Tuesday, November 06, 2007

PLANO DE CARREIRA HORIZONTAL COM FOCO NA ABORDAGEM HUMANO/CIBERNÉTICO


Conceituando esse modelo de Plano de Carreira

Mais um ano se aproxima de seu final. Momentos para reflexões sobre os acontecimentos ocorridos durante mais uma etapa da vida empresarial e o mais importante, colocar sobre a mesa de trabalho os aspectos determinantes para o futuro. Uma das várias atitudes que se pode pensar nas empresas as tenham o tamanho que tiverem, fica para o que atualmente denominamos de Plano de Carreira. Como estrategista voltado ao planejamento empresarial, quero deixar para todos que tenham interesse, algumas ações que empreendemos nas empresas no que concerne o palpitante assunto.

As bases características da estratégia


Infelizmente, o Brasil ainda confunde estratégias de planejamento de um Plano de Carreira com desenvolvimento de Cargos & Salários. Apesar dessas duas temáticas não serem excludentes, todas as empresas de pequeno e médio porte, preferem utilizar-se dos expedientes de Cargos & Salários em detrimento ao Plano de Carreira. Motivo: cultura arraigada no velho D.P. Destaco sempre para as empresas as bases para envolverem-se nas estratégias do Plano de Carreira, tais como:




  • A partir de quando a entidade está preparada para implementar o Plano de Carreira Horizontal.


  • É o conhecimento adquirido por um sistema de estudo nas qualidades do Capital Humano das entidades em qualquer tempo.


  • Ato ou processo de adquirir conhecimentos ou habilidades ofertando o reconhecimento horizontal para os envolvidos, tanto na entidade como na sociedade.


  • Modificação do comportamento do indivíduo com esse Plano de Carreira fazendo sua interação no processo de Cargos e Salários.


  • Aprendizagem/educação é um fenômeno individual, direto e peculiar a cada um no cotidiano do trabalho.


  • Aprendizagem faz parte de um processo global, dinâmico, ativo e nunca passivo na entidade contratante.


  • Avaliação dos resultados da experiência do indivíduo como algo transferível, ou seja, determinado assunto aprendido em determinada área de conhecimento, pode servir de facilitador na aprendizagem/educação de outros assuntos em outras áreas. Essa transferência consagra os valores do Plano de Carreira Horizontal.

Justificativas para que o processo tenha sucesso


Para que o processo do Plano de Carreira Horizontal com foco na Abordagem humano/cibernético ocorra, não depende somente do conteúdo transmitido, do processo implementado, mas principalmente, da constante movimentação por meio de treinamentos no que se refere ao ser humano como um todo. A partir de uma análise da realidade de custeio da entidade, faz sentido alocar os recursos necessários para que o Plano de Carreira Horizontal não seja interrompido. O grave e pontual problema fica para o fato de que, colaboradores na atualidade vêm colocando no salário o desprazer para com o trabalho. Por outro lado, entende que somente o prazer se dá com constantes aumentos salariais. Esquecendo-se que, a realidade das entidades de ensino são de entidades dependentes da melhor qualidade dedicada aos seus alunos, cada vez mais humanos e cibernéticos.

Objetivos que as empresas devem aplicar e não mais voltar atrás

Plano de Carreira Horizontal com Foco na Abordagem humano/cibernético tem como objetivos trabalhar com a perspectiva que esta afirmativa é possível. Todavia, devem-se criar situações nas quais o indivíduo sinta a necessidade de aprender, ao ser estimulado, a querer aplicar em sua vida profissional detalhes que agreguem valores no âmbito profissional daqueles que recebem suas informações. O Plano de Carreira é por demais dependente de suas ações profissionais e, nada tendo a ver com o montante recebi ao findar de um mês de atividades. Nesse particular essa abordagem pode ajudar mais do que a tradicional por tocarmos nas questões da produtividade humana versus o reconhecimento da entidade, como também da sociedade. A freqüência dos treinamentos contribui para o entendimento dessa abordagem, pois, quando se deseja aprender e aplicar algo, não se restringe apenas ao período do trabalho e sim, com o volume de informações que completam o trabalho cotidiano. O referido Plano carece de estudos prévios que demonstre um mínimo de dois anos quais os recursos que podem e devem ser alocados. O indivíduo enquanto Capital Humano aprende a melhorar performance quando seu comportamento é modificado, quando a sua atuação é “outra”, quando aquele conhecimento adquirido o envolveu, quando há uma nova obtenção da aplicação prática e imediata no seu dia-a-dia. Tudo deve de fato modificar sua maneira de perceber e atuar diante da realidade humano/cibernética

Práticas de trabalho executados nessa estratégia

1. Pesquisa salarial de mercado próximo e concorrencial (externo).
2. Pesquisa interna dos cargos e salários vigentes e seu retorno para entidade.
3. Pesquisa nas relações com os sindicatos e análise dos últimos três anos no que os sindicatos presentes na entidade colocaram de solicitação.
4. Preparação de um organograma transparente sobre as funções.
5. Apoio aos talentos que se destacam, por meio de melhorias individuais, em comparação aos que nada apresentam e devam ser dispensados.

Estudos das entidades participantes desse modelo no que se refere a desenvolvimento de carreira


1. Estudo coletivo de atribuições, deveres, e responsabilidade de cada cargo.
2. Estabelecimento estrutura salarial de acordo com a vontade de crescimento de cada indivíduo, coroando-o de incentivos (pesquisas de produtividade individual).
3. Entender que Plano de Cargos e salários não é programa de redução de custeio e sim, programa de investimentos em pessoal.
4. Demonstração clara para os colaboradores como fazer para crescimento no organograma, como também no processo horizontal.
5. Demonstrar aos colaboradores quais os benefícios extras sindicais que podem ser conquistados com a melhoria da performance da entidade.
6. Perceber se a entidade tem objetivos futuros para dar aos colaboradores participação nos lucros.
7. Perceber onde que a entidade errou e pagou preços elevados nas questões jurídicas trabalhistas.

Finalizando esse processo estratégico


Volto a afirmar que todas as empresas independentemente de tamanho ou setor de atividade, deve nesse momento de planejamento futuro, iniciar um pensamento no qual, haja para todo o sempre, a necessidade de aplicar uma ação esmerada no Capital Humano que depende de estímulos para vencer os desprazeres salariais e acreditar que esse mesmo salário é sua fonte de prazer. Se as empresas pensarem em como desenvolver técnicas humanas e legais para resolver esse paradoxo, poderá no futuro se preocupar apenas com fatores externos de prazer e não mais com os desprazeres internos.

Monday, October 29, 2007

FRALDA, TRABALHO, SUCESSO, DESCASOS E FRALDÃO!



Depois que o Divino nos concede a vida, Ele nos dá a certeza da morte, para que possamos “ascender” ou mesmo “descer” a outros patamares, dependendo, é claro, de nossas ações terrenas. O problema fica por conta desse átimo eterno entre o nascimento e a hora que deixamos de viver. O idealismo de cada um de nós pode e deve nos levar ao trabalho. Muito trabalho. Diante de nosso sucesso, podemos e devemos atingir algum tipo de poder. Pouco ou muito poder. Nesse momento dessa nossa existência, temos que exercer a vigilância sobre quem somos, o que queremos e a que viemos realizar nesse planeta. Dizia meu avô Eduardo: dê ao homem, nem que seja por um dia, o poder, para de fato saber quem ele é, o que ele pensa e como age ““.

A fralda – tendo como significado o despertar da vida


Somos um nada ao despertarmos para a vida. Dependemos de outrem para tudo, incluso para limpar nosso bumbum e trocar nossas fraldas. Assim começamos esse limiar do que seremos. Vamos aos poucos crescendo e somos “doutrinados” a vencer a qualquer custo. No cenário brasileiro, são destacados àqueles que fizeram fortunas incalculáveis. As notícias sobre esses “afortunados” os elevam a categoria dos que executam com “maestria” um excelente trabalho, realizado no curto prazo. Entenda-se em menos de dez anos. Nada sabemos sobre “afortunados” que têm sucesso, parcial, em décadas, com uma visão no longo prazo. Que sua ascensão profissional esteja pensando e atuando dentro da percepção da melhoria do processo educacional. Quanto ao sucesso de educadores, bem esses “desinfelizes” obtêm da mídia, destaque zero! Esses não aparecem nas listas dos “vencedores”.

