trabalhavam e os clientes o amavam também. Todos os que estavam fazendo a festa surpresa, que eram seus comandados, deixaram claro o prazer que era trabalhar sob seu comando e como pregava a igualdade com responsabilidade, todos estavam preparando uma participação empresarial, na qual, todos faziam parte. Percebi então que o estímulo para todo aquele grupo era o aniversário, porém, a motivação era o amor a empresa.
A necessidade de amarmos nossa empresa informalmente
Nem sempre conseguimos um “espírito” informal dentro da empresa. O motivo dessa dificuldade é a diferença humana que existente. Alguns sabem levar a termo essa informalidade, respeitando os limites. Outros não. Tenho pregado que a formalidade seja o instrumento de nosso cotidiano. Pode parecer um pouco de inflexibilidade de minha parte, mas, como pesquisador humano, publiquei anos atrás uma pesquisa que realizei durante três anos. A referida pesquisa oferecia ao mesmo tipo de publico a formalidade. Depois de um ano medi os resultados. Ofereci no ano seguinte um pouco de informalidade e medi os resultados. E no terceiro ano permiti a total informalidade, medindo posteriormente o resultados. A consolidação dos resultados três anos depois demonstrou que melhor tipo de trabalho foi realizado em ambiente de total formalidade. Os resultados obtidos com um pouco de informalidade e total informalidade demonstraram que as pessoas nesses tipos de ambientes ficam dispersas, brincam demais, perdem a noção de onde termina sua liberdade e inicia a do próximo. Portanto, os resultados são realmente ruins. Hoje posso afirmar que, a regra do amor dedicado à nossa empresa deverá ser elaborada em ambiente de total formalidade, por ser esse ambiente o melhor.
A confusão da formalidade em relação a intolerância
A nossa cultura que é obscurantista, ou seja, não premia o estudo e sim a prática, faz uma grande confusão em relação a formalidade e a intolerância. Ser formal é estar disciplinado dentro do modelo proposto de política de trabalho, de atitudes, de ética, de amizades, enfim, ser disciplinado para os processos os quais a empresa contratou o funcionário. Essas regras não excluem a empatia, a alegria, o amor, a vontade em servir a outrem, entre outras agradáveis regras sociais. Ao passo que a intolerância é algo que o próprio nome destaca, como sendo a intransigência com relação a opiniões, atitudes, crenças, nosso modo de ser e viver reprovando ou emitindo pré-julgamento alheio. Levantando dados falsos, mentirosos, injustos, agindo também como intrusos, burros ou determinando por meio de algum tipo de coerção, utilizam a força do cargo para desaprovar os pensamentos dos demais.
Interagir com todos é o fundamento do amor à empresa
Ao amarmos nossas empresas, estaremos por extensão amando nossos clientes, aqueles que de fato pagam nossos salários. Aqueles que de fato trazem o lucro para que possamos dar continuidade aos nossos sonhos de seres humanos. Sonhos esses que para se tornarem realidade, deverão ser sempre “bancados” pelos salários que recebemos. Não devemos nunca deixar de amar nossas empresas. Se assim agirmos, estaremos em primeiro lugar prejudicando a nós mesmos, em segundo, nossos clientes e em terceiro, perdendo nossa própria auto-estima e nossa dignidade profissional. Devemos sempre ter em mente que, o amor dedicado a nossa empresa será aquele amor puro, sincero, real, os quais serão sem dúvida repassados aos nossos clientes/pessoas. Como conseqüência serão retribuídos para nós mesmos, ao longo do tempo, por clientes/pessoas que lembrar-se-ão do momento no qual foi atendido por nós. O amor ao próximo tão presente em todos os ensinamentos bíblicos deve ser o mesmo apregoado dentro das empresas. Quem ama vende mais! Pense?
L.C.Bocatto – Mestre em Mercado e Comunicação – Diretor da Estrutura Humana
Sempre que faço essa pergunta em meus treinamentos, recebo como resposta algumas afirmações, tais como: meu “chefe” é um insatisfeito; minha empresa não está “nem aí” comigo; lá ninguém se dá “o respeito”; “eles” somente pensam em cobrar; entre outras afirmativas que ouço. A seguir vem a pergunta: como posso amar uma empresa que não me reconhece?
E, quando faço a pergunta para a classe patronal: seus funcionários amam suas empresa? O empresariado também oferece diversas afirmações, como essas: “esse pessoal” se você der o pé eles vão querer o corpo inteiro, se você elogiar eles ficam “mascarados”, se você abrir exceções eles fazem virar regras.
Diante desse cenário contraditório pergunto: como motivar esse pessoal? Paro, olho, penso e depois começo a elaborar respostas, até por que, cada empresa é uma empresa. Tenho visto empresas que sabem estimular pessoas, afinal, ninguém a não ser o “eu-próprio” tem a competência de motivar, ou seja, somente existirá a auto-motivação. Ninguém tem competência para mudar a forma de pensar daqueles que não gostam de reconhecer que a empresa é uma ação de todos, sendo que o capital e o risco ficarão a cargo dos investidores e as funções para os funcionários, mas, o amor pela empresa deve responsabilidade de todos.
