Monday, October 29, 2007

FRALDA, TRABALHO, SUCESSO, DESCASOS E FRALDÃO!



Depois que o Divino nos concede a vida, Ele nos dá a certeza da morte, para que possamos “ascender” ou mesmo “descer” a outros patamares, dependendo, é claro, de nossas ações terrenas. O problema fica por conta desse átimo eterno entre o nascimento e a hora que deixamos de viver. O idealismo de cada um de nós pode e deve nos levar ao trabalho. Muito trabalho. Diante de nosso sucesso, podemos e devemos atingir algum tipo de poder. Pouco ou muito poder. Nesse momento dessa nossa existência, temos que exercer a vigilância sobre quem somos, o que queremos e a que viemos realizar nesse planeta. Dizia meu avô Eduardo: dê ao homem, nem que seja por um dia, o poder, para de fato saber quem ele é, o que ele pensa e como age ““.

A fralda – tendo como significado o despertar da vida


Somos um nada ao despertarmos para a vida. Dependemos de outrem para tudo, incluso para limpar nosso bumbum e trocar nossas fraldas. Assim começamos esse limiar do que seremos. Vamos aos poucos crescendo e somos “doutrinados” a vencer a qualquer custo. No cenário brasileiro, são destacados àqueles que fizeram fortunas incalculáveis. As notícias sobre esses “afortunados” os elevam a categoria dos que executam com “maestria” um excelente trabalho, realizado no curto prazo. Entenda-se em menos de dez anos. Nada sabemos sobre “afortunados” que têm sucesso, parcial, em décadas, com uma visão no longo prazo. Que sua ascensão profissional esteja pensando e atuando dentro da percepção da melhoria do processo educacional. Quanto ao sucesso de educadores, bem esses “desinfelizes” obtêm da mídia, destaque zero! Esses não aparecem nas listas dos “vencedores”.

Diferenças culturais: vantagens de uns e desvantagens de outros


Atente para esse pequeno e profundo detalhe querido leitor: ao compararmos cultura nacional e judaica, apenas como exemplo, veremos no judaísmo a forma na qual um jovem se torna homem - o exato instante de vida que o jovem souber ler e interpretar o livro lido. Em nossa cultura, será considerado “homem” quando o rapaz tem sua primeira “transa”. Perceba que marketing do conhecimento enleva os jovens judaicos aos caminhos do SABER, enquanto a nossa cultura destaca a qualificação SEXUAL. Percebam a distinção entre o PRAZER em ser homem nas duas culturas. Por isso, acredito, que o livro para a maioria dos “vencedores” nacionais, não passa de uma peça de retórica. Quando temos que ler, apenas o fazemos por pura imposição de nossos “temidos” educadores. Como curiosidade; lemos menos de um livro em média por ano. E quando começamos a “vencer” na vida, buscamos na matéria algo que nos enleve diante do sexo feminino, tais como: carros, iates, casas, helicópteros, aviões, enfim tudo o que denote poder, nunca o poder obtido por meio do saber.

Do trabalho – Como significado de vida produtiva


Segundo pensadores psicanalíticos temos que harmonizar durante nossa existência os seguintes fatores humanos: libido, obsessão e narcísico. O problema, assim acredito, está centrado em nossa vontade de sermos seres melhores e mais desenvolvidos cognitivamente falando, tendo a libido como alavanca que nos impulsiona nessa direção. É a libido que nos dá o apetite para todas as fomes que possuímos, quer seja: de trabalhar, de viver, de amar, de afeto, de prazer, entre outras fomes positivas presente na mente humana. O problema fica por conta da palavra libido que em si, vem sendo há décadas deturpada, tatuando-a como se ela fosse um fator centrado no sexo. Ter a libido e utilizá-la de forma harmoniosa é possuir uma mente fértil em propósito, objetivando o crescimento pessoal, orientando de maneira correta nosso desejo e apetite para o excelente fator da obtenção de uma vida melhor. Quanto a obsessão destaco que ela é o fator que nos impulsiona para cima, sempre focada no que escolhemos para desenvolver em nosso trabalho, originando em nosso ser, uma melhor qualificação do mesmo, para que tenhamos a certeza de que, poderemos mais e mais, conseguir alçar novos patamares. O narcísico enleva o homem para ele mesmo. Fazendo de sua imagem a melhor para ser relevante diante da sociedade. Portanto, libido, obsessão e o narcísico se harmonizados, diante do trabalho, amalgama de fato um profissional ideal, centrado no que faz, que ama o que faz, que gosta de si mesmo, tendo como reconhecimento, seu próprio desenvolvimento pessoal.