Diferenças culturais: vantagens de uns e desvantagens de outros


Atente para esse pequeno e profundo detalhe querido leitor: ao compararmos cultura nacional e judaica, apenas como exemplo, veremos no judaísmo a forma na qual um jovem se torna homem - o exato instante de vida que o jovem souber ler e interpretar o livro lido. Em nossa cultura, será considerado “homem” quando o rapaz tem sua primeira “transa”. Perceba que marketing do conhecimento enleva os jovens judaicos aos caminhos do SABER, enquanto a nossa cultura destaca a qualificação SEXUAL. Percebam a distinção entre o PRAZER em ser homem nas duas culturas. Por isso, acredito, que o livro para a maioria dos “vencedores” nacionais, não passa de uma peça de retórica. Quando temos que ler, apenas o fazemos por pura imposição de nossos “temidos” educadores. Como curiosidade; lemos menos de um livro em média por ano. E quando começamos a “vencer” na vida, buscamos na matéria algo que nos enleve diante do sexo feminino, tais como: carros, iates, casas, helicópteros, aviões, enfim tudo o que denote poder, nunca o poder obtido por meio do saber.

Do trabalho – Como significado de vida produtiva


Segundo pensadores psicanalíticos temos que harmonizar durante nossa existência os seguintes fatores humanos: libido, obsessão e narcísico. O problema, assim acredito, está centrado em nossa vontade de sermos seres melhores e mais desenvolvidos cognitivamente falando, tendo a libido como alavanca que nos impulsiona nessa direção. É a libido que nos dá o apetite para todas as fomes que possuímos, quer seja: de trabalhar, de viver, de amar, de afeto, de prazer, entre outras fomes positivas presente na mente humana. O problema fica por conta da palavra libido que em si, vem sendo há décadas deturpada, tatuando-a como se ela fosse um fator centrado no sexo. Ter a libido e utilizá-la de forma harmoniosa é possuir uma mente fértil em propósito, objetivando o crescimento pessoal, orientando de maneira correta nosso desejo e apetite para o excelente fator da obtenção de uma vida melhor. Quanto a obsessão destaco que ela é o fator que nos impulsiona para cima, sempre focada no que escolhemos para desenvolver em nosso trabalho, originando em nosso ser, uma melhor qualificação do mesmo, para que tenhamos a certeza de que, poderemos mais e mais, conseguir alçar novos patamares. O narcísico enleva o homem para ele mesmo. Fazendo de sua imagem a melhor para ser relevante diante da sociedade. Portanto, libido, obsessão e o narcísico se harmonizados, diante do trabalho, amalgama de fato um profissional ideal, centrado no que faz, que ama o que faz, que gosta de si mesmo, tendo como reconhecimento, seu próprio desenvolvimento pessoal.

Quando diante do trabalho há a desarmonização da libido, obsessão e narcísico


As revistas que estão todos os meses nas bancas, para falar sobre o “sucesso” a ser alcançado pelas pessoas, no que tange ao profissional, destacam somente o lado do sucesso conquistado a qualquer preço. Os “gurus” que ditam fantasias sobre como obter o “sucesso” pregam metas inatingíveis. Ao ler esses temas cheguei a conclusão de que, milhões de profissionais estão em total desequilíbrio nesses três itens citados. Desequilibrados, esses milhões de colaboradores estão colocando a própria profissionalidade em risco, a família em perigo e criando uma couraça no entorno de si mesmo, cujos valores sagrados e artísticos não fazem presença em sua mente. Esses desequilíbrios de forma direta atingem os cônjuges, os filhos, e a intolerância para com tudo e todos. Infelizmente, diante de nossa imaginação fértil, somos seres polêmicos, podendo, se pressionados pela civilização, focar nossa imaginação para o mal. E, não me venham os puristas afirmar o contrário, pois, tivessem eles razão, que não nos deixamos influenciar pelas pressões da civilização, não teríamos tantos antidepressivos sendo vendidos em escalas planetárias.

Os descasos para com a vida e o futuro com o fraldão


Vivemos um país cujo sucesso deve ser dos “espertos” em detrimento aos éticos. Caso tenhamos dúvidas vejamos os descasos daqueles que são comandantes de empresas e entidades públicas. Façam as contas em horas treinamentos, do quanto investem na melhoria do ser humano. Quando se propõem treinamentos são qualificativos para produção e melhoria da produtividade. Quantos treinamentos para explicar que a filosofia pode melhorar o ser humano, tendo como foco final, a melhoria da produção e produtividade. Não bastasse a falta de consciência para com a melhoria humana, no que tange a filosofia, ainda apostam nos descasos para com os valores humanos que administram. Passam a vida profissional descompensados pelas exigências de um melhor padrão material de vida, se esquecendo de que tudo o que conquistam está baseado em trabalho de equipe. Mesmo com o narcísico desequilibrado ficam ricos, tornam-se famosos, aparecem nas mídias, dão entrevistas, fazem palestras sobre seus sucessos. Mas, inexoravelmente envelhecem. Acabam sendo esquecidos, pelo simples fato de que, somente lembramos daqueles que nos, indelevelmente, tocou noss´Alma. E, diante do espelho retrovisor de nossa existência, vamos olhando, lá atrás as oportunidades perdidas em sermos melhores. Não bastasse esse olhar, ouvimos o estentor de nossas vozes internas nos acusando de nada, filosoficamente falando, termos realizado em prol da civilização. Piorando ainda mais esse quadro dantesco, pendurado na parede esburacada de nossa existência, sentimos ao menos, uma mão carinhosa que está trocando nosso fraldão e nos limpando de nossas excrescências fisiológicas e, ainda assim, diante daquele mal cheiro que exalamos, recebemos como carinho, um sorriso!,Aquele mesmo sorriso que por muitas vezes deixamos de ofertar a humanidade.

Monday, October 22, 2007


Um jovem empreendedor de setenta e seis anos

Destacarei nesse blog um dos mais vibrantes congressos que a Estrutura Humana participou em 2007! Vibrante pela quantidade de jovens empresários presentes e por ser o CONAJE – Congresso Nacional dos Jovens Empresários -, a presença viva do que será o Brasil do futuro: “um país daqueles empresários que estiverem preparados”. Ah! Um futuro que já começou. Como todo congresso que se preze, estavam presentes autoridades, hoje não tão autoridades assim, pela falta de ética que vemos sendo praticada pelas “vossasexcelências”. Não tão autoridades, diante de tantos impostos que nos imputam e principalmente pelo descaso que tratam a categoria empresarial atualmente. No entanto, enfileirado entre as autoridades, uma que de fato considero uma autoridade: José de Alencar.

José de Alencar um jovem empreendedor

Depois da saudação coletiva comum em todos os congressos, tivemos o prazer de ouvir sua Excelência, o Presidente em exercício, o mineiro José de Alencar. De fala franca, simples, gostosa, como de todo mineiro, ele contou sua história de empreendedor. Deu destaque aos juros que teve que pagar para seu tio, quando foi começar seu primeiro negócio. Negócio, aliás, que, nunca mais parou. Coincidentemente, aquele jovem empreendedor, que naquela noite, dezessete de outubro, estava completando setenta e sete anos. Fato esse que sensibilizou toda a platéia, pois, segundo ele, fora um compromisso assumido um ano antes e que não queria quebrá-lo. Deixara a família para estar com todos aqueles jovens empreendedores. Coisa que não vemos mais em “vossasexcelencias”.

