Friday, September 26, 2008

CULTURA FAMILIAR DIANTE DOS DISRUPTORES


CULTURA FAMILIAR EM ORDEM FUNCIONA?


Para que a comunicação do AMOR atinja com seus raios luminosos o outro, precisamos saber uma regra da civilização que, apesar de sua simplicidade, havendo a falta de esclarecimento, torna o processo AMOROSO mais e mais distante do outro.

As regras da civilização

Essa regra é simples, diferenciar de forma clara o que representa o Grupo Primário, do Grupo Secundário, pois, a civilização somente existe pelos trabalhos desenvolvidos por esses dois grupos.


GRUPOS

PRIMÁRIOS

(Composição)=

TRABALHO+AMOR+INTIMIDADE



GRUPOS

SECUNDÁRIOS

(Composição)=

TRABALHO+AMOR+NÃO - INTIMIDADE

Contaminação e impregnação familiar presente nas mídias

Percebam por meio de relacionamentos, da sétima arte, do teatro e as novelescas histórias contadas pelas grandes mídias em seus capítulos diários, esses tipos de comunicação que seguem abaixo:

Personagens centrados (probabilidades) = Amor Centrado e Racionalizado

Personagens com um pouco de carência (probabilidades) = Amor Focado

Personagens com média carência (probabilidades) = Ilusões

Personagens com muita carência (probabilidades) = Paixão

Personagens com depressão (probabilidades) = Paixão Irracional

Personagens com melancolia (probabilidades) = Delírios


PENSAMENTO E OBJETIVO FAMILIAR


O pensamento evolui em consonância com a evolução da humanidade. Esse pensamento por ser integrado em relação ao ser humano e a sociedade, na qual ele vive, convive, se manifesta, se agrega, se suporta e é suportado, possui objetivos fixos e outros variáveis. Assim, tudo que está presente no ser, é levado para o seio familiar.

A presença dos disruptores na vida do indivíduo

Apesar da palavra ser “modernosa” as ações que ela compreende são pertencentes a antiguidade e perduram até nossos dias e, estarão presentes em nosso futuro, dos homens, das empresas e da humanidade. Disruptor ou perturbador é algo que provoca fratura, rompimento, deflexionamento, interrupção em um processo conhecido.
Disruptores da humanidade tiveram suas ações e passagens catalogadas pela história humana. Como ato e ações de disruptoras da humanidade, poderemos citar centenas delas, nos fixaremos às mais conhecidas que são as passagens das Eras. Iniciou-se com o relato da Idade da Pedra, na qual todo o ferramental era constituído e construído de pedra. Tivemos a passagem para a Idade do Cobre, onde os ferramentais estavam sendo construídos a partir da descoberta de jazidas desse mineral. A inteligência humana aprendeu novas técnicas e a primeira que se tem conhecimento foi a de fundir o cobre e o estanho, fazendo uma liga melhor e mais resistente denominada de bronze, daí o nome de Idade do Bronze. Tudo isso aconteceu no Período Neolítico, porta de entrada da sociedade na qual vivemos atualmente. Tivemos na seqüência a Idade do Ferro, que deu origem a Era Industrial, chegando até a Era do Conhecimento, a qual perdura entre nós.

Disruptores e suas ações conhecidas

Dos disruptores humanos e suas ações, a mais conhecida é o casamento e na seqüência o nascimento de um filho. Duas ações disruptoras que interrompem todos os processos conhecidos. Outro processo de terrível desrupção é a passagem do CPF para CNPJ, a partir dessas três decisões nada mais será o mesmo. O mais temeroso dos disruptores empresariais é a entrada de pessoas da família para dentro de empresas de seus próprios familiares. Na visão de todos os não pertencentes a família, esse ser ungido pela família, poderá ser um semideus, podendo tudo e nada com ele acontecendo. E, a mais temida das disrupções é a passagem de uma geração de comando, para uma geração que estava sendo comandada, sendo em empresas familiares ou não. Essa disrupção é vista por todos e, principalmente, pelo mercado como uma nova empresa, pois, tudo o que acontecer daquele dia em diante, será visto pelo mercado com um olhar mais centrado e, qualquer ação não conhecida, poderá colocar a empresa em stand by, para ver o que vai acontecer com ela.