Interagir na empresa com a igualdade social e a responsabilidade empresarial
Gosto muito de contar essa história que vivenciei tempos atrás. Eu havia sido convidado para uma festa surpresa, que comemoraria o aniversário de uma pessoa querida de um determinado grupo empresarial. O local seria a casa de um amigo da referida pessoa a ser homenageada. A festa seria realizada em uma área que não possuía cobertura alguma, portanto, sujeito às intempéries do tempo. Segundo a Lei do sargento da aeronáutica americana, Murphy, tudo o que tem que dar errado acaba por dar. E deu! Bastou o lugar não possuir cobertura para que chovesse. E, é claro, choveu cântaros. Diante de tanta chuva recebi um telefonema que, a princípio, acreditava ser o cancelamento da comemoração. Que nada! Era um novo endereço. A festa seria realizada com chuva e tudo, no entanto, em um lugar coberto. Chegando ao novo local, percebi todos convidados em atividades. Uns lavando o chão, outros preparando as mesas, outros preparando os comestíveis. Eu, não me furtei em ajudar, pois, o lugar fora arranjado de ultima hora e precisava de preparação.
Interagir sempre para que todos participem
Porém, comecei a questionar o por quê de tanta ação em pró de um líder que estava para completar vinte e poucos anos? Queria saber se era pura babação-de-ovos, puxa-saquismo ou que outro motivo? A resposta veio simples, rápida e verdadeira. O gerente em questão, era uma pessoa que amava a empresa na qual trabalhava e como se sentia um igual, amava à todos que na empresa trabalhavam e os clientes o amavam também. Todos os que estavam fazendo a festa surpresa, que eram seus comandados, deixaram claro o prazer que era trabalhar sob seu comando e como pregava a igualdade com responsabilidade, todos estavam preparando uma participação empresarial, na qual, todos faziam parte. Percebi então que o estímulo para todo aquele grupo era o aniversário, porém, a motivação era o amor a empresa.
A necessidade de amarmos nossa empresa informalmente
Nem sempre conseguimos um “espírito” informal dentro da empresa. O motivo dessa dificuldade é a diferença humana que existente. Alguns sabem levar a termo essa informalidade, respeitando os limites. Outros não. Tenho pregado que a formalidade seja o instrumento de nosso cotidiano. Pode parecer um pouco de inflexibilidade de minha parte, mas, como pesquisador humano, publiquei anos atrás uma pesquisa que realizei durante três anos. A referida pesquisa oferecia ao mesmo tipo de publico a formalidade. Depois de um ano medi os resultados. Ofereci no ano seguinte um pouco de informalidade e medi os resultados. E no terceiro ano permiti a total informalidade, medindo posteriormente o resultados. A consolidação dos resultados três anos depois demonstrou que melhor tipo de trabalho foi realizado em ambiente de total formalidade. Os resultados obtidos com um pouco de informalidade e total informalidade demonstraram que as pessoas nesses tipos de ambientes ficam dispersas, brincam demais, perdem a noção de onde termina sua liberdade e inicia a do próximo. Portanto, os resultados são realmente ruins. Hoje posso afirmar que, a regra do amor dedicado à nossa empresa deverá ser elaborada em ambiente de total formalidade, por ser esse ambiente o melhor.
A confusão da formalidade em relação a intolerância
A nossa cultura que é obscurantista, ou seja, não premia o estudo e sim a prática, faz uma grande confusão em relação a formalidade e a intolerância. Ser formal é estar disciplinado dentro do modelo proposto de política de trabalho, de atitudes, de ética, de amizades, enfim, ser disciplinado para os processos os quais a empresa contratou o funcionário. Essas regras não excluem a empatia, a alegria, o amor, a vontade em servir a outrem, entre outras agradáveis regras sociais. Ao passo que a intolerância é algo que o próprio nome destaca, como sendo a intransigência com relação a opiniões, atitudes, crenças, nosso modo de ser e viver reprovando ou emitindo pré-julgamento alheio. Levantando dados falsos, mentirosos, injustos, agindo também como intrusos, burros ou determinando por meio de algum tipo de coerção, utilizam a força do cargo para desaprovar os pensamentos dos demais.
Interagir com todos é o fundamento do amor à empresa
Ao amarmos nossas empresas, estaremos por extensão amando nossos clientes, aqueles que de fato pagam nossos salários. Aqueles que de fato trazem o lucro para que possamos dar continuidade aos nossos sonhos de seres humanos. Sonhos esses que para se tornarem realidade, deverão ser sempre “bancados” pelos salários que recebemos. Não devemos nunca deixar de amar nossas empresas. Se assim agirmos, estaremos em primeiro lugar prejudicando a nós mesmos, em segundo, nossos clientes e em terceiro, perdendo nossa própria auto-estima e nossa dignidade profissional. Devemos sempre ter em mente que, o amor dedicado a nossa empresa será aquele amor puro, sincero, real, os quais serão sem dúvida repassados aos nossos clientes/pessoas. Como conseqüência serão retribuídos para nós mesmos, ao longo do tempo, por clientes/pessoas que lembrar-se-ão do momento no qual foi atendido por nós. O amor ao próximo tão presente em todos os ensinamentos bíblicos deve ser o mesmo apregoado dentro das empresas. Quem ama vende mais! Pense?
L.C.Bocatto – Mestre em Mercado e Comunicação – Diretor da Estrutura Humana
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