José de Alencar de fato mantém esse país nos trilhos

Tenho como hábito e todos meus amigos que lêem este blog sabem da acidez que trato a política nesse país. O faço pelo simples fato de que, a classe que represento, a dos empresários, é por demais deixada de lado nesse atual governo. Não agüento mais tantas e tantas esmolas para o povo. Sempre pergunto: de onde são retiradas às esmolas? A resposta é sempre a mesma: dos impostos que pagamos. Esses cada vez mais altos tendo esse mesmo governo criando ainda mais secretarias, televisão pública e projetos do PAC que de nada servem para nós empresários. Farei sempre crítica para todos os governos que não atenderem ao empresariado. È uma forma de me sentir envolvido com meu país desde os primórdios minha vida. Conheço o que representa para nós empresários, o partido do presidente Lula e sei que graças ao pensamento de José de Alencar, esse país ainda está nos trilhos da democracia. Não fosse nosso Vice-Presidente, como diria Regina Duarte: teria medo!

Insistimos com a África e Mercosul se poderíamos estar rumo a China, EEUU e Europa

Como sempre, nosso Vice-Presidente fez pesadas críticas aos juros cobrados pela equipe econômica da qual ele faz parte. Pode até parecer um paradoxo, mas, não é. Juros não são determinados pelos meirelles da vida e sim, pelo mercado o qual o Brasil está inserido. Não será o Brasil a determinar os juros para o próprio Brasil e sim, os gastos que o governo tem com suas contas, com seus delírios populistas e com seus movimentos equivocados do rumo ao nada que determinam esses juros. Qualquer ser pensante que se preze, deve estar percebendo que o governo atual, está abandonando toda sua fracassada estratégia de transformar esse país em uma Albânia - via os ensinamentos do Grande Capitão José Dirceu e camarilha -, fazendo valer todas as iniciativas do antigo governo. Essas sim poderão levar o atual governo a se desgastar um pouco menos. Com as críticas de José de Alencar, seu carisma de contador de “causos” e a franqueza própria de sua personalidade, fez a platéia ir ao delírio, aplaudindo-o em pé, algo incomum na atualidade, onde as vaias campeiam nossas “vossasexcelências” políticas.

O orgulho de José de Alencar em falar da cultura de sua família

Depois de falar por quase uma hora, tendo a platéia a ouvi-lo no mais delicioso silêncio, José de Alencar destacou o orgulho que tinha em ver seu filho e seu neto terem terminado um MBA na Universidade de Columbia. Falou como pai e avô mesmo! Relato de quem percebe a importância da cultura advinda do exterior para esse carcomido sistema de ensino. Área que de tão repetitiva, está deixando profissionais fora do mercado, por terem estes, a infelicidade cursar os “manjados” MBA nacionais, que não são outra coisa se não pós-graduações caça-níqueis, que em nada preparam seus alunos a não ser para continuarem frustrados.

O "gancho" para minha palestra que seria no dia seguinte

Nosso querido Presidente que estava exercício, mudou totalmente meu discurso do dia seguinte. Passei a noite em claro para adaptar uma nova mensagem para o evento. Em verdade, nosso Presidente ofertou-me a possibilidade em apresentar o que a Estrutura Humana tem de melhor atualmente: nosso braço internacional. Explico. Desde o findar do ano de 2006 a empresa que represento vem fazendo investimentos importantes em áreas internacionais voltadas para a educação empresarial. Como todos os principais envolvidos na empresa, possuem passagens importantes por mestrados e doutoramentos realizados no Estados Unidos e Europa, trouxemos o que há de mais moderno para ser desenvolvido junto aos empreendedores nacionais.

Um novo discurso para aquela jovem platéia

Com um discurso remodelado, pude no dia seguinte demonstrar para aquela seleta platéia de jovens empresários como eles poderiam fazer, com custos menores - muito menores -, um MBA americano, autêntico, sem ter que deixar o Brasil e sua empresa durante um ano e meio. Tendo esses jovens empresários a certificação americana e ainda mais, aprenderiam de forma eficaz, se comparado ao que aprenderam os familiares do nosso Vice-presidente. Os participantes desse MBA também fariam um curso atualizadíssimo de inglês por ser, é claro, um MBA totalmente americano. Todos os partícipes teriam a oportunidade de formar um network mundial, com a vantagem de estarem formando presencialmente, um network nacional. Fiquei feliz depois do que falei para toda aquela seleta platéia, tendo recebido feedback positivo pelas mensagens, por terem sido elas, voltadas às novas maneiras de se fazer negócios e um mundo plano.

Tuesday, October 09, 2007

O NOVO HEROI ESPÍRITO-SANTENSE: EVO MORALES


Desgraças de alguns, sucesso de muitos. A vida sempre tem um lado brilhante e outro sombrio. O sombrio são os “velhos” conhecidos populistas da americacatólica, eleitos pelos sempre ignorantes de plantão, travestidos de população sem ambição na vida. Graças é claro, aos programas que todos os “caudilhos” do terceiro milênio ofertam, àqueles cuja única obsessão pela vida é receber tudo e nada produzir. Assim pensam e agem para se manter no poder os evos, chaves, lulas e outros que apostam em um mundo de pobreza, a começar pela mental e depois financeira.

Evo e o Estado do Espírito Santo


Houve um verdadeiro desastre diplomático brasileiro, no que se refere a expropriação do capital nacional, diga-se Petrobrás, pelo não menos desastroso comando boliviano. O Brasil também teve seus dias de Bolívia. Nos moldes do país de Evo, por aqui também se tentou fazer o mesmo com os contratos de telefonia. Contratos celebrados pelo governo anterior, tiveram a tentativa de não ser respeitado, pelo então ministro das Comunicações, Miro Teixeira, outro populista de origem brizolista. Nossos ignorantes popululistas, vivem em sistema capitalista, que os elegem, mas, depois de eleitos, decidem grosso modo ser socialistas a la evo, chaves e outros. Outrossim, tivemos por aqui tribunais sérios que derrubaram os propósitos escusos daquele ministro. Como podemos perceber, em relação ao poder populista somos “quase” iguais, aos chaves e aos evos, até porque, quem deveria reverter a situação das teles, seria em primeiro lugar o comandante do ministro, em segundo a agência reguladora, entretanto, a seriedade se deu no Supremo Tribunal Federal. Ainda bem!

Voltemos ao herói espírito-santense


Graças a incompetência do presidente da Bolívia, país menor, com um governo menor ainda, o povo espírito-santense, acabou por ser agraciado com um longo e irrigado em dinheiro, projeto da Petrobras, o qual seria levado a cabo a partir do ano de 2015. Chegou o projeto, no entanto, não há a capacitação daqueles que deverão dar respostas a tantos desafios que terão para dar início o referido projeto: prospecção de gás em mar aberto. Esse é um dos problemas brasileiro: a falta de infra-estrutura mental/humana. Fala-se muito do déficit da infra-estrutura portuária, logística, saneamento básico, entre outras, porém, quando o país necessita de mão de obra qualificada, falta qualificação de pessoas. Os próunis, as cotas, colocam de fato pessoas carentes nas universidades, agora quanto qualificá-las, conta-se nos dedos as universidades que vêm realizando esse papel. Outro fato preponderante, que em nada pesa contra as universidades, fica para a falta de vontade pessoal na melhoraria de suas próprias qualificações.

“Azar” da Petrobras, “sorte” da Estrutura Humana


Como analista transacional não acredito nem em sorte, muito menos em azar, no entanto, aproveitando o linguajar “popululista”, a empresa que represento foi acionada para levar aos espírito-santenses um assunto que está em falta por essa Terra que Pero Vaz disse que tinha que se plantar, para dar. Naquele tempo plantava-se flora, agora chegou a hora da plantação do saber. É nessa seara que atuamos e conhecemos que ao semearmos, tudo o que de necessário os seres necessitam, serão pessoas melhores qualificadas. Será esse o movimento de infra-estrutura mental que a Petrobras necessitará para acionar a máquina do desenvolvimento.

