Wednesday, May 30, 2007

CONSULTORES FARISEUS:DEIXEM O CRISTO EM PAZ!



Deliciosamente instalado na poltrona de minha existência, fiquei assistindo na tela da minha mente, o findar de mais um dia de trabalho. Para descansar meus neurônios me vi envolvido com todos as constelações que a Internet nos oferta. Nesse universo do nada se aproveita, mas, onde tudo se vê, recebo o aviso da chegada de mais uma mensagem. O carteiro do futuro, ao contrário do carteiro de Neruda, não chega em sua lenta bicicleta, nem estaciona seu coração diante do receptor da mensagem, para dizer-lhe: bom dia! O carteiro subatômico, apenas emite seu bip e nos deixa a mercê de cartas que nem sempre pedimos para receber. Mas, carta é carta! Ela oferece ao receptor toda sorte de curiosidade. Sem precisar utilizar meu, envolto em teias de aranha, abridor metálico de carta, apenas usei o cursor e abri a mensagem.

Era uma mensagem sobre a atuação de Jesus Cristo


Abri a mensagem e percebi se tratar de um vídeo de treinamento, onde um fariseu, meu colega, diante de um público de pessoas de uma empresa fazia sua preleção. Empresas dessas que tem o recurso e não o utiliza adequadamente. Voltando ao fariseu. Ele estava blasfemar sobre a pessoa de Jesus Cristo. Sem saber de fato de Quem falava, aquele fariseu dizia para platéia buscar Nele a inspiração enquanto funcionários. Primeiro disse que Jesus era um funcionário exemplar, por ter recebido uma tarefa de seu “Chefe” e não ter relegado ou mesmo perguntado de que se tratava. Erro do fariseu: o Cristo não tinha “Chefe”. A oferta partiu de seu Pai. Segunda fala do consultor fariseu: que todos que quisessem ser líderes deveriam ser como o Cristo, pois, Ele havia escolhido doze discípulos e retirado deles o que eles tinham de melhor. Outro erro do fariseu. Nem todos foram escolhidos por Jesus, alguns por livre e espontânea vontade, haviam escolhido as palavras de Jesus e diante delas, resolveram caminhar junto a Ele. Incluso o fato de um deles, não ter admitido que o Cristo de fato era a Luz da Bondade Divina na Terra. Aquele mau discípulo queria que Ele pegasse em armas contra os romanos ou ganhasse a vida com Seus poderes tirando dinheiro dos fracos e oprimidos. Ao não conseguir seu intento vende-O por trinta dinheiros.

O público que recebe essas palavras tende a aplausos falsos


O desinfeliz fariseu, apoiado em uma escada de aço, fazia de conta que ascendia ao infinito, falso é claro, como ele. O fariseu parecia um desses falsos pregadores que aparecem depois da meia-noite em telas de televisão, que de novo, em nome do Cristo, prometem exorcizar nossos males para sempre. No mundo dos negócios dos consultores motivacionais, eles prometem brasas que não queimam, mas, provocam motivação. Prometem que ao levarem incautos a subir em árvores, depois dessa “aventura”, terão mais mobilidade nas tomadas de decisões. Sem contar os camelôs que nunca pagaram um tostão de impostos, ensinam como investir em marketing. Ou ainda pior, os consultores que, como pescadores, contam as maiores lorotas sobre si mesmo, que de tanto mentirem, como mitômanos, acreditam que são de fato o que escrevem em seus currículos. O pior ainda não isso. Esses loroteiros, fariseus e assemelhados, em país de marcosvalérios, zuleidos, rogérios e camarilha que atuam no Balcão do Armazém Brasília, em país da impunidade, todos continuam, impunemente, a dar palestras sobre motivação, incluso o barítono Jefferson.

Como é difícil ser consultor NÃO fariseu nesse país da enganação


Outro dia fui inquirido por um cliente que, ao ver um outdoor onde havia um consultor dizendo que daria um curso rápido e que, os participantes ao saírem de seu treinamento, estariam aptos a gerenciarem e fazer suas empresas terem sucesso. Meu cliente perguntou-me: por que você não faz esse tipo de palestra e ganha muito mais dinheiro? Vendo de quem se tratava respondi que não era meu perfil aquele tipo de trabalho. A conversa terminou ali. Mas, tive, em verdade, a vontade de iniciar a resposta pedindo para que ele gravasse bem o rosto daquele consultor do outdoor e depois fosse vê-lo pessoalmente. Aquela foto deveria ter no mínimo vinte anos. Conheço o consultor e a foto. Desde o início da década de oitenta ele fala a mesma coisa e usa a mesma foto. Mas, para que perder meu tempo, se a maioria é assim, vive em um país do atraso e tem público para enganar? Cada empresa contrata o consultor que merece.

