CULTURA FAMILIAR EM ORDEM FUNCIONA?
Para que a comunicação do AMOR atinja com seus raios luminosos o outro, precisamos saber uma regra da civilização que, apesar de sua simplicidade, havendo a falta de esclarecimento, torna o processo AMOROSO mais e mais distante do outro.
As regras da civilização
Essa regra é simples, diferenciar de forma clara o que representa o Grupo Primário, do Grupo Secundário, pois, a civilização somente existe pelos trabalhos desenvolvidos por esses dois grupos.
GRUPOS
PRIMÁRIOS
(Composição)=
TRABALHO+AMOR+INTIMIDADE
GRUPOS
SECUNDÁRIOS
(Composição)=
TRABALHO+AMOR+NÃO - INTIMIDADE
Contaminação e impregnação familiar presente nas mídias
Percebam por meio de relacionamentos, da sétima arte, do teatro e as novelescas histórias contadas pelas grandes mídias em seus capítulos diários, esses tipos de comunicação que seguem abaixo:
Personagens centrados (probabilidades) = Amor Centrado e Racionalizado
Personagens com um pouco de carência (probabilidades) = Amor Focado
Personagens com média carência (probabilidades) = Ilusões
Personagens com muita carência (probabilidades) = Paixão
Personagens com depressão (probabilidades) = Paixão Irracional
Personagens com melancolia (probabilidades) = Delírios
Contaminação e impregnação familiar presente nas mídias
Percebam por meio de relacionamentos, da sétima arte, do teatro e as novelescas histórias contadas pelas grandes mídias em seus capítulos diários, esses tipos de comunicação que seguem abaixo:
Personagens centrados (probabilidades) = Amor Centrado e Racionalizado
Personagens com um pouco de carência (probabilidades) = Amor Focado
Personagens com média carência (probabilidades) = Ilusões
Personagens com muita carência (probabilidades) = Paixão
Personagens com depressão (probabilidades) = Paixão Irracional
Personagens com melancolia (probabilidades) = Delírios
PENSAMENTO E OBJETIVO FAMILIAR
O pensamento evolui em consonância com a evolução da humanidade. Esse pensamento por ser integrado em relação ao ser humano e a sociedade, na qual ele vive, convive, se manifesta, se agrega, se suporta e é suportado, possui objetivos fixos e outros variáveis. Assim, tudo que está presente no ser, é levado para o seio familiar.
A presença dos disruptores na vida do indivíduo
Apesar da palavra ser “modernosa” as ações que ela compreende são pertencentes a antiguidade e perduram até nossos dias e, estarão presentes em nosso futuro, dos homens, das empresas e da humanidade. Disruptor ou perturbador é algo que provoca fratura, rompimento, deflexionamento, interrupção em um processo conhecido.
Disruptores da humanidade tiveram suas ações e passagens catalogadas pela história humana. Como ato e ações de disruptoras da humanidade, poderemos citar centenas delas, nos fixaremos às mais conhecidas que são as passagens das Eras. Iniciou-se com o relato da Idade da Pedra, na qual todo o ferramental era constituído e construído de pedra. Tivemos a passagem para a Idade do Cobre, onde os ferramentais estavam sendo construídos a partir da descoberta de jazidas desse mineral. A inteligência humana aprendeu novas técnicas e a primeira que se tem conhecimento foi a de fundir o cobre e o estanho, fazendo uma liga melhor e mais resistente denominada de bronze, daí o nome de Idade do Bronze. Tudo isso aconteceu no Período Neolítico, porta de entrada da sociedade na qual vivemos atualmente. Tivemos na seqüência a Idade do Ferro, que deu origem a Era Industrial, chegando até a Era do Conhecimento, a qual perdura entre nós.
Disruptores e suas ações conhecidas
Dos disruptores humanos e suas ações, a mais conhecida é o casamento e na seqüência o nascimento de um filho. Duas ações disruptoras que interrompem todos os processos conhecidos. Outro processo de terrível desrupção é a passagem do CPF para CNPJ, a partir dessas três decisões nada mais será o mesmo. O mais temeroso dos disruptores empresariais é a entrada de pessoas da família para dentro de empresas de seus próprios familiares. Na visão de todos os não pertencentes a família, esse ser ungido pela família, poderá ser um semideus, podendo tudo e nada com ele acontecendo. E, a mais temida das disrupções é a passagem de uma geração de comando, para uma geração que estava sendo comandada, sendo em empresas familiares ou não. Essa disrupção é vista por todos e, principalmente, pelo mercado como uma nova empresa, pois, tudo o que acontecer daquele dia em diante, será visto pelo mercado com um olhar mais centrado e, qualquer ação não conhecida, poderá colocar a empresa em stand by, para ver o que vai acontecer com ela.