Uma empresa internacional


Assim como a Petrobras, a Estrutura Humana, hoje com sede em Lexington, desenvolveu um seminário para os espírito-santenses baseados na gestão corporativa. O referido seminário trouxe para os espírito-santenses a visão da Convergência Internacional. Nesses seminários estiveram presentes, no Centro de Convenções de Vitória, no Auditório do Sesc em Guarapari e, em um dos mais modernos auditórios que temos conhecimento, nas dependências da Unilinhares, palestrantes internacionais, tais como Trent Argo (USA) – O sucesso profissional e a vida acadêmica, John Cragin (USA) – Como a tecnologia mudou os negócios, os empregos e a educação no mundo, Vanedson Ximenes (USA) – Do lugar ao topo, Eduardo Bocatto (ES) – A nova diagnose da empresa familiar e este que vos escreve – A exclusão internacional e o perigo para empresas e pessoas.

Para o Brasil não há futuro


Foram três memoráveis encontros, tendo um muito significativo que foi a presença do Prefeito de Vitória – João Coser (PT), que em nada lembrou seu colega da alta esfera. Prudente, de fala mansa, de postura empreendedora, Coser dignificou o evento e aqueles que estavam preocupados com os novos rumos capixabas e espírito-santenses.
A Estrutura Humana depois de sua internacionalização, buscou naquele tipo de movimento interno nacional, demonstrar para os quase dois mil participantes dos três encontros, que existe um mundo lá fora, da qual não fazemos parte (esse tema foi devidamente demonstrado). Com números deixou-se claro que, enquanto as empresas que não possuem uma visão internacional cresceram 2,3% por pensarem a agirem com a visão nacional restritiva, as que estão fazendo parte da Convergência Internacional tendo uma visão de fora para dentro, cresceram 5,8%, ou seja, mais do que o dobro. Para o Brasil não há futuro! Apenas há o presente para os que desejam e o futuro para que os que estão preparados ou se preparando. Todos os palestrantes internacionais demonstraram que o futuro se faz com Governos preparados para viver o que virá doravante. Como nossos governantes são despreparados em todos os aspectos, o Brasil não tem futuro. O país do futuro somos nós os preparados.

Monday, September 10, 2007

NAVEGAR É PRECISO, MUDAR TAMBÉM É PRECISO



Mais uma corrida ganha pelo fenômeno Lewis Hamilton!
Como todo fenômeno, Lewis teve mais um dia especial da mídia. Mas, de onde surgiu essa maravilha sobre rodas, que em menos de uma temporada já se tornou lenda? Foi um “olheiro” da área de pilotos de prova, que observou o quanto aquele jovem, quando ainda criança, gostava de carros e depois de vê-lo sobre as rodas de pequenos carrinhos de corrida, resolveu adotá-lo. Adoção realizada na mais tenra idade, para torná-lo um dia um grande corredor. Ele foi além. Tornou-se na formula UM, fenômeno nas pistas que consagraram os fângios, fittipaldis, sennas, schummakers e não fizeram diferença para os barriquelos da vida.

Uma manhã feliz em meu coração
Estávamos todos em um maravilhoso e moderno auditório. Todos os presentes, que em sua maioria, eram meus conhecidos de longa data. Enquanto cada um chegava para a primeira reunião sob a égide da nova e dinâmica presidência, “meus olhos de enxergar”, olhavam para o pretérito não tão distante. Lembrava de outra reunião em auditório recém reformado, passando em sua primeira reunião com o mesmo grupo presente, sob o teste que toda reforma de telhado passa: se a chuva vence ou não. A chuva castigava aquele local. Um teste para as calhas que estavam recém colocadas. Desastre total. A chuva vencera. Volto ao presente. Todos a bordo naquele novo espaço, minha “mente de ver” foi percebendo o quanto tudo havia mudado: o espaço, a não existência de nova cachoeira, o não estragar da pintura e as roupas dos meus venerandos amigos.

O que mudou na mente de meus amigos


Olhava para todos! Percebi a mudança nas vestimentas, sendo que, por serem em sua maioria discípulos de Teotônio Vilela, aqueles advogados sempre estavam travestidos em roupas sóbrias e suas gravatas bem postadas, sobre camisas impecavelmente passadas. As advogadas desfilando em suas vestimentas up-to-date, obedecendo a sobriedade característica do ramo do direito. Mas, “meu olhar de pensar”, gostaria de adentrar naquelas mentes e perceber o que mudou: na forma de agir, de pensar, de pesquisar, de argüir e de encerrar uma pendenga jurídica. Não me fiz de rogado e perguntei: o que mudou no mundo dos causídicos? Listaram inúmeras mudanças, sendo que todas, mostravam a necessidade da navegação pela WEB. O ramo fora deslocado nesses últimos anos para dentro da WEB, onde lá, se encontra de tudo o que de necessidade haja, com a rapidez que o mundo moderno exige e o melhor, com as assinaturas eletrônicas autorizadas pela justiça para que, os movimentos na WEB tenham o caráter de lei.

O que mudou naquele grupamento de venerandos amigos


Naquela reunião pretérita, na qual o jorro d´agua se fez presente, era um grande passo dado pelo então presidente daquele sindicato, Paulo Miranda Soares, cujo foco era fazer com a presença da Estrutura Humana, empresa que trabalho há décadas, uma nova formulação do pensar sindical. A reunião em novo espaço, com o atual presidente, Sérgio Mattos, trás depois de quatro anos, novamente a presença da Estrutura Humana, para alavancar uma nova fase desse vitorioso modelo sindical. Sérgio Mattos com seu desenvolto modelo voltado a WEB estava naquele momento do presente, dentre outras recentes novidades trazidas para o sindicato, demonstrando que, um dos mais importantes braços de atividades sindicais, são as questões jurídicas, porém, dentro de uma novidade criada pela equipe que ele comanda, que é ter todos os processos que chegam dos associados, catalogados, dado início aos trabalhos, suas ações recorrentes ao processo e o término de cada um, no entanto, dentro de um modelo voltado à informatização. Um grande passo, para uma nova e grande caminhada.

A semelhança entre Lewis Hamilton e a Estrutura Humana


Trabalho para uma empresa na qual tenho o maior orgulho. Ela é por demais parecida com o que se fez com Lewis Hamilton. Essa empresa sempre apostou no médio e longo prazo, mesmo tendo em todos os meses, dessa longa caminhada de vinte e quatro anos, que pagar suas contas. Assim ela se faz presente nessa grande caminhada: fazendo amigos, propagando o longo prazo e os prazeres de quando se chega nele com vitória. O sindicato que me fez pensar esse artigo, os inúmeros consultores que por aqui passaram, todas as empresas grandes, médias e pequenas que diante da proposta que levávamos, com certeza entenderam a Estrutura Humana: apostar no médio e longo prazo. Valeu a pena! Hoje, ela oferece inúmeros serviços nacionais e internacionais. Tem sócios nos Estados Unidos e Europa e espera nessa longa caminhada alongar ainda mais seus braços convergentes e internacionais, para que, em breve, possamos com os “olhos do pensar no futuro”, estar escrevendo um blog a partir de outra galáxia. Afinal, quem não sonha com as estrelas, não tem o direito de chegar às nuvens.

Sunday, August 26, 2007

DE CABRAL, A LULA JOAQUINS DA SILVA: O QUE MUDOU NESSE PAÍS?



A manhã de sábado prometia. Levantei-me com os cânticos desarmonizados dos galos, os cocoricar das galinhas que de mansinho, despertavam todos os de sono leve, na encantada Ouro Preto. Como de hábito, na padaria próxima a casa de Tiradentes, tomei um quente café com leite e comi dois pães com uma derretida manteiga mineira, que diante do calor, pão adentro, insistia em escorregar ladeira abaixo, da massenta farinha daqueles tenros pães. O próximo hábito: a corrida circundando a antiga Vila Velha. Nada de corrida com saída chegada e vendedor. Apenas, uma corrida! Solitária! Envolvendo eu e meus pensares. Juntos revisitaremos um dos maiores e mais revoltante evento de nossa cultura. Uma longa e deliciosa volta ao passado que começa, desde a praça da decapitação de Tiradentes e termina, uma hora e quarenta minutos depois, na estação ferroviária, local este que trouxe para o mundo das letras, um dos mais importantes professores do Século XX: Professor Rosalvo Madeira Cardoso.

