Plagiando o locutor mais
falado em transmissões esportivas (bem e mal) em seu programa esportivo: “...é
amigos do esporte, o Dunga chegou”. Qual silo escolheria o Dunga? Apenas um.
Aquele que está pouco se lixando para as vozes do povo brasileiro que apostava
em modificações no futebol. Ah! Estava me esquecendo de nominar: a CBF. Isto
mesmo um silo que está de costas para aquele que gasta seu tempo, seu dinheiro,
sua energia às noites ou durante o dia, para assistir aos jogos da paixão
nacional – o futebol. Assim age o fundador de uma empresa familiar: fica de
costas para as necessidades que o mercado está clamando para que seu produto,
serviço e empresa, se adeque às novas e emocionantes demandas do mercado.
Aqueles fundadores que não agem dessa forma estão ganhando a #Copa de Todos os
Mercados. Ora se é tão simples assim, basta olhar o mercado de frente, por que
então os fundadores fazem o inverso?
SIMBOLISMO DA EMPRESA FAMILIAR
(Estar)
Empresa Familiar é um preceito histórico que remonta aos tempos feudais, quando
a família trabalhava de sol a sol para ganhar seus sustentos e pagar parte de
seus ganhos para os Impérios e Reinados daquela época. O tempo mudou, mas, o
mundo continua com o mesmo modelo de Empresas Familiares, ou seja, um fundador,
uma esposa e seus filhos que vão nascendo, crescendo e participando
naturalmente daquela família que cuida de um empreendimento e pagando tributos
para os Governos. Este modelo é chamado de Cultura Familiar
CASAR A ESTRATÉGIA COM A CULTURA FAMILIAR
A Cultura Familiar não pode
ser planejada, por ser simbólica e pouco de estratégia de longo prazo ela
contém. Daí surge o primeiro confronto: a narrativa de parcimônia de que o fundador
(es) deva(m) dar a mesma chance para todos os seus filhos e outros. Sabemos não
ser este o caminho adequado, por conter na formula a total ausência de
profissionalidade em se promover sucessor (es). No lugar da profissionalidade
há espaço para a passionalidade familiar em oferecer espaço aos referidos sucessor
(es). Como a Cultura Familiar é simbológica, ela somente acredita ter sucesso
de forma natural e não profissional, o processo acaba não dando o resultado
esperado e a cisão é inevitável. O casal (is) que começou (aram) tudo e se
orgulhava(m) do sucesso, acaba(m) ficando totalmente infeliz (es). No próximo blog: Ensaio III – A inocência
arrogante e a triste realidade das empresas familiares.
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