Sunday, July 29, 2007

DIFICULDADES COM O PENSAR? ENTÃO PENSE!


Amo minhas andanças por essa maravilhosa terra brasilis. A cada passo dado em direção ao infindo projeto de minha vida, observo, converso, escuto e principalmente, aprendo coisas que me levam a pensar. Numa dessas peregrinações laborais, conheci uma pessoa cujo escopo para todos os seus colaboradores está centrado no “pensar” humano. Esse impoluto profissional, com qualificação médica, um dos mais respeitados de Belo Horizonte, não estacionou seu cérebro na vaga da medicina e, de dentro de si mesmo, ficou conclamando ao mundo o status conferido a tão nobre classe. Ele foi muito além. Como integrante da Fundação Nair Vilella Rabelo, Dr. Fábio Botelho coloca todos os seus bilhões de neurônios, como também de seus colaboradores, no esforço conjunto do pensar. Todos mesmos, desde o corpo clínico chegando aos funcionários, independentemente de suas funções.

Um projeto inovador e feliz do qual participarei



Contou-me Dr. Fábio que esse projeto foi iniciado há um ano com gerências e coordenações. Que de tanto pensarem e perceberem as melhorias na qualidade, primeiro para o próprio ser humano, posteriormente, para toda a entidade, o projeto acabou sendo estendido para outras áreas. Além de alastrado entidade adentro, novas modalidades do pensar, tais como: Oficina de idéias, Funcionários Estrela, Idéias Premiada, Música Ambiente e Irradiando Alegria foram criadas. Adorando desde o primeiro instante essa iniciativa, imediatamente me coloquei a disposição para uma intervenção dentro daquela iniciativa com um assunto deveras “pensativo”: Exclusão da Convergência Internacional e seus perigos para pessoas e empresas. Felizmente, a proposta foi aceita e dependo agora de seu agendamento para, com um prazer inenarrável no coração, alma e cabeça, poder ofertar minha participação nesse feliz desenvolvimento do pensar.

De que se trata essa Exclusão da Convergência Internacional



Quero contar uma história de frustração de minha infância. Sei lá pelas quantas de minha existência, um dia descobri que o nosso dinheiro, o cruzeiro, dinheiro circulante daquela época, não era o dinheiro que circulava no mundo. Fiquei frustrado. Ocorre que tinha e tenho uma grande ligação umbilical com as nossas origens e acreditava, por isso, que tinhamos uma importância no mundo internacional. Infelizmente, o Brasil é um produto de consumo interno. Somos ótimos para nós mesmos. Nós e toda essa América Católica. Para meu espanto não representamos nada para o desenvolvimento mundial. Querem um exemplo? Meu computador por ter sido comprado na Espanha, chegou com o sistema operacional espanhol, que abre a Internet no site MSN da Espanha. Por gostar da língua de Cervantes, não mudei, para que, todo o dia fique sabendo alguma coisa da Convergência Internacional. Muito bem! Acreditem quem quiser: nessas duas semanas, abrindo o site europeu, não encontrei uma linha sequer sobre os jogos Pan-americanos. Ok, ok, ok, eles europeus nada tem a ver com jogos das Américas. Será que um site americano, cujo país lidera o ranking de medalhas teria interesse? Apenas como curiosidade, entro todos os dias, em dois dos mais populares sites americanos o Yahoo e MSN. Nenhuma noticia sobre o Pan. Mas, imaginava que no dia do encerramento o Pan seria destaque. Nada! Como temos céticos, salvei todos os sites citados do dia 29/07, se caso houver dúvidas. Triste não é mesmo? Mas, comentários desairosos sobre nosso terrível acidente aéreo e todas as demandas da crise aérea fazem parte dos sites internacionais.