O descaso para com o planejamento desde o Século XVII



O sol lambia suavemente o frio orvalho daquela madrugada de inverno. Tocava com seus raios dourados minha pele. Eu, iniciando minha corrida, estava elaborando mentalmente lembranças sobre aquela que viria resolver todos os problemas da Portugal dos séculos XVII e XVIII, incluso o grande terremoto de Lisboa. Lembranças que provocam revolta pela falta de planejamento e o excesso de gastos daquele Império. Aqueles “nobres-pobres-de-espírito”, agiram como se, aquele ouro negro fosse eterno. A primeira parte da corrida, transcorrido dois quartos de hora, pouco vi de Ouro Preto. Passada a primeira meia hora, comecei a contemplar aquela cidade como um todo, diante da altura que me encontrava. Minha mente voltou ao passado. Histórias, lendas e fantasias, perpassavam minha lente ótica mental. Incluso, a passagem por um local onde, segundo a história, centenas de aventureiros, primevos do ciclo do ouro, morreram de inanição, decorrente da falta de planejamento no plantio de algo que os alimentasse. A ignorância mental, somada à ganância da alma, teve como resultado a fome e a total falta de alimentos. O Governo da época propunha dar ao descobridor a cata, desde que, o mesmo, repassasse o quinto. Nada foi planejado para que, ao menos, houvessem sobreviventes na empreitada.

A insegurança diante de todos os perigos que aqueles que se envolvem com o ouro



Acredito ter existido mais seguros para grandes trajetos com o nobre metal do Século XVII, porém, minutos antes de chegar ao topo da corrida, passei pelo Passa Dez. Esse local empresta o nome em razão da falta de segurança que todos os senhores de catas enfrentavam para levar o ouro até Parati. Eles em comboios de dez, faziam a perigosa viagem com seus muares carregados do mais puro ouro daquele tempo, alguns chegando a ter até 23 quilates. Os perigos eram tantos que, a hoje divulgada Estrada Real, segundo dados históricos, em realidade eram dezenas de caminhos. Esse estratagema era para iludir os assaltantes da época áurea. As mortes provocadas nas catas eram por demais aviltantes e o descaso público na apuração dos fatos se dava de acordo com a proximidade do assassinado em relação ao poder vigente. Casos não solucionados eram aqueles que o morto não tinha uma fortuna digna de visibilidade junto ao poder público. Outra prática era o emparedamento das vítimas, ou seja, matava-se e colocava o assassinado em uma parede de pau-a-pique. O corpo seria encontrado quando essa parede caísse ou fosse derrubada. Até hoje se encontram emparedados.

A escravidão negreira e o rombo no caixa dos senhores das catas



Estava chegando ao trevo que vai para Ponte Nova, quando cruzei com um casal de negros, provavelmente, moradores de fazendas próximas. A elegância do bom dia recebido deles despertou-me para o sofrimento daquela raça nas mãos dos senhores de catas. Torna-se inexplicável por meio de figuração a violência imposta àqueles que, com picaretas, iluminação de velas, alimentados de forma incorreta, tinham que trabalhar durante o dia, sem ver a luz do sol. Trabalho insano que durava mais de quinze horas a cada dia. Eles não tinham a CUT ou a Força Sindical para garantir-lhes seus direitos. Por outro lado, o Império com sua nau econômica à deriva na Europa, necessitava de muito ouro para cobrir os rombos e roubos que a corte promovia, sem contar os péssimos contratos que a lusitana nau assinava com ingleses. Com todas as contas no vermelho o Império-Trás-dos-Montes, promovia todos os desmandos para com os senhores donos de catas ouriferas, o que explica a grande quantidade de levantes contra o referido Império, o mais conhecido deles, cujo mártir tem seu nome na praça a qual inicio sempre essa corrida.

Os discípulos de Judas e conluios com o Império



O sol esquentara. Seus raios se transformaram em lanças a rasgar minha pele, quando estava retornando novamente ao que outrora fora uma das capitais mais luxuosas do planeta, superando Londres, Paris e Roma. Passei então por duas pessoas que falavam para quem quisesse ouvir: “não tem jeito eu desconfio mesmo”. Salto para o outrora! Volto aos primórdios da Era Dourada. Era um orgulho para qualquer cidadão lusitano dizer-se “delator”. Alcagüetar, entregar o outro para os representantes do Império. O orgulhoso sabia que, a cada dedoduragem encheria sua algibeira de patacas, cobres e vinténs e teria o direito de voltar a “terrinha”. Os oriundos do Tejo, jamais pensaram em progredir naquele chão, que durante a corrida estava sorvendo meu suor. Conhecemos apenas o mais famoso deles: o Joaquim, que se tornou traidor, pela má administração de seus negócios, que para ter suas dívidas perdoadas e uns trocados a mais e depois, para curtir sua “terrinha” natal, delatou o outro Joaquim: o mártir.

Como foi fácil escrever esse blog



De volta ao presente, cheguei pleno de felicidade ao recinto que, um grandioso centenarista brasileiro esculpiu, em um terreno acidentado, e que foi, um dia, o mais luxuoso hotel de Ouro Preto. Atualmente superado em conforto por outros hotéis e pousadas, o Grande Hotel, mantém, no entanto, o encanto do atendimento, proporcionado pelo Nazareno, digno representante de Santa Efigênia e Nayara, uma linda mineira que com seu sorriso e o curso de filosofia, encanta com cultura e atenção os hóspedes. Debaixo do chuveiro escrevia este blog, em cores vermelhas, com minha BIC mental, utilizando todos os neurônios aquecidos pelo sol e refrescados pela morna água, e pensava: o que de fato mudou nessa Pátria desde então? A resposta veio no momento que fechei a torneira e enxugava cada gota d´agua que escorria ainda pelo meu corpo: NADA. Pena, não é mesmo! Faço minha mea-culpa: também não mudo. Ao findar do dia, sempre vou a um recital de cravo, comandado pela maior conhecedora de cravos e órgãos do Brasil, Elisa Freixo – que sempre nós convida para o recital de órgão em Mariana no domingo-, para depois, na praça do Rosário, descer as escadarias do Acaso 85, encontrar as Dras. Rigueiro e Beth, que nas horas de trabalho são UFOPEANAS e nas de lazer comandam um dos mais exóticos restaurantes de Vila Velha. Mesa posta com bamba de couve e costelinha, um bom vinho safra 2004 e assim vai caminhando a humanidade.

Sunday, August 12, 2007

PIPOCA, RUBENS, NEITZSCHE, FERNANDA E CAROLINA


Aquela noite fizera um armistício com o frio. Suave e calorosa estava. Sem lua, mas, com seu manto negro, pontilhada de reluzentes e brilhantes corpos celestes, a cobrir a bela Campinas. Fora convidado para uma palestra de Rubens Alves, meu dileto contador de histórias para adultos, igualmente apreciado pelas crianças. Mineiro de Boa Esperança, filósofo da vida, avô nas horas vagas, era Rubens e a noite de calor ameno, a certeza do agradável. O tema hilário “pipoca”. Um grupo seleto! Seres humanos com a vontade de ouvir aquele que, com seus livros infantis, desperta em mim a vontade de continuar a pensar como adulto, tendo meus repentes da melhor e adorada criancice.

A pipoca, Fernanda e Carolina
O espaço cultural era amplo. Por essas coisas de Deus, acabei sentando-me em um lugar que estava próximo à duas pessoas da mais tenra idade. Lindas irmãs que, ao findar a palestra, fui perguntar-lhes os seus nomes: Fernanda, que já ocupa seu espaço na terra há quatro anos e sua irmã Carolina de seis. Antes mesmo de iniciar a palestra, fiquei olhando para as lindas, lindas mesmo, garotas, e a imaginar que, seus pais, não tendo com quem deixá-las, optaram por levá-las ao evento.Imaginei que as garotinhas em determinado momento começariam a correr pelo recinto, fazendo seus pais desistirem de continuar ouvindo a palestra. Rubens Alves chegou no horário como lhe é peculiar e ao começar o encantamento da platéia, alguém da mesma, sacava sua câmara filmadora e iniciava a gravação do evento. Advinha, caro leitor, quem iniciara a filmagem? Fernanda. Essa guapa menina de olhos azuis estelar, de quatro anos, pegou sua câmara filmadora, exatamente do tamanho de sua mão e começou a filmar Rubens Alves. Em um determinado momento, ao falar sobre o porque a pérola surge, Rubens foi surpreendido pela resposta de Carolina, a irmã de seis anos que afirmou: “por causa de um grão de areia que fica dentro dela”.