Disruptores e suas presenças em nosso cotidiano
Disruptores de nossos dias estão no mundo conjugal, familiar, social e profissional, no entanto, os mais rápidos deles estão acontecendo no mundo da tecnologia. Esses de fato são os que mais afetam, o homem, a família e a empresa. Poderíamos encher páginas e páginas desses disruptores, contudo, destacaremos aqueles que fazem a diferença na sociedade moderna.
Disruptor no modelo das análises atuais
Há um texto bíblico que afirma o seguinte: “Não coloqueis a candeia debaixo do alqueire, mas, sim sobre o candeeiro afim de que todos possam ver a luz”. Esse texto é o referencial do Lions Club do Estado do Mato Grosso. Aquele Distrito Múltiplo (LB) utiliza com sabedoria essa frase por acreditar que somente com a transparência dos trabalhos e a clareza das decisões terão no candeeiro o verdadeiro guia para iluminar todos os companheiros no caminho para melhora humana. Atualmente, temos notado que grande parte das pessoas, famílias e empresas acendem a candeia, mas, a coloca no alqueire. Assim agindo podem sempre dizer que fornecem a luz, mas, o que um candeeiro pode iluminar em uma área de 24.200 metros quadrados, ou seja, o que pode ser visto com aquela luz distante. Nada! Apenas que existe uma luz.
Temos notado que pessoas, famílias e empresas como diz o texto bíblico, estão apenas colocando uma luz distante, bem fora do foco da realidade a qual deveria ser iluminada. Tem-se que ofertar transparência e clareza para todos os nossos problemas, de nada adiantará colocar a luz no outro, na família alheia ou mesmo na empresa que não seja a sua própria. Um outro ponto de destaque: não adianta acender a candeia do outro se ele não deseja iluminar os seus pontos obscuros. Todos nós temos nossos próprios candeeiros e sabemos quando, onde, para que e porque devemos utilizá-los (ressalva para os insanos), se não o fazemos, não será o outro que conseguirá modificar nosso livre arbítrio. O máximo que aceitamos é entender que temos a necessidade de acender a candeia, saber focar o que necessitamos e, então, poderemos ou não solicitar ajuda. Essa é a verdade humana. Dito isso, sabemos que todos os modelos analíticos devem ser reformados. O porquê dessa reforma? O modelo de análise quer seja individualmente, familiarmente ou empresarialmente falando, depois do aparecimento dos disruptores, mudam de forma radical, assim diante dessa mudança, utilizar os modelos analíticos tradicionais é por demais perigoso e os riscos da incerteza nas tomadas de decisões fica evidente.
O padrão das análises tradicionais e suas reformas diante dos disruptores
Analisando os padrões analíticos afirmamos que devemos reformá-los também. A maioria das análises vem sendo executada pelos modelos tradicionais e, portanto, estão produzindo mais problemas para as pessoas, famílias e empresas do que soluções. O mundo do Terceiro Milênio vem convivendo cada vez mais com pessoas, famílias e empresas despadronizadas. É um novo e criativo Mundo. O antigo modelo tradicional ajuda no que se refere as questões básicas das qualidades humanas, ética, moral e rituais. No entanto, os “bons” costumes mudaram radicalmente. Assim sendo, devemos questionar as análises tradicionalistas. Elas devem ser relacionadas com todas as novidades do Terceiro Milênio e ao bom senso, assim haverá ou não a sobrevivência dessas verdades tradicionais. Esse questionamento deve ser realizado, sobre pena de mentiras, meias verdades se transformarem em mitos. O Mundo do Terceiro Milênio rompeu com as tradicionalidades e a todo tempo percebemos os convites para que façamos análises utilizando somente o modelo tradicionalista. Seres despadronizados são aqueles que decidem viver suas formatações de vida, tendo a análise apenas como apoio ao novo.
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