Fariseus! Ao menos deixemos Jesus Cristo em paz


Gostaria de fazer um apelo: consultores, aqueles que usam paramentos, outros que em seus recortados ternos armanis e falam em nome do Cristo nunca deixem de falar sobre Ele! Mas, que ao fazerem, recebendo o dinheiro que recebem, que não é pouco, façam como Paulo, doem para os necessitados. Até por que, a instituição do dízimo não foi do Cristo. A idéia foi de seu pior perseguidor, o fariseu Saulo, que depois de tanto mal fazer ao cristianismo, assim como esses consultores o fazem, percebeu que o caminho da fé era de fato a obra do Dele e arrependido virou Paulo. Quem sabe se estes consultores fariseus antes de serem sacrificados pelos recursos humanos, que sabem separar o joio do trigo, se arrependam e morram por Ele.

Wednesday, May 23, 2007

BILL CLINTON, “LULA” DA SILVA E MISTER MAGOO



Estamos por diversos dias em contato direto com um grupo de americanos, por conta de uns trabalhos internacionais que a Estrutura Humana está envolvida. Nos momentos de almoço, fala-se de tudo, menos de trabalho, felizmente. Como não poderia deixar de ser, política assenta-se à mesa e faz presença, na degustação de nosso pene a la putanesca.
Nós brasileiros comentamos uma charge que está navegando Internet afora, a respeito de nosso Lula da Silva, na qual ele é chargeado como Mister Magoo, ou seja, aquele que nada vê, mas, que ao final acaba tudo dando certo. Um dos presentes de origem americana fez então a comparação, entre Lula da Silva e Bill Clinton, pois, seria o Clinton o Magoo deles.

Queria ter o Mister Magoo americano, no Brasil


Ao ouvir a comparação, comentei que adoraria ter aquele Mister Magoo como nosso mandatário, pois, nas mãos do Magoo americano os Estados Unidos cresceram como nunca haviam crescido, desde a Era Reagan. Sem contar que, ninguém seqüestrou empresas americanas, cortou fornecimento de nada e muito menos aumentou preços de produtos, depois de contratos devidamente assinados. Infelizmente, acrescentei, o nosso Maggo, além de nada ver, não fez o Brasil crescer - a não ser a dívida ativa – deixou a corrupção correr solta, inclusive escolhendo novos ministros com manchas negras em seus currículos e o pior: bem, não há pior!

Nosso Magoo distribuidor das bolsas esmolas


Diante de um país cuja palperridade não está presente somente nas questões que envolvem o monetariado brasilis, mas, nas atuações como país em desenvolvimento, acrescento: o Brasil está a cada dia que passa mais pobre quando comparado os nossos concorrentes diretos: Índia, China e Rússia. Esse governo vem propagando que está colocando mais e mais estudantes nas universidades. Que suas bolsas misérias estão deslocando a massa abaixo da linha da pobreza, para acima dessa mesma linha. Que em futuro próximo todos aqueles que não tinham a oportunidade de estar inserido no mundo acadêmico e no da Internet, estarão fazendo parte desses dois necessários mundos.

Que maravilha de discurso do nosso Mister Maggo


Ele acredita tanto nessa sua competência de estadista que, devido a Lei, não teria coragem de se candidatar a reeeeeeeeleição em 2010 (palavras dele). Claro que novamente seria eleito, afinal, nosso Magoo está acostumando pessoas simples, que nada tinham, a viverem com migalhas. Esquece ele dos ensinamentos do Cristo e outros Avatares, que sempre propagaram que todos lideres devem ensinar seus liderados a pescar e não, ficar o tempo todo oferecendo o peixe. Dar o peixe cria a indolência, a preguiça, voltando ter o Brasil o que teve nos anos da correção monetária: pessoas acostumadas à vadiagem, pessoas estas, que pertenciam da classe média para cima, nada produziam, por terem seus ganhos protegidos pelas violentas correções do dinheiro todas as noites. Nosso Mister está acostumando agora a classe paupérrima a nada produzir, a não ser esperar a esmola mensal.

O que faltará no futuro


Muito bem Mister Magoo nacional! Auguro que sua campanha de popularização das esmolas, da inserção a universitária e outras benesses ofertadas, com o dinheiro arrancado pelos aviltados impostos, retirados de todos que os pagam, continue firme e forte, mas, aqui vão dois avisos:
1. Quem nada ganha, se recebe 30 dinheiros, acha maravilhoso, mas, tempos depois acabará achando esses 30 pouco e se não for aumentado, se revoltará.
2. Quem não tinha chances de inserção universitária, ao chegar lá, acha algo esplendoroso, mas, depois de formado, na seqüência de sua vida, vai exigir do nosso Magoo no mínimo um emprego digno.
Como crítico contumaz desse governo, espero que ele esteja pensando nesses dois graves problemas que ele mesmo criou e devido sua “visão” de estadista esteja pensando em como corrigir. Bem, ele convidou o Mangabeira Uber, para dar a ele a visão de futuro. Espero.