Imantei meu coração de júbilo.
Pronto! A pipoca, Fernanda e Carolina estavam fazendo parte daquele cenário, cujo propósito era fazer pessoas pensarem. Imantavam meu coração de júbilo, aquelas duas dádivas Divinas. Reforçavam meus entendimentos de que, se houver estímulos, seres humanos são partícipes da atual convergência internacional. Mesmo tendo aquelas que somadas suas idades completam apenas duas mãos, no entanto, se somados os estímulos que recebem do Mundo Plano não teremos mais parâmetros para dizer qual a idade delas. Se considerarmos elas e seus estímulos, advindos do mundo subatômico, podemos defini-las como plenas de conhecimento sobre a Convergência Internacional, com idades “avançadas”, que se comparadas à idade de muitos que estavam na platéia e nada entendem de ligar uma simples câmara filmadora, essas lindas criaturas são mais desenvolvidas.

Nietzsche, o filósofo preferido de Rubens Alves
Rubens em sua particular forma de fazer pessoas pensarem expôs que, no cipoal de neurônios e axônios, composição física do pensar, aquele que pensa, necessariamente não vê as coisas como elas são. Que uma pedra para Drumonnd não denota uma pedra ou como uma cebola, para uma sua cliente, pôde se transformar em uma rosa molhada com suas pétalas brancas. Entre um encantamento e outro, destacou o quando gosta de Nietzsche e de tudo o que o filósofo alemão nos legou com seus questionamentos sobre o pensar. Na avenida do pensamento, Rubens desfilou pesadas e coerentes críticas ao nosso modelo pedagógico, referência feita a aversão de todas as crianças por livros. Como pedagogo de formação, Alves disse que os professores são propensos à fazer com as crianças, em relação aos livros, duas aberrações:incentivar o fichamento e interpretação, de livros e textos respectivamente.

A inversão no processo do pensar
Segundo Rubens, Nietzsche sempre foi contrário a tudo o que é colocar ordem no caos do pensar. Prática que professores, infelizmente, acabam invertendo no processo do pensar. Colocando ordem, acabam por tirar das crianças, o prazer pela leitura. Fichamento faz com que as crianças, percam a vontade de viajar no conteúdo, para ancorarem no porto seguro da realidade. Interpretações as fazem parar de pensar, para repetir ou imaginar o que o escritor quis dizer. Reforçou Rubens: “quando digo algo em meus livros, escrevo exatamente o que está escrito. De nada adianta os professores quererem tirar da mente de seus alunos, exatamente aquilo que eu não quis dizer”. Finalizou dizendo que, pessoas que têm um livro ao seu lado, nunca estão solitárias.

Presentear sempre com bons livros, menos os de auto-ajuda
Rubens sugeriu que devemos presentear com livros pessoas que gostamos, menos com os de auto-ajuda. Comecei a aplaudi-lo, com vibrantes palmas internas que ressoavam em meu coração. Explicou Rubens o por quê. Que pessoas não devem perder tempo com conselhos, pois, em sua experiência como professor, pai e depois como avô, não viu em suas prerrogativas em dar conselhos, resultados positivos, ou seja, conselhos que ele ofertou tiveram nenhum resultado. Portanto, livros de auto-ajuda, que são conselhos, nada trazem de positivo para as pessoas, a não ser, levarem as mesmas a ficharem suas vidas, tornando-as pecadoras, devedoras de pecados e dívidas que nem sempre são seus e sim da civilização. Continuou Rubens: todos nós sabemos como resolver nossos desconfortos diminuindo ou eliminando nossos sofrimentos, mas, nos falta coragem e não livros de auto-ajuda. Que livros, sem ser os de aconselhamentos, levam pessoas a nada pensar. É um ato de pura vagabundagem mental, para depois, com o cérebro descansado das agruras de nosso cotidiano, possamos de fato partir para a ação. Mudar mesmo e não filosofar sobre mudanças! Resumindo, que o ser humano precisa de livros para pensar e não livros para fazer fichamento de suas covardias diante das mudanças necessárias. E, Fernanda registrando tudo e Carolina olhando Rubens pelo visor da câmara da irmã.

Pensar necessariamente não precisa de fichamento nem de interpretação.
Deixei aquele recanto de lindas frases, longas histórias e a maravilhosa participação de Carolina, a única que depois da palestra fez uma pergunta para Rubens Alves, com a sensação de que não pensamos. E, se o fazemos, não percebemos a importância desse pensar, pelo simples fato de que, fomos obrigados por longo tempo a detestar livros, a não ser aqueles que estão na moda, e se lemos, não entendemos, se entendemos, não praticamos. Em leitura de muitos desses livros de aconselhamentos, sequer entramos no âmago da idéia central do autor, pensamos em nossa triste existência a cada página virada. Precisamos sim desses livros da “moda”, para estar com eles anexado por um tempo ao nosso “suvaco” ou em cima de nossa mesa, para que a humanidade acredite que somos intelectuais e temos como hábito o pensar. Porém, como afirmou Rubens, em rodas de prosas, temos com o pensar atual, falar duas coisas: futebol e da empresa, sempre negativamente é claro.

Pensar a vida sem fichamentos e interpretações
Enquanto meu sono teimava em ficar acordado, liguei a máquina registradora de pensamentos e escrevi essas singelas linhas. Do meu humilde ponto de vista, a intelectualidade deve ser o primeiro movimento de nossa alma. O alimento que fortalecerá todo processo de conhecimento que devemos levar vida afora. No entanto, informação por si mesma não é tudo. Fichamento de valores ou interpretação de nossas vidas não resolvem nossas jornadas repletas de necessidades de mudanças. Assim como excelentes vendedores de pacotes de viagens, nunca estiveram nos locais que afirmam maravilhosidades, excelentes conhecedores do Cristo que nunca tiveram o manifesto da bondade por Ele ensejada e escritores de conselhos nada praticam para si próprios, devemos ter em mente que, Fernanda e Carolina estão sendo estimuladas a serem e viverem no Mundo Plano, pós-globalização. Faço ao findar desse artigo, homenagens a Ana Feres pelo convite da palestra, a Rubens Alves pela magnitude da palestra, a explosão da pipoca tornando-se, de dura e amarelecida, alva e macia, diante de seu sofrimento frente ao calor excessivo, a Fernanda que com seus quatro anos, ao invés de ficar correndo em meio aos participantes, decidiu registrar um dos maiores filósofos da atualidade e a Carolina pela sua brilhante pergunta feita a Rubens Alves “ o que você acha da minha professora que pediu para eu criar um romance de um livro lido?”. E, em especial a minha própria mente, que entrementes, não deixou passar desapercebido a noite na qual a pipoca fez parceria com Nietzsche, Fernanda e Carolina.

Sunday, July 29, 2007

DIFICULDADES COM O PENSAR? ENTÃO PENSE!


Amo minhas andanças por essa maravilhosa terra brasilis. A cada passo dado em direção ao infindo projeto de minha vida, observo, converso, escuto e principalmente, aprendo coisas que me levam a pensar. Numa dessas peregrinações laborais, conheci uma pessoa cujo escopo para todos os seus colaboradores está centrado no “pensar” humano. Esse impoluto profissional, com qualificação médica, um dos mais respeitados de Belo Horizonte, não estacionou seu cérebro na vaga da medicina e, de dentro de si mesmo, ficou conclamando ao mundo o status conferido a tão nobre classe. Ele foi muito além. Como integrante da Fundação Nair Vilella Rabelo, Dr. Fábio Botelho coloca todos os seus bilhões de neurônios, como também de seus colaboradores, no esforço conjunto do pensar. Todos mesmos, desde o corpo clínico chegando aos funcionários, independentemente de suas funções.

