Depois de quase uma década cerrou suas portas o Café Cancun Belo Horizonte. Tempos antes do seu fechamento, as rádios famosas da região Metropolitana de Belo Horizonte, tais como Jovem Pan, Mix, BHFM, 98FM, Extra, entre outras, capazes de agitar a “galera” que adora rock, rave, pop-rock, funk, rip-rop, ache, entre outras, estava anunciando para um determinado dia da semana a presença da dupla sertaneja citada no título desse blog. Diriam os crentes na teoria da conspiração que a dupla fora contratada para acabar de vez com a reluzente marca mundial que tanto sucesso faz nas baladas. Afirmariam que houve conspiração da dupla para colocar no mesmo prédio comercial, uma churrascaria chamada Fogo de Chão. Com alegria os detestadores das duplas sertanejas, confirmariam que por onde passam esses “pés-frios” da breguenisse não nasce mais sucesso. Por outro lado, mais científico esclareceriam os possuidores da expertise em evidências de mercado que, no ciclo de vida das empresas, todas as evidências são colocadas na frente dos comandantes de gestão empresarial, basta, no entanto, que eles parem de confiar em suas “revolucionárias idéias”, normalmente assentadas em conhecimentos obsoletos, experiência superada, especialização vencida pelo tempo, publicidade e propaganda inerte, dogmas de scripts empresariais de fracasso, começando a pensar que balada é apenas um produto no mercado, porém, servido depois das dez da noite.
Quando um produto começa a perde força?
Como especialista em oferecer as empresas uma visão estratégica de apoio às vendas, muito antes do declínio de qualquer empresa, ou melhor, no momento da mais grata ascensão da empresa, momento este no qual tudo são louros e glórias, dou inicio em um movimento de dentro para fora da empresa, buscando nas evidências apresentadas pelo cliente que está gostando do produto ou serviço, quais as variáveis oferecidas para a empresa. Muito ao contrário do que tenho percebido no setor de consultoria, procuro não me servir do benchmarking para gerar essas evidências e sim, cavouco nas profundezas da mente dos clientes o que eles estão querendo dizer, naquele primeiro momento da parceria, gasto do cliente versus lucro da empresa. Ao premiar uma idéia luminosa e prestigiar um evento, um produto ou serviço às evidências devem ser arquivadas no serviço de Inteligência de Marketing da empresa, para ser utilizada posteriormente, porém, muito antes do ciclo de vida do produto ou serviço despencar. É sempre no momento de glória que detecto quais as evidências deixadas nos fluxos de caixa das empresas.
Por que as evidências aparecem no fluxo de caixa?
Muito ao contrário do que tenho visto, depois do processo de abertura de mercado, as empresas não mais necessitam estar buscando tantos meios de propaganda, publicidade e marketing para alavancar suas vendas. Tenho realizado um trabalho de pesquisa - para a abertura ou lançamento de produtos e serviços - sobre as evidências que possam aparecer no negócio proposto para o mercado. Esse ponta-pé-inicial pode gerar ao final dessa partida de negócios, uma estrondosa goleada nos concorrentes. As evidências que busco, por incrível que possa parecer, é realizada no fluxo de caixa da empresa. Agindo dessa maneira evito que a empresa venha a tomar gols decisivos antes de terminar o primeiro tempo e perder de goleada para a concorrência que está atenta as evidências de tudo o que ocorre no mercado. Muito antes do Café Cancun, perceber que não era mais a casa noturna que os belo-horizontinos gostavam, as evidências estavam presentes em seus fluxos de caixa diários, mas, quem estava preparado para olhar para aquelas evidências e tomar as iniciativas cabíveis. Gestores infelizmente preferem viver de suas convincentes histórias que de fato são suas defesas esplendorosas, sempre alicerçadas, em dados falsos, obviedades relevantes e principalmente, contadas com as mais fortes garantias da falsa “sabedoria”.
O fluxo de caixa como o ponto de partida das evidências
Quando sou contratado por uma empresa para fazer o trabalho de consultoria, o primeiro ponto que analiso são os fluxos de caixa de pelo menos um ano de atividade. Busco naquela realidade tudo o que passou pelo caixa no que concerne às receitas e as cruzo com as despesas. Quando minha contratação se dá antes da inauguração de uma empresa, do lançamento de um produto ou serviço, não tendo disponível, portanto, o fluxo de caixa, crio um com todas as aproximações verossímeis. Depois dessa criação faço uma projeção de todas as evidências que poderão aparecer, quer sejam positivas ou negativas. Depois dessa análise, começo então a pensar nos investimentos ou nas ações para o aquilo que deseja falar com o mercado. Se é assim tão simples, por que as empresas não se curvam às evidências e praticam esse modelo?