Quando diante do trabalho há a desarmonização da libido, obsessão e narcísico


As revistas que estão todos os meses nas bancas, para falar sobre o “sucesso” a ser alcançado pelas pessoas, no que tange ao profissional, destacam somente o lado do sucesso conquistado a qualquer preço. Os “gurus” que ditam fantasias sobre como obter o “sucesso” pregam metas inatingíveis. Ao ler esses temas cheguei a conclusão de que, milhões de profissionais estão em total desequilíbrio nesses três itens citados. Desequilibrados, esses milhões de colaboradores estão colocando a própria profissionalidade em risco, a família em perigo e criando uma couraça no entorno de si mesmo, cujos valores sagrados e artísticos não fazem presença em sua mente. Esses desequilíbrios de forma direta atingem os cônjuges, os filhos, e a intolerância para com tudo e todos. Infelizmente, diante de nossa imaginação fértil, somos seres polêmicos, podendo, se pressionados pela civilização, focar nossa imaginação para o mal. E, não me venham os puristas afirmar o contrário, pois, tivessem eles razão, que não nos deixamos influenciar pelas pressões da civilização, não teríamos tantos antidepressivos sendo vendidos em escalas planetárias.

Os descasos para com a vida e o futuro com o fraldão


Vivemos um país cujo sucesso deve ser dos “espertos” em detrimento aos éticos. Caso tenhamos dúvidas vejamos os descasos daqueles que são comandantes de empresas e entidades públicas. Façam as contas em horas treinamentos, do quanto investem na melhoria do ser humano. Quando se propõem treinamentos são qualificativos para produção e melhoria da produtividade. Quantos treinamentos para explicar que a filosofia pode melhorar o ser humano, tendo como foco final, a melhoria da produção e produtividade. Não bastasse a falta de consciência para com a melhoria humana, no que tange a filosofia, ainda apostam nos descasos para com os valores humanos que administram. Passam a vida profissional descompensados pelas exigências de um melhor padrão material de vida, se esquecendo de que tudo o que conquistam está baseado em trabalho de equipe. Mesmo com o narcísico desequilibrado ficam ricos, tornam-se famosos, aparecem nas mídias, dão entrevistas, fazem palestras sobre seus sucessos. Mas, inexoravelmente envelhecem. Acabam sendo esquecidos, pelo simples fato de que, somente lembramos daqueles que nos, indelevelmente, tocou noss´Alma. E, diante do espelho retrovisor de nossa existência, vamos olhando, lá atrás as oportunidades perdidas em sermos melhores. Não bastasse esse olhar, ouvimos o estentor de nossas vozes internas nos acusando de nada, filosoficamente falando, termos realizado em prol da civilização. Piorando ainda mais esse quadro dantesco, pendurado na parede esburacada de nossa existência, sentimos ao menos, uma mão carinhosa que está trocando nosso fraldão e nos limpando de nossas excrescências fisiológicas e, ainda assim, diante daquele mal cheiro que exalamos, recebemos como carinho, um sorriso!,Aquele mesmo sorriso que por muitas vezes deixamos de ofertar a humanidade.

