Ah!!! Como é bom viver no mundo subatômico. Mundo regado a Internet, blogs, Orkut, comunidades e tantos outros ferramentais que nos permite viver on-line com o planeta Terra. Recebi diversos recados de amigos sobre o sucesso que esperam com o lançamento do meu livro. Diante do mundo subatômico, esses recados vieram de forma imediata, precisa e concisa, sem a necessidade de passar pelas lentidões das filas que temos que enfrentar nos Correios e Telégrafos, quando dele necessitamos. Além do empecilho do horário, nossa necessidade não pode ultrapassar as 17:00 horas, hora na qual, para a surpresa geral, encerra suas atividades. Ah!!! Não queiram também utilizar os Correios aos sábados, pois não funciona. Coisas do mundo mecanicista.
Curiosidade dos amigos.
Amigos, além de serem amores escolhidos, são coisas para se guardar ao lado esquerdo do peito. São pessoas dotadas de curiosidades sobre tudo o que ocorre com o a outra ponta, desse novelo de lã que acaricia a pele e nos aquece nas relações de mão-dupla. Baseadas nessas curiosidades querem eles saber o que escrevi no bojo do livro; quais os assuntos que poderão fazer com que pessoas leiam o referido e pratiquem alguma mudança; se tenho a sensação de sucesso ou se será mais um livro sobre sucessão familiar. Bem, como vivo em um mundo subatômico, no qual o que mais sabemos dele são suas probabilidades do certo ou do erro. Mundo que não nos dá certeza de nada. Apenas, espero que os leitores gostem e divulguem. Estou na torcida, como percebi que meus amigos também estão, para que ele, de fato, seja um sucesso. Sucesso não pela fama, mas, pela possibilidade de conter uma mensagem que possa agregar famílias e manter a sucessão. Em relação às mensagens que passei em suas duzentas e setenta e duas páginas, posso garantir que, em diversos capítulos tive a sensação, ao escrevê-los, que se tratavam de algo inédito para essa área.
Alguns destaques para matar a curiosidade dos meus amigos.
O próprio título, que nem é meu, foi uma sugestão do meu padrinho de literatura, Roberto Godoy, aquele que primeiro acreditou em minha força de escritor e que, durante seis anos, abriu as portas do maior jornal do interior do Brasil, o Correio Popular de Campinas, para que no Caderno de Economia, eu pudesse trocar informações com os milhares de leitores daquele matutino. Por que o DNA da encrenca, quiseram saber meus amigos. Ocorre que, para sabermos se um filho é nosso ou não, basta fazer um exame de DNA, cujo resultado afirma ou nega a paternidade. No mundo da sucessão temos que processar outro DNA: o da vivência no mundo subatômico ou mecanicista, dos predecessores e sucessores.
O resultado desse DNA constrói ou destrói as sucessões familiares
Quando o resultado do DNA cognitivo entre gerações for negativo a encrenca estará formalizada e precisará de muitas mudanças, principalmente, na cabeça do predecessor. Essa mudança será necessária para que ele possa acompanhar a mente subatômica do sucessor. Falo também da herança cultural que temos. Esse capítulo extremamente político-cultural, destaco o por quê somos essa Pátria na qual descremos do executivo, legislativo e judiciário, ou seja, negamos todos os ritos existentes no Hino Nacional. Nesse capítulo, escancaro a origem desse modelo mecanicista, patrimonialista e oligárquico, no qual a cultura brasileira está inserida. Para que tenhamos uma noção da importância desse capítulo, afirmo que o Brasil é governado por reis-do-tudo-pode, onde referendo sua origem e que, esse modelo cultural, infelizmente, está presente nas empresas familiares. Durante vinte e tantos anos, pude deparar-me com esses reis-do-tudo-pode, comandando suas empresas, ou seja, mantendo a cultura que nos alicerça em pântanos da incoerência e nos destrói por termos nossa respiração subatômica sufocada pelo lodo da incompetência, que alaga as sucessões familiares nacionais.
Gosto muito do capítulo que fala sobre os sistemas dos organismos vivos
Fui buscar em Bogdonov, médico, cientista, filósofo russo, do começo do Século Vinte, as relações das organizações dos sistemas vivos e suas coerência e incoerência nas questões empresariais. Bogdonov, em 1917 percebeu que todos os organismos vivos que se desenvolveram, o fizeram mediante o arejamento que se deu em seu meio viventis. Ele prova que somente por meio da heterogeneidade é possível um organismo vivo mudar e solidificar essa mudança. Percebi que esse modelo científico se faz presente na família, na empresa e no país. Por meio de singelas comparações pude nesse capítulo afirmar: ao manter uma empresa sem o arejamento proposto por Bogdonov a sucessão é tranqüila, porém, a empresa, em seu primeiro momento perde vendas, depois a lucratividade, e finalmente, fecha suas portas. Por incrível que possa parecer, por meio de pesquisas que realizei entre centenas de empresários, que viveram no Brasil do mercado fechado. Esses capitães de empresas ainda velejam por seus mares fechados, com a ilusão de ver no horizonte de suas vidas empresariais, as lindas praias disponíveis somente para eles, onde novas empresas, produtos e serviços, não têm lugar naquelas límpidas e reluzentes areias.