Um projeto inovador e feliz do qual participarei



Contou-me Dr. Fábio que esse projeto foi iniciado há um ano com gerências e coordenações. Que de tanto pensarem e perceberem as melhorias na qualidade, primeiro para o próprio ser humano, posteriormente, para toda a entidade, o projeto acabou sendo estendido para outras áreas. Além de alastrado entidade adentro, novas modalidades do pensar, tais como: Oficina de idéias, Funcionários Estrela, Idéias Premiada, Música Ambiente e Irradiando Alegria foram criadas. Adorando desde o primeiro instante essa iniciativa, imediatamente me coloquei a disposição para uma intervenção dentro daquela iniciativa com um assunto deveras “pensativo”: Exclusão da Convergência Internacional e seus perigos para pessoas e empresas. Felizmente, a proposta foi aceita e dependo agora de seu agendamento para, com um prazer inenarrável no coração, alma e cabeça, poder ofertar minha participação nesse feliz desenvolvimento do pensar.

De que se trata essa Exclusão da Convergência Internacional



Quero contar uma história de frustração de minha infância. Sei lá pelas quantas de minha existência, um dia descobri que o nosso dinheiro, o cruzeiro, dinheiro circulante daquela época, não era o dinheiro que circulava no mundo. Fiquei frustrado. Ocorre que tinha e tenho uma grande ligação umbilical com as nossas origens e acreditava, por isso, que tinhamos uma importância no mundo internacional. Infelizmente, o Brasil é um produto de consumo interno. Somos ótimos para nós mesmos. Nós e toda essa América Católica. Para meu espanto não representamos nada para o desenvolvimento mundial. Querem um exemplo? Meu computador por ter sido comprado na Espanha, chegou com o sistema operacional espanhol, que abre a Internet no site MSN da Espanha. Por gostar da língua de Cervantes, não mudei, para que, todo o dia fique sabendo alguma coisa da Convergência Internacional. Muito bem! Acreditem quem quiser: nessas duas semanas, abrindo o site europeu, não encontrei uma linha sequer sobre os jogos Pan-americanos. Ok, ok, ok, eles europeus nada tem a ver com jogos das Américas. Será que um site americano, cujo país lidera o ranking de medalhas teria interesse? Apenas como curiosidade, entro todos os dias, em dois dos mais populares sites americanos o Yahoo e MSN. Nenhuma noticia sobre o Pan. Mas, imaginava que no dia do encerramento o Pan seria destaque. Nada! Como temos céticos, salvei todos os sites citados do dia 29/07, se caso houver dúvidas. Triste não é mesmo? Mas, comentários desairosos sobre nosso terrível acidente aéreo e todas as demandas da crise aérea fazem parte dos sites internacionais.

O que é pensar atualmente



Entendendo a necessidade desse tipo de atuação empresarial, que é o pensar? A Estrutura Humana vem desde há uma década, auxiliando os interessados a deixarem - o que nos anos oitenta, se chamava de zona de conforto ou nos anos noventa: limite de incompetência - e partirem para o que fora da América Católica é de praxe acontecer: estar “linkado” na Convergência Internacional. Eu particularmente não gostava dessas duas nomenclaturas (zona de conforto e limite de incompetência) por serem eles apenas nomes que se inventava para dar racionalidade aquele ser humano que não queria nada realizar, para si mesmo, pela sua empresa e muito menos pela humanidade. O que vale realmente para mim é a fala do Cristo que não se cansava em dizer para seus apóstolos: falemos de fé ao findar do dia, mas, depois de estarmos cansados de praticar, por meio de ações, ajuda para todos aqueles que dela necessitem. Cristo pregou o trabalho e a fé pelo trabalho. Portanto, levamos pessoas para ações concretas fora das linhas demarcadas pelo atraso do pensar, que representa a América Latina.

Para que serve o pensar



Temos, segundo a comprovação da ciência, oito tipos de inteligência, a saber: lingüística, lógica, espacial, musical, corporal, naturalista, intrapessoal e interpessoal. Cada um desenvolve algumas inteligências, de forma mais relevante, do que desenvolve outras. Se desenvolvermos de forma disciplinada a cada dia o processo do pensar, principalmente em áreas que não dominamos, melhoramos nosso sistema intelectivo e como resultado, seremos mais inteligentes. Não existe a figura do “burro” para a ciência e gênios são exceções segundo a mesma. Isso posto, nenhuma novidade falei, até porque temos dificuldades, nesse país, em trocar informações com outrem, as quais fujam do cotidiano: falar do sexo oposto, piadas lidas na Internet, criticar o governo, que Deus nos abandonou, futebol e principalmente, reclamar do chefe e da sogra. Atualmente, incluem-se também nos reclamos, noras e genros. Tentar meia hora de filosofia, música, artes, obras sociais, bem, daí já é ser rotulado de “filósofo”. Por esse motivo fico feliz em participar de projetos inovadores, que todas as empresas deveriam também realizar, sobre como pensar melhor. Parabéns Dr. Fábio e toda equipe pela iniciativa vencedora. Contem sempre com a Estrutura Humana.

Tuesday, July 17, 2007

VAIAS, TRISTEZAS, SENTIMENTOS, INJUSTIÇAS.....


O Brasil ficou triste! Nosso querido e amado Presidente foi vaiado. Quanta indelicadeza. Quanta rudeza desse povo vil, que deixou triste nosso amado líder. Em dia de festa, onde todos deveriam estar alegres, radiantes e felizes, pela montanha de dinheiro liberada, a mais, do que foi planejado, para fazer a alegria das Nações amigas americanas. Justamente nesse dia feliz, esse povo insidioso decide sem pedir licença vaiar nossa Presidência. Não mil vezes não! Como pôde esse povo ser tão irracionalmente capaz de nosso presidente vaiar? Não há motivos para tanto. Temos pela primeira vez em nossa história republicana alguém que se dedicou à distribuição do dinheiro público para o pobres. Que diante de tanto trabalho executado, não teve tempo para enxergar o que se passava na mesa ao lado, onde seus prestimosos amigos, inadvertidamente fizeram um “rapa” nos caixas dos bancos estatais e nos serviços de correios. Um Presidente que pela primeira vez na história chega ao mais alto cargo, sem ter tido cargo algum na vida privada e todos os mais importantes cargos no meio sindical.

Um Presidente amigo das Américas


Temos um Presidente que mais e mais viajou por todos os continentes, trazendo na bagagem reações de apreço dos mais pobre países do mundo, onde em casos fortuitos, fez questão de não mais cobrar as dívidas desses países para com o rico Brasil. Presidente amigo dos mais importantes mandatários da América Católica, onde o Morales tomou de nossa Nação tudo o que investimos, tendo nosso Presidente afirmado que de fato ganhamos muito, mais do que necessário, utilizando o suor daquele povo. Um Presidente que nutre simpatia fraterna desde o pretérito, ao mais agradável e afável vovô imperador desse lado das Américas, que com sua barba de Papai Noel, manda fuzilar, até hoje, todos os que lhe façam oposição. Amigo de um dos mais sábios presidentes do Pacífico sul, cuja onda de nacionalismo beira o que o stanilismo pregou ao se iniciar o Século XX, cuja sabedoria é de tal forma precisa, que deu “puxões” de orelha em nossa Casa Maior.

Essas desvairadas elites e suas vaias invejosas


A elite tem inveja do nosso digníssimo Presidente. Essa classe social por nada receber das bolsas famílias, escola, entre outras benesses sociais, tem inveja e por isso vaia. Quando essa elite viaja, tendo atrasos infindos, pernoites em aeroportos, centenas de mortos causadas pelo jogo de empurra-empurra da crise aérea, crianças e velhos a mercê do tempo, fica com inveja pela disciplina de horário que o avião presidencial chega em todos os Estados brasileiros. Por inveja vaia. Quando uma da melhores ministras que esse país já teve na área do turismo, por indicação da Presidência, em um ato de amor a todos que freqüentam os aeroportos brasileiros, diz: “relaxem e gozem” curtam os aeroportos! Essa competente ministra em atitude zen, desfila palavras amigas para quem fica com essa mania de elite em viajar de avião. A elite não entende o apelo da ministra, extravasa em nosso Presidente. E por inveja vaia.