Monday, October 22, 2007


Um jovem empreendedor de setenta e seis anos

Destacarei nesse blog um dos mais vibrantes congressos que a Estrutura Humana participou em 2007! Vibrante pela quantidade de jovens empresários presentes e por ser o CONAJE – Congresso Nacional dos Jovens Empresários -, a presença viva do que será o Brasil do futuro: “um país daqueles empresários que estiverem preparados”. Ah! Um futuro que já começou. Como todo congresso que se preze, estavam presentes autoridades, hoje não tão autoridades assim, pela falta de ética que vemos sendo praticada pelas “vossasexcelências”. Não tão autoridades, diante de tantos impostos que nos imputam e principalmente pelo descaso que tratam a categoria empresarial atualmente. No entanto, enfileirado entre as autoridades, uma que de fato considero uma autoridade: José de Alencar.

José de Alencar um jovem empreendedor

Depois da saudação coletiva comum em todos os congressos, tivemos o prazer de ouvir sua Excelência, o Presidente em exercício, o mineiro José de Alencar. De fala franca, simples, gostosa, como de todo mineiro, ele contou sua história de empreendedor. Deu destaque aos juros que teve que pagar para seu tio, quando foi começar seu primeiro negócio. Negócio, aliás, que, nunca mais parou. Coincidentemente, aquele jovem empreendedor, que naquela noite, dezessete de outubro, estava completando setenta e sete anos. Fato esse que sensibilizou toda a platéia, pois, segundo ele, fora um compromisso assumido um ano antes e que não queria quebrá-lo. Deixara a família para estar com todos aqueles jovens empreendedores. Coisa que não vemos mais em “vossasexcelencias”.

José de Alencar de fato mantém esse país nos trilhos

Tenho como hábito e todos meus amigos que lêem este blog sabem da acidez que trato a política nesse país. O faço pelo simples fato de que, a classe que represento, a dos empresários, é por demais deixada de lado nesse atual governo. Não agüento mais tantas e tantas esmolas para o povo. Sempre pergunto: de onde são retiradas às esmolas? A resposta é sempre a mesma: dos impostos que pagamos. Esses cada vez mais altos tendo esse mesmo governo criando ainda mais secretarias, televisão pública e projetos do PAC que de nada servem para nós empresários. Farei sempre crítica para todos os governos que não atenderem ao empresariado. È uma forma de me sentir envolvido com meu país desde os primórdios minha vida. Conheço o que representa para nós empresários, o partido do presidente Lula e sei que graças ao pensamento de José de Alencar, esse país ainda está nos trilhos da democracia. Não fosse nosso Vice-Presidente, como diria Regina Duarte: teria medo!

Insistimos com a África e Mercosul se poderíamos estar rumo a China, EEUU e Europa

Como sempre, nosso Vice-Presidente fez pesadas críticas aos juros cobrados pela equipe econômica da qual ele faz parte. Pode até parecer um paradoxo, mas, não é. Juros não são determinados pelos meirelles da vida e sim, pelo mercado o qual o Brasil está inserido. Não será o Brasil a determinar os juros para o próprio Brasil e sim, os gastos que o governo tem com suas contas, com seus delírios populistas e com seus movimentos equivocados do rumo ao nada que determinam esses juros. Qualquer ser pensante que se preze, deve estar percebendo que o governo atual, está abandonando toda sua fracassada estratégia de transformar esse país em uma Albânia - via os ensinamentos do Grande Capitão José Dirceu e camarilha -, fazendo valer todas as iniciativas do antigo governo. Essas sim poderão levar o atual governo a se desgastar um pouco menos. Com as críticas de José de Alencar, seu carisma de contador de “causos” e a franqueza própria de sua personalidade, fez a platéia ir ao delírio, aplaudindo-o em pé, algo incomum na atualidade, onde as vaias campeiam nossas “vossasexcelências” políticas.