Disruptores e suas presenças em nosso cotidiano

Disruptores de nossos dias estão no mundo conjugal, familiar, social e profissional, no entanto, os mais rápidos deles estão acontecendo no mundo da tecnologia. Esses de fato são os que mais afetam, o homem, a família e a empresa. Poderíamos encher páginas e páginas desses disruptores, contudo, destacaremos aqueles que fazem a diferença na sociedade moderna.

Disruptor no modelo das análises atuais

Há um texto bíblico que afirma o seguinte: “Não coloqueis a candeia debaixo do alqueire, mas, sim sobre o candeeiro afim de que todos possam ver a luz”. Esse texto é o referencial do Lions Club do Estado do Mato Grosso. Aquele Distrito Múltiplo (LB) utiliza com sabedoria essa frase por acreditar que somente com a transparência dos trabalhos e a clareza das decisões terão no candeeiro o verdadeiro guia para iluminar todos os companheiros no caminho para melhora humana. Atualmente, temos notado que grande parte das pessoas, famílias e empresas acendem a candeia, mas, a coloca no alqueire. Assim agindo podem sempre dizer que fornecem a luz, mas, o que um candeeiro pode iluminar em uma área de 24.200 metros quadrados, ou seja, o que pode ser visto com aquela luz distante. Nada! Apenas que existe uma luz.
Temos notado que pessoas, famílias e empresas como diz o texto bíblico, estão apenas colocando uma luz distante, bem fora do foco da realidade a qual deveria ser iluminada. Tem-se que ofertar transparência e clareza para todos os nossos problemas, de nada adiantará colocar a luz no outro, na família alheia ou mesmo na empresa que não seja a sua própria. Um outro ponto de destaque: não adianta acender a candeia do outro se ele não deseja iluminar os seus pontos obscuros. Todos nós temos nossos próprios candeeiros e sabemos quando, onde, para que e porque devemos utilizá-los (ressalva para os insanos), se não o fazemos, não será o outro que conseguirá modificar nosso livre arbítrio. O máximo que aceitamos é entender que temos a necessidade de acender a candeia, saber focar o que necessitamos e, então, poderemos ou não solicitar ajuda. Essa é a verdade humana. Dito isso, sabemos que todos os modelos analíticos devem ser reformados. O porquê dessa reforma? O modelo de análise quer seja individualmente, familiarmente ou empresarialmente falando, depois do aparecimento dos disruptores, mudam de forma radical, assim diante dessa mudança, utilizar os modelos analíticos tradicionais é por demais perigoso e os riscos da incerteza nas tomadas de decisões fica evidente.

O padrão das análises tradicionais e suas reformas diante dos disruptores

Analisando os padrões analíticos afirmamos que devemos reformá-los também. A maioria das análises vem sendo executada pelos modelos tradicionais e, portanto, estão produzindo mais problemas para as pessoas, famílias e empresas do que soluções. O mundo do Terceiro Milênio vem convivendo cada vez mais com pessoas, famílias e empresas despadronizadas. É um novo e criativo Mundo. O antigo modelo tradicional ajuda no que se refere as questões básicas das qualidades humanas, ética, moral e rituais. No entanto, os “bons” costumes mudaram radicalmente. Assim sendo, devemos questionar as análises tradicionalistas. Elas devem ser relacionadas com todas as novidades do Terceiro Milênio e ao bom senso, assim haverá ou não a sobrevivência dessas verdades tradicionais. Esse questionamento deve ser realizado, sobre pena de mentiras, meias verdades se transformarem em mitos. O Mundo do Terceiro Milênio rompeu com as tradicionalidades e a todo tempo percebemos os convites para que façamos análises utilizando somente o modelo tradicionalista. Seres despadronizados são aqueles que decidem viver suas formatações de vida, tendo a análise apenas como apoio ao novo.