Monday, May 14, 2007

A CONTAMINAÇÃO DA EMPRESA



Terminando uma série de artigos sobre a convergência internacional, falarei sobre a contaminação interna da empresa e suas conseqüências em relação ao mercado. Foi-se o tempo que imaginávamos quais seriam os efeitos da globalização para as empresas nacionais. Não há mais espaço para o tema globalização. Hoje, fala-se sobre quais os caminhos que as empresas devem seguir para se manter no mercado. Na atualidade temos concorrências mundiais, queiramos ou não, são elas rápidas na tomada de decisões. Existem outras que, para o desespero do empresariado nacional, são muito, mais muito rápidas. No mundo da convergência internacional, parar para pensar em tomar decisões, pode levar empresas a perderem fatias importantes de mercado e em muitos casos: perderem o mercado.

Tomar decisões no escuro é a solução?

Perguntarão empresários e executivos: “então temos que arriscar no escuro”?. A resposta é não. Hoje, todos têm que estar com decisões prontas para serem tomadas na hora certa, no momento exato. Pesquisas, tendências, motivação de ganhar mercado, estímulo para os colaboradores, devem estar prontas para lançar no mercado. Essas novas e arrojadas ações devem estar sempre prontas na mente de todos os envolvidos no processo. Não há mais espaço para a centralização. Não há mais espaço para pensar o que fazer depois que a concorrência lançou algo que divida a fatia do mercado que pertencia a empresa. Dá-se a esse movimento flexível, inovador de rapidez nunca antes realizado de o nome de convergência internacional. Nesse movimento onde tudo deve estar pronto e convergindo para o mercado na hora certa e no momento aprazado é o que manterá a sobrevivência da empresa doravante.

Não temos mais tempo para olharmos para nosso umbigo

Imagine um time que entre em campo com a estimulação de não tomar gol, tendo do outro lado aquele time que quer marcar gol. Para todos nós “especialistas” em futebol, sabemos que o retranqueiro, tem que olhar para todos os movimentos do adversário e cuidar, ao mesmo tempo, de seu sistema defensivo, tendo, portanto, duas tarefas. Do outro lado, o time que quer marcar gol tem apenas uma tarefa: correr para a bola e levá-la para dentro das redes, ou seja, uma tarefa apenas. O futebol nos mostra que quem entra para segurar o jogo, tende a perder, por cansar-se muito diante de duas tarefas. Assim é o mercado. Enquanto a empresa que fica preocupada com suas próprias forças e fica pensando em qual estratégia a concorrência irá tomar, pode não ter fôlego na hora que o concorrente colocar a novidade para a clientela. Nunca o termo “correr atrás do prejuízo” foi tão verdadeiro. Quem corre atrás do prejuízo, já disse: está no prejuízo. Hoje, depois de implantada a convergência internacional, a frase é “correr em direção ao lucro”. A diferença não preciso nem comentar por ser claro em seus resultados”.

O poder de competição de uma empresa depende da agilidade do país

Os grandes motivos para uma empresa atuar no mundo da convergência internacional. Em primeiro lugar é ter seus colaboradores com mente internacional, levando aqueles que preparam e tomam decisões para o exterior para sentirem o “cheiro” do desenvolvimento convergente. Em segundo, ter a empresa com as qualidades que citei no subtítulo anterior. Porém, as empresas devem ter também como seu principal auxiliar o governo. Deve esse auxiliar resolver tudo o que lhe compete, ou seja, estar convergindo também nos padrões internacionais. Deve ter resolvido os seus sistemas tributários com coerência entre trabalho e capital. Ter um ágil e competente sistema de crédito, com juros em nível internacional. Esse governo deve ter também capital próprio para subsidiar suas indústrias quando elas são atacadas por subsídios externos. Esse tripé estando a disposição das empresas, faz com que elas de fato estejam convergentes e aptas a concorrer de igual para igual no pós-globalização. Em sendo assim, todos nós sabemos do calvário que empresas brasileiras passam diariamente. Infelizmente, no Brasil esse tripé não existe, tendo as empresas a desesperança de ficarem a mercê de uma mercado que não mais permite equívocos, quer seja da empresa, quer seja do governo.

A convergência propicia uma nova geração de vitoriosos

Antes da convergência internacional quem era grande, continuava grande por décadas. Agora, com todas as novas modificações que estão em andamento no mundo dos negócios, propiciam ser grande, pequeno ou médio, aquele que é mais ágil, flexível e inovador. Hoje, a competência não está mais no tamanho e sim, na coragem de ser inovador. ACREDITEM: não podemos mais nos balizar por esse pobre mercado nacional que não cresce a décadas. Sentir-se grande, hoje é para aqueles que vislumbram, independentemente do tamanho, pensarem em se tornarem grandes, aqui e, principalmente, tendo como parâmetro o mercado internacional. Esses corajosos estão procurando sua grandeza em convergência internacional e não mais na pequenez desse nosso contaminado mercado nacional.