O orgulho de José de Alencar em falar da cultura de sua família

Depois de falar por quase uma hora, tendo a platéia a ouvi-lo no mais delicioso silêncio, José de Alencar destacou o orgulho que tinha em ver seu filho e seu neto terem terminado um MBA na Universidade de Columbia. Falou como pai e avô mesmo! Relato de quem percebe a importância da cultura advinda do exterior para esse carcomido sistema de ensino. Área que de tão repetitiva, está deixando profissionais fora do mercado, por terem estes, a infelicidade cursar os “manjados” MBA nacionais, que não são outra coisa se não pós-graduações caça-níqueis, que em nada preparam seus alunos a não ser para continuarem frustrados.

O "gancho" para minha palestra que seria no dia seguinte

Nosso querido Presidente que estava exercício, mudou totalmente meu discurso do dia seguinte. Passei a noite em claro para adaptar uma nova mensagem para o evento. Em verdade, nosso Presidente ofertou-me a possibilidade em apresentar o que a Estrutura Humana tem de melhor atualmente: nosso braço internacional. Explico. Desde o findar do ano de 2006 a empresa que represento vem fazendo investimentos importantes em áreas internacionais voltadas para a educação empresarial. Como todos os principais envolvidos na empresa, possuem passagens importantes por mestrados e doutoramentos realizados no Estados Unidos e Europa, trouxemos o que há de mais moderno para ser desenvolvido junto aos empreendedores nacionais.

Um novo discurso para aquela jovem platéia

Com um discurso remodelado, pude no dia seguinte demonstrar para aquela seleta platéia de jovens empresários como eles poderiam fazer, com custos menores - muito menores -, um MBA americano, autêntico, sem ter que deixar o Brasil e sua empresa durante um ano e meio. Tendo esses jovens empresários a certificação americana e ainda mais, aprenderiam de forma eficaz, se comparado ao que aprenderam os familiares do nosso Vice-presidente. Os participantes desse MBA também fariam um curso atualizadíssimo de inglês por ser, é claro, um MBA totalmente americano. Todos os partícipes teriam a oportunidade de formar um network mundial, com a vantagem de estarem formando presencialmente, um network nacional. Fiquei feliz depois do que falei para toda aquela seleta platéia, tendo recebido feedback positivo pelas mensagens, por terem sido elas, voltadas às novas maneiras de se fazer negócios e um mundo plano.

Tuesday, October 09, 2007

O NOVO HEROI ESPÍRITO-SANTENSE: EVO MORALES


Desgraças de alguns, sucesso de muitos. A vida sempre tem um lado brilhante e outro sombrio. O sombrio são os “velhos” conhecidos populistas da americacatólica, eleitos pelos sempre ignorantes de plantão, travestidos de população sem ambição na vida. Graças é claro, aos programas que todos os “caudilhos” do terceiro milênio ofertam, àqueles cuja única obsessão pela vida é receber tudo e nada produzir. Assim pensam e agem para se manter no poder os evos, chaves, lulas e outros que apostam em um mundo de pobreza, a começar pela mental e depois financeira.

Evo e o Estado do Espírito Santo


Houve um verdadeiro desastre diplomático brasileiro, no que se refere a expropriação do capital nacional, diga-se Petrobrás, pelo não menos desastroso comando boliviano. O Brasil também teve seus dias de Bolívia. Nos moldes do país de Evo, por aqui também se tentou fazer o mesmo com os contratos de telefonia. Contratos celebrados pelo governo anterior, tiveram a tentativa de não ser respeitado, pelo então ministro das Comunicações, Miro Teixeira, outro populista de origem brizolista. Nossos ignorantes popululistas, vivem em sistema capitalista, que os elegem, mas, depois de eleitos, decidem grosso modo ser socialistas a la evo, chaves e outros. Outrossim, tivemos por aqui tribunais sérios que derrubaram os propósitos escusos daquele ministro. Como podemos perceber, em relação ao poder populista somos “quase” iguais, aos chaves e aos evos, até porque, quem deveria reverter a situação das teles, seria em primeiro lugar o comandante do ministro, em segundo a agência reguladora, entretanto, a seriedade se deu no Supremo Tribunal Federal. Ainda bem!