A cultura brasileira de pensar sobre os negócios sofre da síndrome do “sei-tudo”
Sei-tudo! Este é o pior dos problemas empresariais existentes no modelo cultural brasileiro. Todos os empreendedores quer sejam, um empresário: da noite, da indústria, do comércio, de serviço ou mesmo um médico que dirige um hospital, entre outras tantas profissões, acreditam que sua competência de formação básica é o suficiente, por todos esses empreendedores, se formaram e em seus diplomas consta que eles são possuidores de um toque de genialidade. Em sendo grandes gênios, para que “gastar” dinheiro e tempo com consultores? Serem que além de deterem a outorga do “sei-tudo-a-missão, ainda são dotados de forte compulsão teórica. Afirmam esses empreendedores: afinal, o mundo dos negócios é feito da prática, se consultores fossem de fato competentes teriam seus próprios negócios”.
As evidências vão pululando diante dos olhos dos empreendedores, mas eles estão cegos diante de sua soberba!
Assim as evidências que vão aparecendo. Essas, porém, de nada valem. Eles ficam inertes em suas soberbas e as vendas começam a acontecer em queda livre. Diante do desespero por ter um fluxo de caixa que beira ao negativo, tentam de todas as formas fazer dinheiro imediato e nos rompantes de audácia alavancam vendas com idéias tiradas da cartola de suas magias, as quais não tem um mínimo de alicerce teórico buscado nas evidências do mercado. Assim agiram os gestores daquela casa que foi um centro de diversão musical de Belô. A única evidência que, com certeza nunca apareceu no fluxo de caixa do Café Cancun, foi que os seus assíduos freqüentadores gostariam de assistirem e dançarem com a dupla Cesar Menotti e Fabiano. Nada contra a dupla! No entanto, basta analisarmos a evidência final do ocorrido no Café Cancun, para percebermos que depois da aparição dessa renomada dupla, que faz sucesso para um determinado tipo de público, encontrado na periferia das grandes cidades, nos rincões desse imenso Brasil, nos rodeios, nas novelas e programas de auditórios, o esse famoso Café deixou de fazer parte das baladas “calientes” existente na noite de Belo Horizonte. Será que foi a dupla que de fato fechou o Café Cancun ou os gestores daquele Café, não tiveram “tempo” para analisar as evidências que eram deixadas todas as noites, naquelas imensas filas que se faziam presença em frente aquela casa de shows. Filas estas compostas por uma “galera” com muita vontade de dançar e deixar seus fartos reais no fluxo de caixa daquela empresa.
Quando um produto começa a perde força?
Como especialista em oferecer as empresas uma visão estratégica de apoio às vendas, muito antes do declínio de qualquer empresa, ou melhor, no momento da mais grata ascensão da empresa, momento este no qual tudo são louros e glórias, dou inicio em um movimento de dentro para fora da empresa, buscando nas evidências apresentadas pelo cliente que está gostando do produto ou serviço, quais as variáveis oferecidas para a empresa. Muito ao contrário do que tenho percebido no setor de consultoria, procuro não me servir do benchmarking para gerar essas evidências e sim, cavouco nas profundezas da mente dos clientes o que eles estão querendo dizer, naquele primeiro momento da parceria, gasto do cliente versus lucro da empresa. Ao premiar uma idéia luminosa e prestigiar um evento, um produto ou serviço às evidências devem ser arquivadas no serviço de Inteligência de Marketing da empresa, para ser utilizada posteriormente, porém, muito antes do ciclo de vida do produto ou serviço despencar. É sempre no momento de glória que detecto quais as evidências deixadas nos fluxos de caixa das empresas.
Por que as evidências aparecem no fluxo de caixa?