Finalizo o livro com uma mensagem
Como todo livro que se preze tem uma mensagem final, depois de seus dez capítulos, encerro afirmando que, depois de uma empresa realizar seu sonho de permanecer aberta durante décadas, nesse país que é campeão do fechamento de empresas, o importante para que elas permaneçam “de-pé” é: ter na sucessão familiar a necessidade em construir e manter o quadrilátero social, indispensável para que de fato as sucessões ocorram. Esse quadrilátero está alicerçado no amor a filosofia, no respeito à justiça, na formação ética do indivíduo e na manutenção interna da religiosidade. Mas, para dar aquela sensação de desafio, ao fazer essas afirmativas, faço um jogral com a ironia socrática, em afirmar e perguntar ao mesmo tempo, ao leitor, se é possível construir e manter esse quadrilátero, em uma Nação cujos propositores do padrão referencial, da filosofia, da justiça, da ética e da religiosidade, nada fazem para manter esse país crescendo no logo prazo, mas sim, agem como se o Brasil fosse acabar amanhã.
Aguardem meus amigos novas notícias na próxima semana, sobre o que aconteceu no lançamento do referido livro. Para os curiosos, segue o link do maior evento da América Latina, no qual esse humilde escritor estará presente.
http://www.alshop.com.br/brasilshop2006/programacao_congresso.pdf
Wednesday, May 31, 2006
Thursday, May 25, 2006
Sucessão familiar – DNA da encrenca –
O diálogo
...Alô... quem é? (disse uma linda voz pueril do outro lado da linha)
Eu sei que estou falando com a Yasmin...acertei?
...mamãe!!! é o pai do meu pai!!!.
Meu espírito de criança havia encontrado do outro lado da linha, uma criança em espírito. Como estava utilizando uma ferramenta subatômica, o VOIP, que vem substituindo os “caros” impulsos da telefonia de longa distância tradicional, pude falar por longos e deliciosos minutos com aquela tenra menina, minha neta do coração. Falamos, falamos, falamos. Como é bom falar com uma geração que viverá até o século XXII.
Somente depois de desligado o VOIP, que percebi ser um avô subatômico e que estava falando com uma geração subatômica. Minha mente viajou no “buraco-da-minhoca” dos pensadores das viagens do futuro. Pus-me a pensar: como pode uma jovenzinha, cujos pezinhos, possuem pouquíssima quilometragem de rodagem nessa terra, consegue atender ao telefone e decifrar, diante de poucas palavras, que estava falando com seu avô, mesmo tendo uma distância enorme, por morarmos milhas e milhas distantes, daqueles meus amores, Yasmim, Kauan e seus pais Camila e Enrique.
O lançamento do livro
Estou fascinado com o lançamento de meu primeiro livro. Ao chegar aos cinqüenta e sete anos, terei o prazer de lançar um livro repleto de novidades sobre as questões que envolvem as sucessões familiares, tema esse que tenho mais de um quarto de século de experiência. O lançamento não poderá ser mais glamouroso, ocorrendo no 6° Congresso Internacional do Varejo, que se dará de sete a dez de junho. No lançamento farei uma palestra está sobre o tema do livro, ou seja, sucessão familiar. Terei o prazer em dividir espaço com um palestrante internacional, também especialista na área.
O glamour do lançamento
Por que esse lançamento será glamouroso? Pelo fato de que, ao falar de sucessão familiar, pensarei no quanto foi para mim, uma grande realização, quando da criação, daquele que estimula a Yasmim e seu irmãozinho Kauan, a serem crianças subatômicas, que em parceria de minha nora Camila, elevam ao futuro desconhecido e incerto, duas pequenas almas, que fazem parte da sucessão de nossa família. Dividirei o palco com um correspondente da Alshop na Europa, recém chegado de Barcelona, onde está finalizando seu doutoramento, sobre sucessão familiar. Esse futuro doutor em administração, atende pelo nome de Eduardo Bocatto, portanto, mais uma satisfação para esse consultor-pai-avô. E aportará pelas alamedas brasileiras, em futuro breve, mais um doutorando em administração, pela ESAD de Barcelona, que por essas maravilhosas forças da sucessão atende pelo nome de Evandro Bocatto. Terei, nesses próximos meses, a sucessão familiar novamente junta em solo Pátrio. Serão dias felizes. Terei o prazer em estar novamente próximo a três professores que construirão as sucessões de nossa família. Sei que é por pouco tempo, mas, saudades também é bom sentir.
Caros amigos: sucessão familiar é de fato uma encrenca
Relatarei na palestra, nesse 6° Congresso Internacional, minha experiência em mais de vinte anos, os quais dediquei as empresas familiares de pequeno e médio porte. A felicidade em falar para empresários sobre o tema, tendo a participação efetiva de um sucessor, por si só encherá meu peito de satisfação, mas, quando penso na forma que Evandro e Eloisa cuidam da sucessão chamada, Luiz Felipe, Stefano e Luna, assim como Enrique e Camila cuidam de Yasmim e Kauan. Diante desse modelo que acredito, tendo como lição de casa minha própria família, falarei com propriedade, pelo propósito que tive em construir a minha sucessão familiar baseada no mundo subatômico. Desde a tenra idade desses meus sucessores apostei na internacionalização de seus pensamentos e atos, para que percebessem que o futuro pertencerá a quem pensar subatômicamente. Construindo dessa forma as mentes de meus sucessores, ofertei a eles as condições de deixarem para trás, o que vem assolando nosso país que é a visão do mundo mecanicista.