O que é pensar atualmente



Entendendo a necessidade desse tipo de atuação empresarial, que é o pensar? A Estrutura Humana vem desde há uma década, auxiliando os interessados a deixarem - o que nos anos oitenta, se chamava de zona de conforto ou nos anos noventa: limite de incompetência - e partirem para o que fora da América Católica é de praxe acontecer: estar “linkado” na Convergência Internacional. Eu particularmente não gostava dessas duas nomenclaturas (zona de conforto e limite de incompetência) por serem eles apenas nomes que se inventava para dar racionalidade aquele ser humano que não queria nada realizar, para si mesmo, pela sua empresa e muito menos pela humanidade. O que vale realmente para mim é a fala do Cristo que não se cansava em dizer para seus apóstolos: falemos de fé ao findar do dia, mas, depois de estarmos cansados de praticar, por meio de ações, ajuda para todos aqueles que dela necessitem. Cristo pregou o trabalho e a fé pelo trabalho. Portanto, levamos pessoas para ações concretas fora das linhas demarcadas pelo atraso do pensar, que representa a América Latina.

Para que serve o pensar



Temos, segundo a comprovação da ciência, oito tipos de inteligência, a saber: lingüística, lógica, espacial, musical, corporal, naturalista, intrapessoal e interpessoal. Cada um desenvolve algumas inteligências, de forma mais relevante, do que desenvolve outras. Se desenvolvermos de forma disciplinada a cada dia o processo do pensar, principalmente em áreas que não dominamos, melhoramos nosso sistema intelectivo e como resultado, seremos mais inteligentes. Não existe a figura do “burro” para a ciência e gênios são exceções segundo a mesma. Isso posto, nenhuma novidade falei, até porque temos dificuldades, nesse país, em trocar informações com outrem, as quais fujam do cotidiano: falar do sexo oposto, piadas lidas na Internet, criticar o governo, que Deus nos abandonou, futebol e principalmente, reclamar do chefe e da sogra. Atualmente, incluem-se também nos reclamos, noras e genros. Tentar meia hora de filosofia, música, artes, obras sociais, bem, daí já é ser rotulado de “filósofo”. Por esse motivo fico feliz em participar de projetos inovadores, que todas as empresas deveriam também realizar, sobre como pensar melhor. Parabéns Dr. Fábio e toda equipe pela iniciativa vencedora. Contem sempre com a Estrutura Humana.

Tuesday, July 17, 2007

VAIAS, TRISTEZAS, SENTIMENTOS, INJUSTIÇAS.....


O Brasil ficou triste! Nosso querido e amado Presidente foi vaiado. Quanta indelicadeza. Quanta rudeza desse povo vil, que deixou triste nosso amado líder. Em dia de festa, onde todos deveriam estar alegres, radiantes e felizes, pela montanha de dinheiro liberada, a mais, do que foi planejado, para fazer a alegria das Nações amigas americanas. Justamente nesse dia feliz, esse povo insidioso decide sem pedir licença vaiar nossa Presidência. Não mil vezes não! Como pôde esse povo ser tão irracionalmente capaz de nosso presidente vaiar? Não há motivos para tanto. Temos pela primeira vez em nossa história republicana alguém que se dedicou à distribuição do dinheiro público para o pobres. Que diante de tanto trabalho executado, não teve tempo para enxergar o que se passava na mesa ao lado, onde seus prestimosos amigos, inadvertidamente fizeram um “rapa” nos caixas dos bancos estatais e nos serviços de correios. Um Presidente que pela primeira vez na história chega ao mais alto cargo, sem ter tido cargo algum na vida privada e todos os mais importantes cargos no meio sindical.

Um Presidente amigo das Américas


Temos um Presidente que mais e mais viajou por todos os continentes, trazendo na bagagem reações de apreço dos mais pobre países do mundo, onde em casos fortuitos, fez questão de não mais cobrar as dívidas desses países para com o rico Brasil. Presidente amigo dos mais importantes mandatários da América Católica, onde o Morales tomou de nossa Nação tudo o que investimos, tendo nosso Presidente afirmado que de fato ganhamos muito, mais do que necessário, utilizando o suor daquele povo. Um Presidente que nutre simpatia fraterna desde o pretérito, ao mais agradável e afável vovô imperador desse lado das Américas, que com sua barba de Papai Noel, manda fuzilar, até hoje, todos os que lhe façam oposição. Amigo de um dos mais sábios presidentes do Pacífico sul, cuja onda de nacionalismo beira o que o stanilismo pregou ao se iniciar o Século XX, cuja sabedoria é de tal forma precisa, que deu “puxões” de orelha em nossa Casa Maior.

