
Quando bato o olho em todas as proposições governamentais que visam a melhoria da qualidade de vida de nós brasileiros, não somente deste proposições deste governo, mas, de todos os últimos pós-ditadura, minha mente não consegue se comportar de outra maneira, se não elevando o pensamento na prima obra de Lewis Carrol – Alice no Pais das Maravilhas.
As obras governamentais, assim como a obra infantil Alice, servem muito mais para a pictórica por serem verdadeiras formas de realismo mágico. Vejo na atualidade, em mais uma obra do Governo atual, que é o PAC, o abstrato cedendo espaço para o imaginário dos políticos que vivem naquele país das maravilhas chamado Brasília. Infelizmente, esse abstrato imaginário, nunca se funde com o mundo real e concreto, pois, no livro de Lewis Carrol ele consegue essa façanha. O que nos oferecem os protagonistas do governo são nada mais do que grandes obras oferecidas abstratas que se transformam por um tempo em factóides. Desde uma simples prefeitura, nós longícuos rincões do semi-árido, até as grandes metrópoles onde reinam os poderosos governantes, todos passam seus momentos políticos criando aventuras, que por serem totalmente abstratas, são chamados pacotes para a melhoria do Brasil.
As obras governamentais, assim como a obra infantil Alice, servem muito mais para a pictórica por serem verdadeiras formas de realismo mágico. Vejo na atualidade, em mais uma obra do Governo atual, que é o PAC, o abstrato cedendo espaço para o imaginário dos políticos que vivem naquele país das maravilhas chamado Brasília. Infelizmente, esse abstrato imaginário, nunca se funde com o mundo real e concreto, pois, no livro de Lewis Carrol ele consegue essa façanha. O que nos oferecem os protagonistas do governo são nada mais do que grandes obras oferecidas abstratas que se transformam por um tempo em factóides. Desde uma simples prefeitura, nós longícuos rincões do semi-árido, até as grandes metrópoles onde reinam os poderosos governantes, todos passam seus momentos políticos criando aventuras, que por serem totalmente abstratas, são chamados pacotes para a melhoria do Brasil.
Os pre-PAC´s
Desde o mais famoso dos pacotes para tirar o Brasil da penúria, com o pomposo nome de Plano Nem Me Lembro Qual, até os mais recentes, todos sem exceção, demonstram a distância entre o que o povo de fato vive e necessita e o onirismo os quais vivem os donos do poder, naquela longínqua terra das maravilhas e dos lagos paranoeiros chamada Brasília. Os personagens desse incrível livro nacional, que são estampados em palavras todas às noites nos jornais da Nação, são no mínimo como o mundo de Alice: surreais. Porém possuem uma diferença: Carrol em sua obra consegue fundir o surreal com a realidade, nossos políticos nunca conseguiram. Todos governantes que empunham a bandeira das proposições para a melhoria da vida do povo brasileiro, demonstram ser estas obras páginas do livro de Alice. Esses Alices, mais parecem animais personificados em políticos, conseguem em alguns casos que ocorra o inverso. Esses serem que alçam a rampa de Brasília, para depois em tardes ensolaradas, fazer do Lago Paranoá, algo tão surreal, que mais parece Miami, do que algo pensado por Lúcio Costa e Niemayer, lago dos deleites de seus jetskis e potentes lanchas. Surreal por ser esse lago artificial e incrustado no cerrado, naquele longínquo centro-oeste brasileiro. Os factóides criados nessa terra dos Alices, que de maravilha somente impunham a pena para arrancar do couro dos trabalhadores, mais e mais impostos, tem em contra partida, para si mesmo, as benesses de quem consegue chegar e ficar na Corte dos Alices.
Desde o mais famoso dos pacotes para tirar o Brasil da penúria, com o pomposo nome de Plano Nem Me Lembro Qual, até os mais recentes, todos sem exceção, demonstram a distância entre o que o povo de fato vive e necessita e o onirismo os quais vivem os donos do poder, naquela longínqua terra das maravilhas e dos lagos paranoeiros chamada Brasília. Os personagens desse incrível livro nacional, que são estampados em palavras todas às noites nos jornais da Nação, são no mínimo como o mundo de Alice: surreais. Porém possuem uma diferença: Carrol em sua obra consegue fundir o surreal com a realidade, nossos políticos nunca conseguiram. Todos governantes que empunham a bandeira das proposições para a melhoria da vida do povo brasileiro, demonstram ser estas obras páginas do livro de Alice. Esses Alices, mais parecem animais personificados em políticos, conseguem em alguns casos que ocorra o inverso. Esses serem que alçam a rampa de Brasília, para depois em tardes ensolaradas, fazer do Lago Paranoá, algo tão surreal, que mais parece Miami, do que algo pensado por Lúcio Costa e Niemayer, lago dos deleites de seus jetskis e potentes lanchas. Surreal por ser esse lago artificial e incrustado no cerrado, naquele longínquo centro-oeste brasileiro. Os factóides criados nessa terra dos Alices, que de maravilha somente impunham a pena para arrancar do couro dos trabalhadores, mais e mais impostos, tem em contra partida, para si mesmo, as benesses de quem consegue chegar e ficar na Corte dos Alices.