A abordagem do livro
Resumir em algumas linhas o que está escrito em duzentos e setenta páginas, seria impossível, mas, quem tiver a oportunidade de ler, perceberá a encrenca que é fazer um sucessor com mente subatômica, em um país que pensa e age mecanicistamente. A encrenca que é acreditar na sucessão baseada no quadrilátero uno que engloba o amor, a filosofia, o respeito à ética, a retidão pela justiça e a referência religiosa, que manterá Yasmim, Kauan, Luiz Felipe, Stefano e Luna, construindo no Século XXII, seus filhos. A encrenca que é falar em filosofia em um país cada vez mais afundado no analfabetismo funcional. A encrenca que é discorrer sobre a justiça em um país, no qual, a justiça pende para o lado monetário e de quem está próximo ao poder. A encrenca que é bem dizer sobre a referência religiosa em país que a religião está direcionada para eleição de poderosos, vendas de CD´s e DVD´s e as curas “milagrosas” que diariamente vemos nos programas religiosos exibidos nas tevês “religiosas”. No entanto, mesmo que essas sejam as encrencas, a função de quem passou boa parte da vida ajudando na sucessão de outrem, é divulgar o que acredito que dará certo, para todos os predecessores que queiram fazer sucessores subatômicos. O livro estará à disposição de quem gosta de leitura, mesmo sabendo que vivemos em um país obscurantista. Por fim, apostei anos atrás na qualidade do que ensinava na Universidade e o retorno está sendo, muitos anos depois, demonstrado nesse 6° Congresso Internacional de Varejo, pois, minha querida aluna Camila Sahyoun, sucessora do reconhecido empresário Nabil Sahyoun, presidente da Alshop, não somente convidou-me para ofertar essa palestra, como também, fez a gentileza de patrocinar esse livro.
...Alô... quem é? (disse uma linda voz pueril do outro lado da linha)
Eu sei que estou falando com a Yasmin...acertei?
...mamãe!!! é o pai do meu pai!!!.
Meu espírito de criança havia encontrado do outro lado da linha, uma criança em espírito. Como estava utilizando uma ferramenta subatômica, o VOIP, que vem substituindo os “caros” impulsos da telefonia de longa distância tradicional, pude falar por longos e deliciosos minutos com aquela tenra menina, minha neta do coração. Falamos, falamos, falamos. Como é bom falar com uma geração que viverá até o século XXII.
Somente depois de desligado o VOIP, que percebi ser um avô subatômico e que estava falando com uma geração subatômica. Minha mente viajou no “buraco-da-minhoca” dos pensadores das viagens do futuro. Pus-me a pensar: como pode uma jovenzinha, cujos pezinhos, possuem pouquíssima quilometragem de rodagem nessa terra, consegue atender ao telefone e decifrar, diante de poucas palavras, que estava falando com seu avô, mesmo tendo uma distância enorme, por morarmos milhas e milhas distantes, daqueles meus amores, Yasmim, Kauan e seus pais Camila e Enrique.
O lançamento do livro
Estou fascinado com o lançamento de meu primeiro livro. Ao chegar aos cinqüenta e sete anos, terei o prazer de lançar um livro repleto de novidades sobre as questões que envolvem as sucessões familiares, tema esse que tenho mais de um quarto de século de experiência. O lançamento não poderá ser mais glamouroso, ocorrendo no 6° Congresso Internacional do Varejo, que se dará de sete a dez de junho. No lançamento farei uma palestra está sobre o tema do livro, ou seja, sucessão familiar. Terei o prazer em dividir espaço com um palestrante internacional, também especialista na área.
O glamour do lançamento
Por que esse lançamento será glamouroso? Pelo fato de que, ao falar de sucessão familiar, pensarei no quanto foi para mim, uma grande realização, quando da criação, daquele que estimula a Yasmim e seu irmãozinho Kauan, a serem crianças subatômicas, que em parceria de minha nora Camila, elevam ao futuro desconhecido e incerto, duas pequenas almas, que fazem parte da sucessão de nossa família. Dividirei o palco com um correspondente da Alshop na Europa, recém chegado de Barcelona, onde está finalizando seu doutoramento, sobre sucessão familiar. Esse futuro doutor em administração, atende pelo nome de Eduardo Bocatto, portanto, mais uma satisfação para esse consultor-pai-avô. E aportará pelas alamedas brasileiras, em futuro breve, mais um doutorando em administração, pela ESAD de Barcelona, que por essas maravilhosas forças da sucessão atende pelo nome de Evandro Bocatto. Terei, nesses próximos meses, a sucessão familiar novamente junta em solo Pátrio. Serão dias felizes. Terei o prazer em estar novamente próximo a três professores que construirão as sucessões de nossa família. Sei que é por pouco tempo, mas, saudades também é bom sentir.