Essas desvairadas elites e suas vaias invejosas


A elite tem inveja do nosso digníssimo Presidente. Essa classe social por nada receber das bolsas famílias, escola, entre outras benesses sociais, tem inveja e por isso vaia. Quando essa elite viaja, tendo atrasos infindos, pernoites em aeroportos, centenas de mortos causadas pelo jogo de empurra-empurra da crise aérea, crianças e velhos a mercê do tempo, fica com inveja pela disciplina de horário que o avião presidencial chega em todos os Estados brasileiros. Por inveja vaia. Quando uma da melhores ministras que esse país já teve na área do turismo, por indicação da Presidência, em um ato de amor a todos que freqüentam os aeroportos brasileiros, diz: “relaxem e gozem” curtam os aeroportos! Essa competente ministra em atitude zen, desfila palavras amigas para quem fica com essa mania de elite em viajar de avião. A elite não entende o apelo da ministra, extravasa em nosso Presidente. E por inveja vaia.

Esses empresários que não entendem de mercado vaiam


Tendo o Brasil uma das menores taxas de crescimento do planeta, com o dólar atingindo as marcas mais baixas das ultimas décadas. Com a elite empresarial acenando que o Brasil é o país mais moroso para desembaraçar tanto na importação como na exportação, perdendo 0,5% o valor da carga a cada dia de atraso tem essa mesma elite a petulância de vaiar. Quando essa classe empresarial que não entende nosso Presidente, somente por que o Brasil perde 10% dos valores de produtos exportados pela burocracia desse governo, acha que tem direito de vaiar. Quanta injustiça! Somente porque o Brasil perdeu U$ 137,4 bilhões de dólares pela falta de infra-estrutura no ano passado, vaia. Por tudo exposto, nosso Presidente tem toda razão em ter ficado triste ao ser vaiado e não querer fazer seu discurso de abertura, praxe de todo governante mundial, em dia de abertura desse tipo de evento. Brasileiros, todas as vezes que virem nosso amado Presidente em público lembre-se desse singelo artigo e o aplaudam em pé.

Wednesday, July 11, 2007

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: DELÍRIO OU ILUSÃO?


Como é por demais prazeroso ser um planejador. Amo essa minha característica profissional. Pena que nesse país nosso governo não nos dê referências de planejamento. Que não tenhamos a cultura de pensar no médio e longo prazo. Felizmente, empresas de sucesso não seguem as cartilhas carcomidas pelo tempo do descaso, desses nossos governantes. Aquelas empresas que planejam, tendem a continuar no mercado. Claro que o país acaba pagando um ônus alto pela quantidade de empresas que por pura falta de planejamento, acabam falindo, deixando um rastro de dívidas públicas, sociais e pessoais, para serem absorvidas pelos juros bancários que, em decorrência do alto risco dos empréstimos, acabam elevando os juros como uma forma de garantia dessa perda.

Planejamento pessoal: por que fazer?


Fazendo planejamento por escrito ou não (se bem que por escrito será sempre melhor) somos, desde primevos, planejadores. Caso contrário essa nossa espécie teria desaparecido, assim como outras, nossos primos, desapareceram. Muitos de meus clientes, amigos e pessoas próximas me perguntam: por que você Bocatto tem tanta necessidade em falar e fazer com que todos pensem em realizar algum tipo de planejamento? Não seria melhor viver naturalmente, sem ter que enxergar o futuro, até porque, diz o ditado: o futuro a Deus pertence! Concordo com a frase, desde que, Deus nos leve para morar ao lado Dele o mais rapidamente possível. Caso contrário, sem planejamento, em um mundo de constantes e rápidas mudanças, pereceremos na porta de bancos, em filas de hospitais, nos SPC´s da vida, enfim, teremos problemas pela falta de planejamento.

Planejamento: ilusão ou delírio?