Saturday, September 06, 2008

OS REIS E SUAS CORTES FAMILARES


OS REIS E AS CORTES FAMILIARES E SEUS “PRESTADORES DE SERVIÇOS”


Ao propormos falar da empresa familiar temos que voltar um pouco no tempo, pois não podemos nos referir à família sem que antes sejam consideradas as transformações ocorridas em seus modelos, que se deram de acordo com o contexto histórico de cada época. E, sempre analisar que, essas famílias eram comandadas por um rei. O exemplo dos reis chegava aos pais de famílias e as cópias eram elaboradas de acordo com o figurino de cada época.


Famílias e a evolução delas no tempo e no espaço cultural


Comecemos pela família aristocrática, que tinha como características: o tipo de habitação não favorecia a privacidade; as condições sanitárias eram precárias; não se atribuíam cuidados maternos, pois os bebês eram amamentados pelas amas-de-leite, e sua criação não era papel das mães - por isso, a criança não privilegiava a figura dos pais; as atividades sexuais eram reconhecidas, inclusive para as mulheres e crianças.
Outro modelo é representado pela família camponesa, que dava maior importância à aldeia onde todos estavam ligados por um laço de dependência, tendo também a função de regular a vida cotidiana dos indivíduos. Havia ainda a desvalorização da privacidade e pouca preocupação com a higiene e com as atividades sexuais da criança. A mãe camponesa criava os filhos de forma integrada às relações com a comunidade.
O importante modelo para as empresas familiares está na presença da família colonial brasileira, cuja cultura chegou para a empresa familiar, até os meados do pós-Segunda Guerra mundial. A sociedade no período do açúcar era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com poderes políticos e econômicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos de origem africana. Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.
A casa-grande era a residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família, alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos). A primeira geração industrial no Brasil (Séculos IXX e meados do Século XX) mantém essa mesma cultura.
Com a família burguesa, novos padrões de relações familiares foram criados: a família se fechou em si mesma, separando a vida pública da vida privada, com divisão dos papéis sexuais - a mulher era responsável pela vida doméstica, pela organização da casa e pela educação dos filhos - e com a definição de novos padrões de higiene. Este modelo constitui o ponto de partida da configuração familiar de nossos dias, sobre o qual se deram importantes transformações, que comentamos a seguir.
A família proletária, num primeiro instante, foi caracterizada por formas comunitárias de dependência, em que as crianças iam trabalhar muito cedo nas fábricas, em condições sanitárias terríveis, e os filhos não eram criados com atenção, pois os pais não tinham tempo.
As transformações continuaram, até chegarem ao rompimento dos vínculos com a comunidade: houve melhorias nas condições de vida dos trabalhadores, a mulher ficou isolada no lar, cuidando da educação dos filhos, enquanto o homem ia trabalhar.
A busca da emancipação feminina trouxe uma reformulação na estrutura da família contemporânea, sendo os serviços domésticos divididos entre o homem e a mulher, pois esta passou a "conquistar o seu espaço", aproveitando as oportunidades de realizar atividades fora do lar, como estudar, se profissionalizar, enfim, dividir com o homem o sustento da casa. Este talvez tenha sido o maior e mais importante impacto no funcionamento da instituição familiar da atualidade.
A chamada revolução cultural contemporânea, em boa medida como conseqüência da emancipação da mulher, resultou em formações de núcleos familiares fora do padrão pai, mãe e filhos. As separações dos casais, permitidas por leis civis específicas em quase todos os lugares do mundo, levaram à formações de núcleos distintos, ou seja, considera-se uma família o núcleo formado por pai (ex-marido) e filhos, ou por mãe (ex-mulher) e filhos.
Contaminação familiar e seus mitos
Por que temos dificuldades de comunicar o amor ao próximo? Porque não sabemos o que são pessoas pertencentes a nossa família e quais as que pertenceram e não mais pertencem, mesmo conservando a consangüinidade. Para falarmos sobre o amor interfamiliar temos que observar os estudos existentes sobre o comportamento humano, desde o nascimento de cada ser, época na qual se desenvolve o respeito mútuo entre partes afins, até os dias atuais de sua existência. Esse respeito segundo a moderna psicologia familiar é a fusão de:

COMPROMISSO+CONFIANÇA=RESPEITO

Portanto, somente nos ocorre ter respeito por alguma pessoa, ao sentirmos que este alguém está de fato comprometido conosco. Se esse compromisso perdurar por médio e longo prazo teremos a certeza de que é uma pessoa confiável.
Impregnação familiar pelos diferentes tipos de inteligência
Como entender e respeitar as pessoas de uma mesma família se temos na civilização humana oito tipos de inteligência, a saber:

LÍNGUISTICA
LÓGICA
ESPACIAL
MUSICAL
CORPORAL
NATURALISTA
INTRAPESSOAL
INTERPESSOAL


Existindo essa multi-pluralidade de pensamentos poderemos comunicar o AMOR e o outro não perceber, por aceitar apenas um tipo de amor, justamente aquele ou aqueles que são preponderantes em seus modelos mentais. Teríamos que ser uma pessoa dedicada 24 horas para entender quem é o outro, formular uma comunicação específica, para que além de entender o que deveríamos comunicar, ter a certeza de que o outro estaria satisfeito com nossa comunicação sobre o amor a ele dedicado.

Thursday, August 28, 2008

MITOS, VERDADES E MENTIRAS PRESENTE NA CULTURA FAMILIAR


MITOS: COMO DIFERENCIÁ-LOS DAS VERDADES E MENTIRAS?

Como preservar nossa história. Hoje? Simples escreve-se e guarda-se em um arquivo. Pronto! Criado e arquivado. E quando a maioria era analfabeta e não existiam os computadores? Foram os gregos que nos legaram as formas de contar histórias de seu povo e, principalmente, passá-la de gerações para gerações. Tudo o que é reprimido se torna mito. Mito é a criação humana para os símbolos, os quais, ao serem criados nos ajuda na criação mental de nossos direitos e deveres para com a humanidade.

A ponta do iceberg dos mitos, verdades e mentiras

Como um povo de característica imaginativa, que repassava essas histórias desde os três mil anos pretéritos, se comparada com outros povos, além de contarem suas histórias para serem arquivadas na mente humana, ainda, construíam criaturas chamadas de deuses e semideuses, para representar os cidadãos gregos daquele tempo. Os deuses representavam para os gregos, seres imortais. Participavam de uma suposta divindade, sendo, outrossim, um ser superior diante natureza dos humanos. Abaixo deles existiam os semideuses, que eram superior ao homem comum e estavam abaixo dos deuses, eram heróis, filhos de divindades, fruto de um acasalamento entre um ser divino e um mortal. Perante a vida, era considerado um ser de feitos extraordinários, superior pela força, criatividade, genialidade, talento, tendo ainda a gloria e as honras que lhes eram atribuídas.

A preservação histórica

A função daquela forma de preservação histórica trouxe para nossos dias as delícias conhecidas como “mitos”. Eles, gregos, eram exagerados na forma e no significado, ação comunicativa para que as pessoas pudessem entender todos os aspectos sociais daquele tempo, tais como política, economia, sociedade, família, relação conjugal, pessoalidade e outras manifestações de fenômenos, quer sejam humanos, naturais ou históricos. Os gregos não tinham outra forma de se comunicar com as novas gerações suas próprias realidades fenomenológicas, ou seja, não sabiam como ocorriam os fatos desconhecidos para a ciência daquele tempo, daí a necessidade de criarem formar e histórias que, ao menos, explicasse o porquê dos fenômenos que aconteciam.