Caros amigos: sucessão familiar é de fato uma encrenca
Relatarei na palestra, nesse 6° Congresso Internacional, minha experiência em mais de vinte anos, os quais dediquei as empresas familiares de pequeno e médio porte. A felicidade em falar para empresários sobre o tema, tendo a participação efetiva de um sucessor, por si só encherá meu peito de satisfação, mas, quando penso na forma que Evandro e Eloisa cuidam da sucessão chamada, Luiz Felipe, Stefano e Luna, assim como Enrique e Camila cuidam de Yasmim e Kauan. Diante desse modelo que acredito, tendo como lição de casa minha própria família, falarei com propriedade, pelo propósito que tive em construir a minha sucessão familiar baseada no mundo subatômico. Desde a tenra idade desses meus sucessores apostei na internacionalização de seus pensamentos e atos, para que percebessem que o futuro pertencerá a quem pensar subatômicamente. Construindo dessa forma as mentes de meus sucessores, ofertei a eles as condições de deixarem para trás, o que vem assolando nosso país que é a visão do mundo mecanicista.
A abordagem do livro
Resumir em algumas linhas o que está escrito em duzentos e setenta páginas, seria impossível, mas, quem tiver a oportunidade de ler, perceberá a encrenca que é fazer um sucessor com mente subatômica, em um país que pensa e age mecanicistamente. A encrenca que é acreditar na sucessão baseada no quadrilátero uno que engloba o amor, a filosofia, o respeito à ética, a retidão pela justiça e a referência religiosa, que manterá Yasmim, Kauan, Luiz Felipe, Stefano e Luna, construindo no Século XXII, seus filhos. A encrenca que é falar em filosofia em um país cada vez mais afundado no analfabetismo funcional. A encrenca que é discorrer sobre a justiça em um país, no qual, a justiça pende para o lado monetário e de quem está próximo ao poder. A encrenca que é bem dizer sobre a referência religiosa em país que a religião está direcionada para eleição de poderosos, vendas de CD´s e DVD´s e as curas “milagrosas” que diariamente vemos nos programas religiosos exibidos nas tevês “religiosas”. No entanto, mesmo que essas sejam as encrencas, a função de quem passou boa parte da vida ajudando na sucessão de outrem, é divulgar o que acredito que dará certo, para todos os predecessores que queiram fazer sucessores subatômicos. O livro estará à disposição de quem gosta de leitura, mesmo sabendo que vivemos em um país obscurantista. Por fim, apostei anos atrás na qualidade do que ensinava na Universidade e o retorno está sendo, muitos anos depois, demonstrado nesse 6° Congresso Internacional de Varejo, pois, minha querida aluna Camila Sahyoun, sucessora do reconhecido empresário Nabil Sahyoun, presidente da Alshop, não somente convidou-me para ofertar essa palestra, como também, fez a gentileza de patrocinar esse livro.
Tuesday, May 09, 2006
Dia das mães!!!! – O que dizer para alguém tão especial?
Pode ser uma manhã fria ou quente - o mais importante, hoje, ao despertar, é lembrar da mãe da gente!
Mãe, natureza, beleza, amor, trabalho, grandeza.
Parto, dor, emoção, filho, doação.
Filho, fi-lo por que qui-lo e põe quilo e mais quilo de preocupação - ser mãe é pura emoção!
Mãe antiga, comida, bebida, saúde, tristeza, medo, dor
Doença, hormônio, matrimônio, cuidava de tudo com muito amor.
Mãe antiga, amiga, visão de mundo diminuída, mundo visto de uma janela corroída.
Vida pouco vivida, padrão antigo de vida, marido chefe, dono do contra-cheque, macho que resolvia cama, mesa, roupa, educação, dedicação, mantendo mãe antiga na prisão, prisão do lar, cela domiciliar.
Mãe antiga, papinha, cozinha, filhos, criação, tempo de alento, vivido momento-a-momento, filhos amados, doces rebentos.
Mãe atual, carga desigual, supermercado, papinha prontinha, na prateleira da culpa, culpa pela falta de tempo, de preparar alimento sem o sabor do amor.
Mãe atual, culpa assumida, sem tempo de transformar cenoura, chuchu e batatinha na mais pura comida, tudo feito na cozinha, dando tempo até para papear com a vizinha.
Hoje mãe moderna, não tem vizinha, tanque, nem cisterna e muito menos pinico.
Para conseguir tempo para a família esquenta tudo no micro. Nada anormal para essa mãe atual, apenas acréscimos para quem mudou da mãe antiga para a mãe comercial.
Comercial sim, sentimentos para os amados não estão mudados, estando no trabalho, em casa, horário comercial ou de madrugada, não desgruda da garotada, pelo telefone busca saber em tempo real o que ocorre com seu pessoal.
Mãe moderna, mundo comercial, traduz planilhas, dirige reunião, prega união, chega cansada, mesmo assim lava, passa, cozinha, limpa banheiro e varre chão.
Amargo será o lar da mãe comercial, que depois de um dia atarefado, não encontrar ao seu lado, um marido leal, um amigo consagrado.
Mãe do mundo transitório, troca fralda, faz baixar febre, coloca supositório, vive uma vida de artista sem auditório.
Sua arte, às vezes destarte, vive uma relação à parte, pois a emoção daquela artista do mundo comercial, vive distante de uma saudável vida de casal.
Mãe moderna acumula as angústias de um dia, no qual tem de enfrentar fulanos, cicranos e coisa e tal, querendo que as horas passem, para que ela não desabe de tanta pressão e quem sabe, depois desse dia atarefado, possa desfrutar e amar um homem prendado e viver uma feliz união.