Segundo o vovô Freud somos pessoas ligadas ao desejo. Desejos estes que em sua maioria estão linkados às nossas ilusões. A ressalva do vovô é que, ilusões necessariamente não são erros e sim algo provável. Como planejador e simpático à causa do mundo subatômico, afirmo que, tanto Freud como Einstein, estavam falando a mesma linguagem. Freud pelos desejos, Einstein pela probabilidade. Amo o exemplo do vovô: toda jovem adolescendo, sonha com seu príncipe encantado. Erro ou ilusão. O vovô responde: ilusão, pois há a probabilidade de aparecer esse príncipe. Uma senhora de oitenta e oito anos, sonhando com o príncipe encantado de vinte. Erro ou ilusão? Segundo o vovô: “delírio”! Isso mesmo. Não há erro quando uma pessoa possui um desejo, posteriormente, se transforma em ilusão que pode se materializar ou não. No entanto, quando esse desejo esta em contrariedade com as normas da civilização, mas o desejo continua e nunca se materializa, o vovô chamou de “delírio humano”. Constituindo então em um erro. A questão da inadimplência no Brasil pode ser olhada com delírio pessoal, ou seja, falta de planejamento de vida financeira. Essa falta de planejamento faz com que o indivíduo venha a delirar, acreditando que seu salário dará conta de tudo o que deseja, comprando em consonância aos seus ganhos, porém, não levando em conta as despesas extraordinárias. Exemplos não faltam, carro sem seguro, indivíduo sem um plano médico ou dentário, reservas para os gastos não planejados, tais como doenças inesperadas, entre outras.

Falta de planejamento empresarial: puro delírio!


Se uma empresa não possui um planejamento de no mínimo dois anos futuros, ela estará permanentemente em delírio, por não saber o que a concorrência está preparando para ganhar seu mercado. Outro dia o Embaixador da China foi questionado por que seu país subsidia suas empresas. A resposta veio a calhar para esse artigo: temos reservas suficientes para aplicar em subsídios para todas as empresas que queiram ganhar mercado no mundo inteiro, disse o Embaixador para uma platéia de seletos empresários. Todos os presentes tiveram que engolir a seco e pensar que nosso governo não tem cacife para essa empreitada. Por que não tem? Por que nada por aqui é mantido dentro dos padrões no qual se planeja. E todos os planejamentos elaborados por aqui são políticos. São factóides! Não é algo sério que se pretenda manter por décadas, independente do partido que estiver no poder. Foi o que o senti em referência a China. Tudo o que foi planejado, nos anos setenta, pelos chineses está sendo realizado, daí entender por que nós não crescemos, sendo que eles estão arrebentando de tanto crescer. Assim é uma empresa, se ela mantiver sua ilusão por longo prazo, há a probabilidade é de se vnha materializar, tornando a empresa uma China no mercado. Se quiser ser uma Brasil, a empresa estará sempre delirando e o empresário é claro se transformando em um psicótico mercadológico.

Sunday, July 01, 2007

FRACASSO EMPRESARIAL BASEADO NO CONTRA-SCRIPT


No entardecer da tela do meu computador, frações de segundo antes de descerrar a noite negra de seu desligamento, uma luz acendeu em minha mente: preciso dar uma resposta para os questionamentos sobre a importância das pessoas conhecerem o contra-script. Ocorre que, esse assunto que estava inserido e, pouco comentado, no último blog, necessitava de maiores esclarecimentos. Infelizmente, milhões de empresas fracassam por não perceberem quando ingressam no contra-script e por não saberem como evitar, acabam tendo conseqüências desastrosas para com seus futuros. Antes de detalhar o contra-script vamos entender o que é o script empresarial.

Script empresarial e suas ações no dia a dia empresarial


Explicar o script empresarial é por demais simples. Todos empresários possuem de forma individualizada seu script pessoal (os mais evoluídos saem de seus scripts, contruindo seus planos de vida). Caso ele, empresário, atue de forma centralizadora, fazendo com que todos os seus colaboradores desenvolvam o que ele venha a pensar e posteriormente agir, a empresa acaba adquirindo e agindo em consonância com os pensamentos scriptuais daquele comando. O script para uma pessoa quer seja empresário ou não, possui dois lados, um bom e outro ruim. O ruim são as mensagens que estão gravadas na mente humana, mas, não lhe pertence e sim, pertence aos desejos da geração anterior. São mensagens que ficaram gravadas indelevelmente em sua mente e, por pertencer a uma geração anterior, nada faz sentido no mundo atual. O lado bom do script são as referências estruturais que nos são passadas, a quais devemos mantê-las para todo o sempre, tais como: ética, disciplina, querer bem, amorosidade, religiosidade, arte, respeito, compromissos, enfim, ações dignas que deve existir nas ações diárias de todo ser humano. O script é bom que se acrescente, pode estar presente na mente humana, mesmo que o responsável por aquelas mensagens já tenha falecido em gerações passadas.

