Tuesday, July 17, 2007

VAIAS, TRISTEZAS, SENTIMENTOS, INJUSTIÇAS.....


O Brasil ficou triste! Nosso querido e amado Presidente foi vaiado. Quanta indelicadeza. Quanta rudeza desse povo vil, que deixou triste nosso amado líder. Em dia de festa, onde todos deveriam estar alegres, radiantes e felizes, pela montanha de dinheiro liberada, a mais, do que foi planejado, para fazer a alegria das Nações amigas americanas. Justamente nesse dia feliz, esse povo insidioso decide sem pedir licença vaiar nossa Presidência. Não mil vezes não! Como pôde esse povo ser tão irracionalmente capaz de nosso presidente vaiar? Não há motivos para tanto. Temos pela primeira vez em nossa história republicana alguém que se dedicou à distribuição do dinheiro público para o pobres. Que diante de tanto trabalho executado, não teve tempo para enxergar o que se passava na mesa ao lado, onde seus prestimosos amigos, inadvertidamente fizeram um “rapa” nos caixas dos bancos estatais e nos serviços de correios. Um Presidente que pela primeira vez na história chega ao mais alto cargo, sem ter tido cargo algum na vida privada e todos os mais importantes cargos no meio sindical.

Um Presidente amigo das Américas


Temos um Presidente que mais e mais viajou por todos os continentes, trazendo na bagagem reações de apreço dos mais pobre países do mundo, onde em casos fortuitos, fez questão de não mais cobrar as dívidas desses países para com o rico Brasil. Presidente amigo dos mais importantes mandatários da América Católica, onde o Morales tomou de nossa Nação tudo o que investimos, tendo nosso Presidente afirmado que de fato ganhamos muito, mais do que necessário, utilizando o suor daquele povo. Um Presidente que nutre simpatia fraterna desde o pretérito, ao mais agradável e afável vovô imperador desse lado das Américas, que com sua barba de Papai Noel, manda fuzilar, até hoje, todos os que lhe façam oposição. Amigo de um dos mais sábios presidentes do Pacífico sul, cuja onda de nacionalismo beira o que o stanilismo pregou ao se iniciar o Século XX, cuja sabedoria é de tal forma precisa, que deu “puxões” de orelha em nossa Casa Maior.

Essas desvairadas elites e suas vaias invejosas


A elite tem inveja do nosso digníssimo Presidente. Essa classe social por nada receber das bolsas famílias, escola, entre outras benesses sociais, tem inveja e por isso vaia. Quando essa elite viaja, tendo atrasos infindos, pernoites em aeroportos, centenas de mortos causadas pelo jogo de empurra-empurra da crise aérea, crianças e velhos a mercê do tempo, fica com inveja pela disciplina de horário que o avião presidencial chega em todos os Estados brasileiros. Por inveja vaia. Quando uma da melhores ministras que esse país já teve na área do turismo, por indicação da Presidência, em um ato de amor a todos que freqüentam os aeroportos brasileiros, diz: “relaxem e gozem” curtam os aeroportos! Essa competente ministra em atitude zen, desfila palavras amigas para quem fica com essa mania de elite em viajar de avião. A elite não entende o apelo da ministra, extravasa em nosso Presidente. E por inveja vaia.

Esses empresários que não entendem de mercado vaiam


Tendo o Brasil uma das menores taxas de crescimento do planeta, com o dólar atingindo as marcas mais baixas das ultimas décadas. Com a elite empresarial acenando que o Brasil é o país mais moroso para desembaraçar tanto na importação como na exportação, perdendo 0,5% o valor da carga a cada dia de atraso tem essa mesma elite a petulância de vaiar. Quando essa classe empresarial que não entende nosso Presidente, somente por que o Brasil perde 10% dos valores de produtos exportados pela burocracia desse governo, acha que tem direito de vaiar. Quanta injustiça! Somente porque o Brasil perdeu U$ 137,4 bilhões de dólares pela falta de infra-estrutura no ano passado, vaia. Por tudo exposto, nosso Presidente tem toda razão em ter ficado triste ao ser vaiado e não querer fazer seu discurso de abertura, praxe de todo governante mundial, em dia de abertura desse tipo de evento. Brasileiros, todas as vezes que virem nosso amado Presidente em público lembre-se desse singelo artigo e o aplaudam em pé.

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