Marido “chic” é aquele que entende essa nova realidade da mãe atual, que precisa acoplar seu contra-cheque, que sozinho não dá conta de pagar arroz, feijão e toucinho, mas, agregando ao dinheiro da mulher, ambos vivem com mais chances de manter um lar, da mesma forma que era mantido antes. Marido up-to-date entende a mulher atual, não mais pertence a ele e aos filhos, deixou de ser apenas uma agregada ao casal, porém não perdeu a grandeza, por estar vivendo hoje muito mais para a empresa.
Mãe antiga ganhava presente do provedor que nem sempre era presente, e sua ausência causava muita dor. Mãe moderna dá presente, é presente, mesmo distante nunca está ausente.
Mãe moderna pode viver o drama do desemprego, pesando sobre a família a falta de um contra-cheque, que provoca recessão familiar e muito desespero no “chefe”, provocando na família o mais profundo desespero.
Mãe moderna, emprego perdido, calando fundo a inadimplência, mas crente em sua competência vai à luta, paga as custas, quita as prestações e as juras, com muita disposição e ação faz de sua casa um lar de satisfação.
Mãe antiga que foi carona, sentava ao lado do motorista, que era machista, mãe moderna dá carona, fica durona, dirige, comanda, briga no trânsito, traz e leva criança, vai ao trabalho, troca pneu, entende de mecânica, segue o tráfego pesado, vive uma nova era e não se desespera.
Mãe moderna chama os filhos de “galera”, mãe MTV entende o que os filhos aprendem na TV, sabendo que os programas sem postura podem ser mudados fazendo com que seus filhos assistam mais canais voltados à cultura. Mãe cultura tem estrutura, o pensamento não fica pregado no presente, vai além, pensa na vida futura.
Vive, entende, aprende, repassa, não acha a vida dura, apenas ressente que em muitas vezes, aqueles que se fazem presentes em sua mente, não reconhecem o quanto a mãe moderna necessita de carinho, amor, amizade e, porque não dizer, sinceridade.
Mãe moderna é fruto de uma nova ansiedade, social, mundial. Procriação? Fato anormal. Vocação? Manter o prazer dessa nova formulação! Viver em um mundo repleto de ação? Permanecendo em sua mente imaginação, satisfação, emoção, comoção, geração, alegria e perseguir com ardor a manutenção de sua vida com muito amor. Participe de uma pesquisa sobre o assunto no site www.estruturahumana.com.br.
Prof. L.C.Bocatto – Consultor de empresas, palestrante e Mestre em Mercado e Comunicações.
Mãe, natureza, beleza, amor, trabalho, grandeza.
Parto, dor, emoção, filho, doação.
Filho, fi-lo por que qui-lo e põe quilo e mais quilo de preocupação - ser mãe é pura emoção!
Mãe antiga, comida, bebida, saúde, tristeza, medo, dor
Doença, hormônio, matrimônio, cuidava de tudo com muito amor.
Mãe antiga, amiga, visão de mundo diminuída, mundo visto de uma janela corroída.
Vida pouco vivida, padrão antigo de vida, marido chefe, dono do contra-cheque, macho que resolvia cama, mesa, roupa, educação, dedicação, mantendo mãe antiga na prisão, prisão do lar, cela domiciliar.
Mãe antiga, papinha, cozinha, filhos, criação, tempo de alento, vivido momento-a-momento, filhos amados, doces rebentos.
Mãe atual, carga desigual, supermercado, papinha prontinha, na prateleira da culpa, culpa pela falta de tempo, de preparar alimento sem o sabor do amor.
Mãe atual, culpa assumida, sem tempo de transformar cenoura, chuchu e batatinha na mais pura comida, tudo feito na cozinha, dando tempo até para papear com a vizinha.
Hoje mãe moderna, não tem vizinha, tanque, nem cisterna e muito menos pinico.
Para conseguir tempo para a família esquenta tudo no micro. Nada anormal para essa mãe atual, apenas acréscimos para quem mudou da mãe antiga para a mãe comercial.
Comercial sim, sentimentos para os amados não estão mudados, estando no trabalho, em casa, horário comercial ou de madrugada, não desgruda da garotada, pelo telefone busca saber em tempo real o que ocorre com seu pessoal.
Mãe moderna, mundo comercial, traduz planilhas, dirige reunião, prega união, chega cansada, mesmo assim lava, passa, cozinha, limpa banheiro e varre chão.
Amargo será o lar da mãe comercial, que depois de um dia atarefado, não encontrar ao seu lado, um marido leal, um amigo consagrado.
Mãe do mundo transitório, troca fralda, faz baixar febre, coloca supositório, vive uma vida de artista sem auditório.
Sua arte, às vezes destarte, vive uma relação à parte, pois a emoção daquela artista do mundo comercial, vive distante de uma saudável vida de casal.
Mãe moderna acumula as angústias de um dia, no qual tem de enfrentar fulanos, cicranos e coisa e tal, querendo que as horas passem, para que ela não desabe de tanta pressão e quem sabe, depois desse dia atarefado, possa desfrutar e amar um homem prendado e viver uma feliz união.