Voltemos ao herói espírito-santense


Graças a incompetência do presidente da Bolívia, país menor, com um governo menor ainda, o povo espírito-santense, acabou por ser agraciado com um longo e irrigado em dinheiro, projeto da Petrobras, o qual seria levado a cabo a partir do ano de 2015. Chegou o projeto, no entanto, não há a capacitação daqueles que deverão dar respostas a tantos desafios que terão para dar início o referido projeto: prospecção de gás em mar aberto. Esse é um dos problemas brasileiro: a falta de infra-estrutura mental/humana. Fala-se muito do déficit da infra-estrutura portuária, logística, saneamento básico, entre outras, porém, quando o país necessita de mão de obra qualificada, falta qualificação de pessoas. Os próunis, as cotas, colocam de fato pessoas carentes nas universidades, agora quanto qualificá-las, conta-se nos dedos as universidades que vêm realizando esse papel. Outro fato preponderante, que em nada pesa contra as universidades, fica para a falta de vontade pessoal na melhoraria de suas próprias qualificações.

“Azar” da Petrobras, “sorte” da Estrutura Humana


Como analista transacional não acredito nem em sorte, muito menos em azar, no entanto, aproveitando o linguajar “popululista”, a empresa que represento foi acionada para levar aos espírito-santenses um assunto que está em falta por essa Terra que Pero Vaz disse que tinha que se plantar, para dar. Naquele tempo plantava-se flora, agora chegou a hora da plantação do saber. É nessa seara que atuamos e conhecemos que ao semearmos, tudo o que de necessário os seres necessitam, serão pessoas melhores qualificadas. Será esse o movimento de infra-estrutura mental que a Petrobras necessitará para acionar a máquina do desenvolvimento.

Uma empresa internacional


Assim como a Petrobras, a Estrutura Humana, hoje com sede em Lexington, desenvolveu um seminário para os espírito-santenses baseados na gestão corporativa. O referido seminário trouxe para os espírito-santenses a visão da Convergência Internacional. Nesses seminários estiveram presentes, no Centro de Convenções de Vitória, no Auditório do Sesc em Guarapari e, em um dos mais modernos auditórios que temos conhecimento, nas dependências da Unilinhares, palestrantes internacionais, tais como Trent Argo (USA) – O sucesso profissional e a vida acadêmica, John Cragin (USA) – Como a tecnologia mudou os negócios, os empregos e a educação no mundo, Vanedson Ximenes (USA) – Do lugar ao topo, Eduardo Bocatto (ES) – A nova diagnose da empresa familiar e este que vos escreve – A exclusão internacional e o perigo para empresas e pessoas.

Para o Brasil não há futuro


Foram três memoráveis encontros, tendo um muito significativo que foi a presença do Prefeito de Vitória – João Coser (PT), que em nada lembrou seu colega da alta esfera. Prudente, de fala mansa, de postura empreendedora, Coser dignificou o evento e aqueles que estavam preocupados com os novos rumos capixabas e espírito-santenses.
A Estrutura Humana depois de sua internacionalização, buscou naquele tipo de movimento interno nacional, demonstrar para os quase dois mil participantes dos três encontros, que existe um mundo lá fora, da qual não fazemos parte (esse tema foi devidamente demonstrado). Com números deixou-se claro que, enquanto as empresas que não possuem uma visão internacional cresceram 2,3% por pensarem a agirem com a visão nacional restritiva, as que estão fazendo parte da Convergência Internacional tendo uma visão de fora para dentro, cresceram 5,8%, ou seja, mais do que o dobro. Para o Brasil não há futuro! Apenas há o presente para os que desejam e o futuro para que os que estão preparados ou se preparando. Todos os palestrantes internacionais demonstraram que o futuro se faz com Governos preparados para viver o que virá doravante. Como nossos governantes são despreparados em todos os aspectos, o Brasil não tem futuro. O país do futuro somos nós os preparados.