Os argumentos comunicativos

Mesmo não existindo mais a necessidade desse argumento comunicativo, diante de todas as descobertas da ciência moderna, na atualidade ainda preservamos esse formato mitológico para manter nossas mentes ligadas as questões históricas. Em realidade gostamos tanto das invenções gregas e de seus imaginários que os utilizamos em nossas necessidades explicativas diárias, sempre fazendo da mitologia grega uma forma comparativa de nosso cotidiano. Em realidade utilizamos em larga escala os mitos antigos para explicar o momento atual. As explicações que temos para as questões da a sensualidade, da juventude, das modificações que ocorrem na natureza humana, na política, na sociedade, na propagação e convencimento político/social, nas orientações cognitivas, o fazemos por meio dos mitos. Enfim, utilizamos em larga escala os mitos gregos. Tudo o que ocorre na natureza do ser, não está somente no consciente e sim, uma grande e indesvendável parte está em nosso subconsciente. Assim, o mito era uma alegoria, não podendo ser considerado verdade, mas, por ser Verdade Revelada, não poderia ser considerado mentira.

O formato mitológico

Os gregos buscavam explicações para tudo àquilo que os cercavam. Para os acontecimentos e, sempre utilizavam de uma imaginação fértil, descrevendo por meio da comunicação oral seus sentimentos pelos seus deuses e semideus mitológicos. Detalhe: aos gregos comuns não se permitia o questionamento do que um mito representava. Caso alguém do povo o fizesse, as respostas eram “não racionais”. Diante da dúvida humana, os comandos daquele tempo buscavam esclarecimentos nos oráculos. Na Antiguidade era o ponto máximo para quem os consultavam, obtendo dessa forma as respostas. Quem podia consultar essas divindades eram os sacerdotes, que processavam o que era a Verdade Revelada e transmitiam as respostas. Esse local considerado um santuário, era propício às revelações dos deuses para os humanos. A Verdade Revelada era irrefutável, infalível e que revelava uma grande autoridade. Essas palavras divulgavam conselhos, opiniões de total confiança, cuja proveniência eram dos sábios. E, quem se rebelaria contra a “Verdade Revelada?” Dúvidas e tendências futuras eram comunicadas pelos oráculos em extensas consultas. Oráculo Delphos era o mais conhecido. Esses oráculos por se tratar de divindades não poderiam ser contrariados. Para os gregos agradar as divindades era uma das formar de tornar suas vidas mais “leves”, serem mais felizes, não terem árduos fardos para carregar, sentir menos culpa, não serem martirizados.

Os seres imaginários dos gregos e as representações das várias camadas sociais

Para entendermos como esse contexto mitológico chegou até nossos dias, perceberemos que os mitos gregos eram compostos de heróis, seres acima da camada comum dos mortais. Na eterna sabedoria grega, para que as gerações futuras entendessem aquela sociedade, os deuses tinham filhos com seres humanos. Deuses assim agindo sexualmente e tendo sua prole com seres humanos, ofertavam àquele povo a imagem de algo acima dos seres humanos, mas, preservavam os defeitos, algo que era semelhante ao ser humano grego. Reafirmando: todos os deuses e semideuses tinham defeitos, ou seja, eram deuses com as características e os defeitos humanos, porém, eram deuses e semideuses. Os mais conhecidos entre nós: Zeus (deus), Aquiles e Hércules (semideus), para não nos alongarmos em todo esse universo grego.
Como uma sociedade é constituída de homens e mulheres, os gregos criavam também seus mitos femininos. Assim sendo, existiam as singelas donzelas, chamadas de ninfas, seres com características femininas, que transpareciam felicidade, alegria, amor, tristeza, gula, luxúria, avareza, medo e raiva.

As mazelas humanas

Para ilustrar todas as mazelas humanas mitos gregos habitavam o Monte Olimpo, eram imortais, mesmo possuindo características humanas, tendo como movimento social, todos os elementos que movem a sociedade desde aquele tempo, até nossos dias, tais como, a inveja, ciúmes, traição, paixão, amor, medo, ira, tristeza, volúpia, sensualidade, sexo, trabalho, alimentação, alegria, euforia, enfim, tudo o que temos como seres humanos, por esse motivo que os deuses eram a realização da união de deuses com mortais.