Marido “chic” é aquele que entende essa nova realidade da mãe atual, que precisa acoplar seu contra-cheque, que sozinho não dá conta de pagar arroz, feijão e toucinho, mas, agregando ao dinheiro da mulher, ambos vivem com mais chances de manter um lar, da mesma forma que era mantido antes. Marido up-to-date entende a mulher atual, não mais pertence a ele e aos filhos, deixou de ser apenas uma agregada ao casal, porém não perdeu a grandeza, por estar vivendo hoje muito mais para a empresa.
Mãe antiga ganhava presente do provedor que nem sempre era presente, e sua ausência causava muita dor. Mãe moderna dá presente, é presente, mesmo distante nunca está ausente.
Mãe moderna pode viver o drama do desemprego, pesando sobre a família a falta de um contra-cheque, que provoca recessão familiar e muito desespero no “chefe”, provocando na família o mais profundo desespero.
Mãe moderna, emprego perdido, calando fundo a inadimplência, mas crente em sua competência vai à luta, paga as custas, quita as prestações e as juras, com muita disposição e ação faz de sua casa um lar de satisfação.
Mãe antiga que foi carona, sentava ao lado do motorista, que era machista, mãe moderna dá carona, fica durona, dirige, comanda, briga no trânsito, traz e leva criança, vai ao trabalho, troca pneu, entende de mecânica, segue o tráfego pesado, vive uma nova era e não se desespera.
Mãe moderna chama os filhos de “galera”, mãe MTV entende o que os filhos aprendem na TV, sabendo que os programas sem postura podem ser mudados fazendo com que seus filhos assistam mais canais voltados à cultura. Mãe cultura tem estrutura, o pensamento não fica pregado no presente, vai além, pensa na vida futura.
Vive, entende, aprende, repassa, não acha a vida dura, apenas ressente que em muitas vezes, aqueles que se fazem presentes em sua mente, não reconhecem o quanto a mãe moderna necessita de carinho, amor, amizade e, porque não dizer, sinceridade.
Mãe moderna é fruto de uma nova ansiedade, social, mundial. Procriação? Fato anormal. Vocação? Manter o prazer dessa nova formulação! Viver em um mundo repleto de ação? Permanecendo em sua mente imaginação, satisfação, emoção, comoção, geração, alegria e perseguir com ardor a manutenção de sua vida com muito amor. Participe de uma pesquisa sobre o assunto no site www.estruturahumana.com.br.
Prof. L.C.Bocatto – Consultor de empresas, palestrante e Mestre em Mercado e Comunicações.
Tuesday, May 02, 2006
Cheques devolvidos, Evo Morales e o Tesouro Americano
O que esses três destaques que fiz na chamada do artigo tem a ver entre si? O acordo e o desacordo. Esse artigo foi escrito depois que, reunido com uma empresa na qual sou consultor, percebi que o grande problema do capital de giro estava nos cheques não pagos. Cinqüenta por centos dos cheques não eram sem fundo e sim, cheques sustados. Essa metade que deveria estar corrente no ativo da empresa, foram sustados em sua grande maioria por “roubo” do talão ou desacordo comercial. Pois bem, vamos analisar sob a luz da verdade. Caso uma pessoa que pagou suas contas por meio de diversos cheques e teve seu talão de cheques roubado, ela com certeza, à luz da verdade, teria que sustar todos os cheques em branco. Ah! Essa pessoa é totalmente desorganizada, paga suas contas com cheques e não anota os pagamentos em um campo de anotações, cujo espaço foi colocado exatamente para que, ao chegar em sua casa ou empresa, possa dar baixa em sua conta corrente. Mas, essa pessoa de fato não é dada a anotação. Ato contínuo, ela ao sustar os cheques, deveria imediatamente, à luz da verdade, remeter para todos os clientes que tiveram seus cheques sustados, o valor em depósito, para a conta daquele que, acreditou em sua palavra que pagaria, o acordado, quer seja por meio de cheques ou outro valor monetário.
É isso que acontece? Infelizmente, não. As pessoas agem como agiu o mais novo populista das Américas, o senhor Evo Morales. Esse Rei latino americano, mais uma vez denota para o mundo que a América “latrina” é de fato uma grande latrina, cujos odores são sentidos a milhares de quilômetros de distância. O fedor que diversos Reis latinos exalam com suas fezes putrefatas pela falta de compromisso com os acordos que assumem e não cumprem. Portanto, essa é a mesma verdade que milhões de brasileiros exalam com suas “descarastes” cotidianas, ao sustarem seus cheques e não pagarem o que foi acordado, ou mesmo, devolverem a mercadoria, caso a questão seja o desacordo comercial. Pois, pelo menos o cheque sem fundo pode ser executado imediatamente.
Criticar nosso “lado” Evo Morales será que vale a pena?
Por todos os noticiários que tenho lido, percebi que pela primeira vez o governo que sempre quis dar calote nos empréstimos que fizemos, sentiu na carne quando o calote lhes é dado. A grande esperança ficará por conta da existência de um Foro Internacional que faça valer o que foi acordado entre o Governo da Bolívia e o Governo Brasileiro, pois, esses investimentos não foram realizados para o senhor Evo Morales, que terá uma passagem efêmera pelo Poder Central boliviano e sim, um acordo entre dois países que perduraram no Universo por tempo infinito. A esperança nesse Foro será que o mesmo faça com que, o Brasil possa ter a segurança de que se o Sr. Evo Morales nacionalizou todos os campos de petróleo e gás, negando todos os acordos realizados pelo Governo da Bolívia, portanto, para o povo da Bolívia, que explique o por quê e, imediatamente, restitua todos os investimentos, com a correção monetária internacional, do que foi colocado em investimento no solo boliviano.