O contra-scritp atuando na empresa e levando-a ao fracasso


Com apenas um exemplo darei toda a característica do contra-script empresarial. Para iniciar o exemplo, mesmo não sendo uma afirmativa científica, destaco: empresas que faliram as quais analisei, estavam com ações baseadas no contra-script, sendo que em sua maioria estavam com o caixa no azul, portanto, sem problemas financeiros. Outra afirmativa: empresas com problemas de caixa são mais resistentes em adentrarem ao contra-script. Bem, vamos exemplo do contra-script. Uma empresa por demais capitalizada começou a ser cooptada para fazer uma usina de processamento de matéria prima. Fomos contratados para fazer um plano de viabilidade. Com o resultado em mãos, apresentamos a presidência ser aquela ação, um negócio viável, necessário, porém, deveria ser realizado com capital advindo de fontes externas, tais como do BNDES. Pela complexidade da construção e o tempo necessário, a empresa deveria contar com um mínimo de carência, que fosse acima de trinta e seis meses. Terminada apresentação o presidente acolheu todos os resultados, mas, utilizou uma mensagem típica de script: “construirei essa usina com meus próprios recursos” Como não conhecia a figura scriptual do presidente, apenas ouvi a frase, recebi os honorários e incluí a empresa em minhas orações, pois, mais cedo ou mais tarde se configuraria o contra-script.

A saga de quem adentra nas densas névoas do contra-script


Passados alguns anos a mesma empresa nos chamou para um trabalho de recuperação de capital. Ficamos por lá um ano, apenas para conseguir fazê-la concordatária. Não havia mais nada a realizar. A dívida contraída com a construção da usina, a mudança ocorrida no mercado devido à presença de concorrentes internacionais, deixou a empresa sem saída. Sua dívida era impagável pelos moldes comerciais vigentes naquele momento.
Infelizmente, pela falta de informação técnica, empresários que atuam mentalmente praticando ações baseadas no contra-script, sem perceber levam suas empresas ao fracasso.

Analisando melhor a figura do presidente e sua ação no contra-script


Para entender o contra-script que aparece na situação citada acima, farei algumas análises da figura do presidente e sua atuação enquanto pessoa. Tecnicamente o contra-script são mensagens enviadas pela figura escolhida para ser o modelo de conduta de vida de uma criança. Essa programação são mensagens dos modelos, programadas em certa medida biologicamente, para proporcionar apoio e proteção. Atua em nível de estado de ego de comando interno de cada um de nós. Portanto, enquanto o script controla o destino de vida o contra-script determina o estilo de vida da pessoa. Aquele presidente com sua mensagem “construirei com recursos próprios” estava ignorando todos os possíveis caminhos que o projeto sugeria e afirmava nas entrelinhas: “sou competente para pagar meus compromissos”. Quando pessoas estão categóricas em suas afirmativas, sem uma contrapartida científica, realizando ações apenas pela vontade pessoal, comumente estão ingressando no contra-script, ou seja, determinando o estilo de vida “sou competente”.
Concluindo esse artigo. Se diante de fatos científicos, estudos e planejamentos executados pelas pessoas que fazem parte de uma empresa, tomar atitudes baseadas em mensagens de contra-script, podem fazer com que a empresa passe por enormes dificuldades e em alguns casos, venha a fenecer no mercado acirrado das competências.


Em tempo: respondendo a questionamentos de leitores amigos. Será um prazer dar um curso sobre a empresa e a análise transacional como ferramenta de negócios, sem custo algum, para uma seleta platéia de amigos que prestigiam esse blog. Para tanto, basta me escrever e combinaremos.