Muito ao contrário do que tenho visto, depois do processo de abertura de mercado, as empresas não mais necessitam estar buscando tantos meios de propaganda, publicidade e marketing para alavancar suas vendas. Tenho realizado um trabalho de pesquisa - para a abertura ou lançamento de produtos e serviços - sobre as evidências que possam aparecer no negócio proposto para o mercado. Esse ponta-pé-inicial pode gerar ao final dessa partida de negócios, uma estrondosa goleada nos concorrentes. As evidências que busco, por incrível que possa parecer, é realizada no fluxo de caixa da empresa. Agindo dessa maneira evito que a empresa venha a tomar gols decisivos antes de terminar o primeiro tempo e perder de goleada para a concorrência que está atenta as evidências de tudo o que ocorre no mercado. Muito antes do Café Cancun, perceber que não era mais a casa noturna que os belo-horizontinos gostavam, as evidências estavam presentes em seus fluxos de caixa diários, mas, quem estava preparado para olhar para aquelas evidências e tomar as iniciativas cabíveis. Gestores infelizmente preferem viver de suas convincentes histórias que de fato são suas defesas esplendorosas, sempre alicerçadas, em dados falsos, obviedades relevantes e principalmente, contadas com as mais fortes garantias da falsa “sabedoria”.
O fluxo de caixa como o ponto de partida das evidências
Quando sou contratado por uma empresa para fazer o trabalho de consultoria, o primeiro ponto que analiso são os fluxos de caixa de pelo menos um ano de atividade. Busco naquela realidade tudo o que passou pelo caixa no que concerne às receitas e as cruzo com as despesas. Quando minha contratação se dá antes da inauguração de uma empresa, do lançamento de um produto ou serviço, não tendo disponível, portanto, o fluxo de caixa, crio um com todas as aproximações verossímeis. Depois dessa criação faço uma projeção de todas as evidências que poderão aparecer, quer sejam positivas ou negativas. Depois dessa análise, começo então a pensar nos investimentos ou nas ações para o aquilo que deseja falar com o mercado. Se é assim tão simples, por que as empresas não se curvam às evidências e praticam esse modelo?
A cultura brasileira de pensar sobre os negócios sofre da síndrome do “sei-tudo”
Sei-tudo! Este é o pior dos problemas empresariais existentes no modelo cultural brasileiro. Todos os empreendedores quer sejam, um empresário: da noite, da indústria, do comércio, de serviço ou mesmo um médico que dirige um hospital, entre outras tantas profissões, acreditam que sua competência de formação básica é o suficiente, por todos esses empreendedores, se formaram e em seus diplomas consta que eles são possuidores de um toque de genialidade. Em sendo grandes gênios, para que “gastar” dinheiro e tempo com consultores? Serem que além de deterem a outorga do “sei-tudo-a-missão, ainda são dotados de forte compulsão teórica. Afirmam esses empreendedores: afinal, o mundo dos negócios é feito da prática, se consultores fossem de fato competentes teriam seus próprios negócios”.
As evidências vão pululando diante dos olhos dos empreendedores, mas eles estão cegos diante de sua soberba!
Assim as evidências que vão aparecendo. Essas, porém, de nada valem. Eles ficam inertes em suas soberbas e as vendas começam a acontecer em queda livre. Diante do desespero por ter um fluxo de caixa que beira ao negativo, tentam de todas as formas fazer dinheiro imediato e nos rompantes de audácia alavancam vendas com idéias tiradas da cartola de suas magias, as quais não tem um mínimo de alicerce teórico buscado nas evidências do mercado. Assim agiram os gestores daquela casa que foi um centro de diversão musical de Belô. A única evidência que, com certeza nunca apareceu no fluxo de caixa do Café Cancun, foi que os seus assíduos freqüentadores gostariam de assistirem e dançarem com a dupla Cesar Menotti e Fabiano. Nada contra a dupla! No entanto, basta analisarmos a evidência final do ocorrido no Café Cancun, para percebermos que depois da aparição dessa renomada dupla, que faz sucesso para um determinado tipo de público, encontrado na periferia das grandes cidades, nos rincões desse imenso Brasil, nos rodeios, nas novelas e programas de auditórios, o esse famoso Café deixou de fazer parte das baladas “calientes” existente na noite de Belo Horizonte. Será que foi a dupla que de fato fechou o Café Cancun ou os gestores daquele Café, não tiveram “tempo” para analisar as evidências que eram deixadas todas as noites, naquelas imensas filas que se faziam presença em frente aquela casa de shows. Filas estas compostas por uma “galera” com muita vontade de dançar e deixar seus fartos reais no fluxo de caixa daquela empresa.
1 comment:
Acredito q o cancun deixou nossa bela e singela noite pq ja se fazia hora e que a mesma exerceu a funcao a ela incumbida, se agradou aos burgueses? Fez seu papel, se a classe emergente? Fez seu papel, agora que foi um marco em BH, isso foi, que bom termos algo para lembrarmos!
Allan jhones frequentador em horas mais providas!
Post a Comment