Nosso Foro de reclamos será que vale apenas tê-los
Voltando à reunião que acabara de ter com meu cliente. Diante de valores expressivos que foram retirados de seu ativo circulante, por meio dessa esperteza nacional, percebi que o meu cliente, além do prejuízo pela falta de dinheiro em caixa, não teria o que fazer no curto prazo para reaver esse montante, pois nosso Foro, não prevê a possibilidade de sanções imediatas. Nesse país ninguém vai preso por falta de pagamento, nem mesmo aqueles que negam o pagamento alimentício para seu próprio filho. Tudo nesse país é passível de medidas suspensórias, para todas as demandas, as quais, um deve e o outro têm para receber. Nada funciona em nossos Foros de reclamações. Aqueles que são honestos e querem de fato acreditar que estejam fazendo acordos com pessoas que são honestas, ao perceberem que foram ludibriados, não tem a quem recorrer no curto prazo. Essa honestidade, não necessitaria de consulta nos SPC´s da vida, bastaria que os bancos que tivessem a boa vontade em não fornecer talões de cheques para pessoas que não tivessem a possibilidade de honrar o acordo. Mas, como deixar de contar com um dos serviços bancários mais rentáveis para os próprios bancos, que é o valor da cobrança por cheque sem fundo? Não espere caro credor que parta dos bancos alguma ação que possa tolher o mau pagador. Os bancos somente possuem uma excelente qualificação analítica de quem é bom e mau pagador, no momento que a eles são pedidos os créditos. Nesse momento, de fato eles sabem agir e fazer valer esse propalado acordo comercial. Quem não tem crédito ou é suspeito de não conseguir honrar o crédito solicitado, não leva dinheiro para casa mesmo.
A preferência pela safadeza e não pela verdade
Voltando ao senhor Evo Morales. Esse senhor está me deixando de careca em pé, caso tivesse cabelo eles que ficariam. Explico: depois de décadas de lutas para que fossem destituídos todos os caudilhos da América católica, temos visto, novos e maus intencionados caudilhos sendo colocados, pelo voto popular, em suas cadeiras de Reis desses mal fadados países, que além de carcomidos pela ignorância de seus povos, pela incúria de seus governantes, começam a ter aquela cara da insurreição contra acordos internacionais, sustando a seu bel-prazer acordos que foram realizados em nome do Estado de direito. Esse sintoma de volta ao passado das intervenções que em passado recente eram realizados pelo poder das armas, está modernamente tendo sua volta pelas mãos do populismo. Isso é deveras mal para uma América que está cada vez mais atrasada.
Porque é ótimo emprestar dinheiro para os americanos
Não é por acaso que o Governo Americano é o maior devedor do mundo e, mesmo assim, todo o possuidor de alguma reserva de dinheiro querem emprestar para esse grande devedor. Ocorre que, ao selar um acordo com o credor o Tesouro Americano cumpre. Esse cumprimento de obrigações faz toda a diferença na hora que necessitam de crédito. Sempre ouvi que não se deve emprestar dinheiro para pobre. Depois, ao ler a Bíblia entendi porque. Tem uma passagem que um pobre não tem dinheiro para pagar ao seu credor que era rico. Depois da explicação do por que não poderia pagar, o rico senhor entendeu a situação daquele pobre e o libertou de ser seu escravo pelo resto da vida (esse era o castigo para o mau pagador). O pobre satisfeito com a decisão estava voltando para sua casa, quando viu na fila dos devedores, uma pessoa mais pobre ainda do que ele, que lhe devia. Imediatamente, mandou que aquele devedor fosse feito seu escravo. Por isso caros leitores, fazer negócios com países pobres, não somente pobre monetariamente falando, mas, de pobreza mental, não é lá uma das coisas que gostaria de fazer. Desculpem-me aqueles que defendem o Mercosul, mas, se eu fosse presidente da República, voltaria todos meus investimentos para a América do Norte e Europa. O presidente do México assim o fez, e hoje o México passou o Brasil em exportações e investimentos para países ricos, sendo que, com esse dinheiro está melhorando a vida de seus cidadãos.
L.C. Bocatto - Diretor da Estrutura Humana
É isso que acontece? Infelizmente, não. As pessoas agem como agiu o mais novo populista das Américas, o senhor Evo Morales. Esse Rei latino americano, mais uma vez denota para o mundo que a América “latrina” é de fato uma grande latrina, cujos odores são sentidos a milhares de quilômetros de distância. O fedor que diversos Reis latinos exalam com suas fezes putrefatas pela falta de compromisso com os acordos que assumem e não cumprem. Portanto, essa é a mesma verdade que milhões de brasileiros exalam com suas “descarastes” cotidianas, ao sustarem seus cheques e não pagarem o que foi acordado, ou mesmo, devolverem a mercadoria, caso a questão seja o desacordo comercial. Pois, pelo menos o cheque sem fundo pode ser executado imediatamente.