O factóides noturnos
Desses factóides expostos todas as noites para que haja sempre o que falar, mesmo que nada seja dito, são a verossimilhança dos diálogos e situações que exercem na mente dos mais carentes de cultura. Esse fascínio dos factóides políticos, desde aqueles que no plenário debutam, até aqueles que são cobras criadas, nos plenários de debates, estão sempre bradando em alto e bom som que têm a mais pura das vontades em resolver a situação de nós brasileiros. Por outro lado, aceitam continuar parlamentando em um país que decidiu engatar, desde a descoberta, um marcha-a-ré, preferindo olhar o mundo que cresce vertiginosamente, pelo espelho retrovisor, de um velho calhambeque, que a cada ano é pintado por fora, para esconder as ferrugens internas, e vendido para os menos favorecidos de abecedário, como um novo e reluzente e rápido carro de formula sei lá o que.
A repetição constante de mentiras, estão colando na mente como sendo verdades
Creio que esses factóides de todas as noites, por serem mentiras repetitivas, estejam cada vez mais colando na mente desses brasileiros sem acesso a uma folha de jornal, exercendo um fascínio pela falta de um cobrança no momento seguinte. E, como somos qualificados de mentes curtas, ao ouvirmos um novo factóide voltamos a acreditar a ressurreição brasílica.
Por que esse destilar contra aqueles que nós mesmos elegemos? Para pelo menos, os que buscam a cada momento do voto, ter consciência em quem está votando, não se esqueça desse mundo dos Alices que de maravilha nada tem, mas, pautam sempre pela transgressão do que falam em algum instante nos palanques, nas praças ou nos meios eletrônicos. Essa transgressão é o inverso do que foi prometido. A lógica do que farão é pautada pela ilógica do que não fazem. As ironias que pautam uns contra os outros, são elaboradas dentro do maior cinismo, para que o factóide ganhe mais força na mídia e todos acreditem que existem os paladinos da verdade nas casas congressistas. Em realidade a questiúncula é apenas atos bem humorados daqueles que sabem que enganam o público eleitor, mas, que dificilmente será cobrado por tanta enganação. Ainda mais, em um país que caminha cada vez mais, para que os donos do saber detenham por caminhos escusos as Academias do Saber e por esses mesmo caminhos são donos das mídias modernas. Para ser empreendedor basta pertencer a Corte dos Alices não maravilhosos. Todos sem exceção vivem de narrativas sem nada de concreto. Isso posto, que pelo menos mantenhamos o humor e façamos periodicamente críticas, não tão sutis como esta que escrevo, mas, totalmente contundente para que aqueles desafortunados de leitura, mas, afortunados pelos jornais da noite, ao menos queiram saber o que é um factóide.
Creio que esses factóides de todas as noites, por serem mentiras repetitivas, estejam cada vez mais colando na mente desses brasileiros sem acesso a uma folha de jornal, exercendo um fascínio pela falta de um cobrança no momento seguinte. E, como somos qualificados de mentes curtas, ao ouvirmos um novo factóide voltamos a acreditar a ressurreição brasílica.
Por que esse destilar contra aqueles que nós mesmos elegemos? Para pelo menos, os que buscam a cada momento do voto, ter consciência em quem está votando, não se esqueça desse mundo dos Alices que de maravilha nada tem, mas, pautam sempre pela transgressão do que falam em algum instante nos palanques, nas praças ou nos meios eletrônicos. Essa transgressão é o inverso do que foi prometido. A lógica do que farão é pautada pela ilógica do que não fazem. As ironias que pautam uns contra os outros, são elaboradas dentro do maior cinismo, para que o factóide ganhe mais força na mídia e todos acreditem que existem os paladinos da verdade nas casas congressistas. Em realidade a questiúncula é apenas atos bem humorados daqueles que sabem que enganam o público eleitor, mas, que dificilmente será cobrado por tanta enganação. Ainda mais, em um país que caminha cada vez mais, para que os donos do saber detenham por caminhos escusos as Academias do Saber e por esses mesmo caminhos são donos das mídias modernas. Para ser empreendedor basta pertencer a Corte dos Alices não maravilhosos. Todos sem exceção vivem de narrativas sem nada de concreto. Isso posto, que pelo menos mantenhamos o humor e façamos periodicamente críticas, não tão sutis como esta que escrevo, mas, totalmente contundente para que aqueles desafortunados de leitura, mas, afortunados pelos jornais da noite, ao menos queiram saber o que é um factóide.
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