Criticar nosso “lado” Evo Morales será que vale a pena?
Por todos os noticiários que tenho lido, percebi que pela primeira vez o governo que sempre quis dar calote nos empréstimos que fizemos, sentiu na carne quando o calote lhes é dado. A grande esperança ficará por conta da existência de um Foro Internacional que faça valer o que foi acordado entre o Governo da Bolívia e o Governo Brasileiro, pois, esses investimentos não foram realizados para o senhor Evo Morales, que terá uma passagem efêmera pelo Poder Central boliviano e sim, um acordo entre dois países que perduraram no Universo por tempo infinito. A esperança nesse Foro será que o mesmo faça com que, o Brasil possa ter a segurança de que se o Sr. Evo Morales nacionalizou todos os campos de petróleo e gás, negando todos os acordos realizados pelo Governo da Bolívia, portanto, para o povo da Bolívia, que explique o por quê e, imediatamente, restitua todos os investimentos, com a correção monetária internacional, do que foi colocado em investimento no solo boliviano.
Nosso Foro de reclamos será que vale apenas tê-los
Voltando à reunião que acabara de ter com meu cliente. Diante de valores expressivos que foram retirados de seu ativo circulante, por meio dessa esperteza nacional, percebi que o meu cliente, além do prejuízo pela falta de dinheiro em caixa, não teria o que fazer no curto prazo para reaver esse montante, pois nosso Foro, não prevê a possibilidade de sanções imediatas. Nesse país ninguém vai preso por falta de pagamento, nem mesmo aqueles que negam o pagamento alimentício para seu próprio filho. Tudo nesse país é passível de medidas suspensórias, para todas as demandas, as quais, um deve e o outro têm para receber. Nada funciona em nossos Foros de reclamações. Aqueles que são honestos e querem de fato acreditar que estejam fazendo acordos com pessoas que são honestas, ao perceberem que foram ludibriados, não tem a quem recorrer no curto prazo. Essa honestidade, não necessitaria de consulta nos SPC´s da vida, bastaria que os bancos que tivessem a boa vontade em não fornecer talões de cheques para pessoas que não tivessem a possibilidade de honrar o acordo. Mas, como deixar de contar com um dos serviços bancários mais rentáveis para os próprios bancos, que é o valor da cobrança por cheque sem fundo? Não espere caro credor que parta dos bancos alguma ação que possa tolher o mau pagador. Os bancos somente possuem uma excelente qualificação analítica de quem é bom e mau pagador, no momento que a eles são pedidos os créditos. Nesse momento, de fato eles sabem agir e fazer valer esse propalado acordo comercial. Quem não tem crédito ou é suspeito de não conseguir honrar o crédito solicitado, não leva dinheiro para casa mesmo.
A preferência pela safadeza e não pela verdade
Voltando ao senhor Evo Morales. Esse senhor está me deixando de careca em pé, caso tivesse cabelo eles que ficariam. Explico: depois de décadas de lutas para que fossem destituídos todos os caudilhos da América católica, temos visto, novos e maus intencionados caudilhos sendo colocados, pelo voto popular, em suas cadeiras de Reis desses mal fadados países, que além de carcomidos pela ignorância de seus povos, pela incúria de seus governantes, começam a ter aquela cara da insurreição contra acordos internacionais, sustando a seu bel-prazer acordos que foram realizados em nome do Estado de direito. Esse sintoma de volta ao passado das intervenções que em passado recente eram realizados pelo poder das armas, está modernamente tendo sua volta pelas mãos do populismo. Isso é deveras mal para uma América que está cada vez mais atrasada.
Porque é ótimo emprestar dinheiro para os americanos
Não é por acaso que o Governo Americano é o maior devedor do mundo e, mesmo assim, todo o possuidor de alguma reserva de dinheiro querem emprestar para esse grande devedor. Ocorre que, ao selar um acordo com o credor o Tesouro Americano cumpre. Esse cumprimento de obrigações faz toda a diferença na hora que necessitam de crédito. Sempre ouvi que não se deve emprestar dinheiro para pobre. Depois, ao ler a Bíblia entendi porque. Tem uma passagem que um pobre não tem dinheiro para pagar ao seu credor que era rico. Depois da explicação do por que não poderia pagar, o rico senhor entendeu a situação daquele pobre e o libertou de ser seu escravo pelo resto da vida (esse era o castigo para o mau pagador). O pobre satisfeito com a decisão estava voltando para sua casa, quando viu na fila dos devedores, uma pessoa mais pobre ainda do que ele, que lhe devia. Imediatamente, mandou que aquele devedor fosse feito seu escravo. Por isso caros leitores, fazer negócios com países pobres, não somente pobre monetariamente falando, mas, de pobreza mental, não é lá uma das coisas que gostaria de fazer. Desculpem-me aqueles que defendem o Mercosul, mas, se eu fosse presidente da República, voltaria todos meus investimentos para a América do Norte e Europa. O presidente do México assim o fez, e hoje o México passou o Brasil em exportações e investimentos para países ricos, sendo que, com esse dinheiro está melhorando a vida de seus cidadãos.
L.C. Bocatto - Diretor da Estrutura Humana
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