Esses empresários que não entendem de mercado vaiam


Tendo o Brasil uma das menores taxas de crescimento do planeta, com o dólar atingindo as marcas mais baixas das ultimas décadas. Com a elite empresarial acenando que o Brasil é o país mais moroso para desembaraçar tanto na importação como na exportação, perdendo 0,5% o valor da carga a cada dia de atraso tem essa mesma elite a petulância de vaiar. Quando essa classe empresarial que não entende nosso Presidente, somente por que o Brasil perde 10% dos valores de produtos exportados pela burocracia desse governo, acha que tem direito de vaiar. Quanta injustiça! Somente porque o Brasil perdeu U$ 137,4 bilhões de dólares pela falta de infra-estrutura no ano passado, vaia. Por tudo exposto, nosso Presidente tem toda razão em ter ficado triste ao ser vaiado e não querer fazer seu discurso de abertura, praxe de todo governante mundial, em dia de abertura desse tipo de evento. Brasileiros, todas as vezes que virem nosso amado Presidente em público lembre-se desse singelo artigo e o aplaudam em pé.

Wednesday, July 11, 2007

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: DELÍRIO OU ILUSÃO?


Como é por demais prazeroso ser um planejador. Amo essa minha característica profissional. Pena que nesse país nosso governo não nos dê referências de planejamento. Que não tenhamos a cultura de pensar no médio e longo prazo. Felizmente, empresas de sucesso não seguem as cartilhas carcomidas pelo tempo do descaso, desses nossos governantes. Aquelas empresas que planejam, tendem a continuar no mercado. Claro que o país acaba pagando um ônus alto pela quantidade de empresas que por pura falta de planejamento, acabam falindo, deixando um rastro de dívidas públicas, sociais e pessoais, para serem absorvidas pelos juros bancários que, em decorrência do alto risco dos empréstimos, acabam elevando os juros como uma forma de garantia dessa perda.

Planejamento pessoal: por que fazer?


Fazendo planejamento por escrito ou não (se bem que por escrito será sempre melhor) somos, desde primevos, planejadores. Caso contrário essa nossa espécie teria desaparecido, assim como outras, nossos primos, desapareceram. Muitos de meus clientes, amigos e pessoas próximas me perguntam: por que você Bocatto tem tanta necessidade em falar e fazer com que todos pensem em realizar algum tipo de planejamento? Não seria melhor viver naturalmente, sem ter que enxergar o futuro, até porque, diz o ditado: o futuro a Deus pertence! Concordo com a frase, desde que, Deus nos leve para morar ao lado Dele o mais rapidamente possível. Caso contrário, sem planejamento, em um mundo de constantes e rápidas mudanças, pereceremos na porta de bancos, em filas de hospitais, nos SPC´s da vida, enfim, teremos problemas pela falta de planejamento.

Planejamento: ilusão ou delírio?


Segundo o vovô Freud somos pessoas ligadas ao desejo. Desejos estes que em sua maioria estão linkados às nossas ilusões. A ressalva do vovô é que, ilusões necessariamente não são erros e sim algo provável. Como planejador e simpático à causa do mundo subatômico, afirmo que, tanto Freud como Einstein, estavam falando a mesma linguagem. Freud pelos desejos, Einstein pela probabilidade. Amo o exemplo do vovô: toda jovem adolescendo, sonha com seu príncipe encantado. Erro ou ilusão. O vovô responde: ilusão, pois há a probabilidade de aparecer esse príncipe. Uma senhora de oitenta e oito anos, sonhando com o príncipe encantado de vinte. Erro ou ilusão? Segundo o vovô: “delírio”! Isso mesmo. Não há erro quando uma pessoa possui um desejo, posteriormente, se transforma em ilusão que pode se materializar ou não. No entanto, quando esse desejo esta em contrariedade com as normas da civilização, mas o desejo continua e nunca se materializa, o vovô chamou de “delírio humano”. Constituindo então em um erro. A questão da inadimplência no Brasil pode ser olhada com delírio pessoal, ou seja, falta de planejamento de vida financeira. Essa falta de planejamento faz com que o indivíduo venha a delirar, acreditando que seu salário dará conta de tudo o que deseja, comprando em consonância aos seus ganhos, porém, não levando em conta as despesas extraordinárias. Exemplos não faltam, carro sem seguro, indivíduo sem um plano médico ou dentário, reservas para os gastos não planejados, tais como doenças inesperadas, entre outras.

Falta de planejamento empresarial: puro delírio!


Se uma empresa não possui um planejamento de no mínimo dois anos futuros, ela estará permanentemente em delírio, por não saber o que a concorrência está preparando para ganhar seu mercado. Outro dia o Embaixador da China foi questionado por que seu país subsidia suas empresas. A resposta veio a calhar para esse artigo: temos reservas suficientes para aplicar em subsídios para todas as empresas que queiram ganhar mercado no mundo inteiro, disse o Embaixador para uma platéia de seletos empresários. Todos os presentes tiveram que engolir a seco e pensar que nosso governo não tem cacife para essa empreitada. Por que não tem? Por que nada por aqui é mantido dentro dos padrões no qual se planeja. E todos os planejamentos elaborados por aqui são políticos. São factóides! Não é algo sério que se pretenda manter por décadas, independente do partido que estiver no poder. Foi o que o senti em referência a China. Tudo o que foi planejado, nos anos setenta, pelos chineses está sendo realizado, daí entender por que nós não crescemos, sendo que eles estão arrebentando de tanto crescer. Assim é uma empresa, se ela mantiver sua ilusão por longo prazo, há a probabilidade é de se vnha materializar, tornando a empresa uma China no mercado. Se quiser ser uma Brasil, a empresa estará sempre delirando e o empresário é claro se transformando em um psicótico mercadológico.

Sunday, July 01, 2007

FRACASSO EMPRESARIAL BASEADO NO CONTRA-SCRIPT


No entardecer da tela do meu computador, frações de segundo antes de descerrar a noite negra de seu desligamento, uma luz acendeu em minha mente: preciso dar uma resposta para os questionamentos sobre a importância das pessoas conhecerem o contra-script. Ocorre que, esse assunto que estava inserido e, pouco comentado, no último blog, necessitava de maiores esclarecimentos. Infelizmente, milhões de empresas fracassam por não perceberem quando ingressam no contra-script e por não saberem como evitar, acabam tendo conseqüências desastrosas para com seus futuros. Antes de detalhar o contra-script vamos entender o que é o script empresarial.

Script empresarial e suas ações no dia a dia empresarial


Explicar o script empresarial é por demais simples. Todos empresários possuem de forma individualizada seu script pessoal (os mais evoluídos saem de seus scripts, contruindo seus planos de vida). Caso ele, empresário, atue de forma centralizadora, fazendo com que todos os seus colaboradores desenvolvam o que ele venha a pensar e posteriormente agir, a empresa acaba adquirindo e agindo em consonância com os pensamentos scriptuais daquele comando. O script para uma pessoa quer seja empresário ou não, possui dois lados, um bom e outro ruim. O ruim são as mensagens que estão gravadas na mente humana, mas, não lhe pertence e sim, pertence aos desejos da geração anterior. São mensagens que ficaram gravadas indelevelmente em sua mente e, por pertencer a uma geração anterior, nada faz sentido no mundo atual. O lado bom do script são as referências estruturais que nos são passadas, a quais devemos mantê-las para todo o sempre, tais como: ética, disciplina, querer bem, amorosidade, religiosidade, arte, respeito, compromissos, enfim, ações dignas que deve existir nas ações diárias de todo ser humano. O script é bom que se acrescente, pode estar presente na mente humana, mesmo que o responsável por aquelas mensagens já tenha falecido em gerações passadas.

O contra-scritp atuando na empresa e levando-a ao fracasso


Com apenas um exemplo darei toda a característica do contra-script empresarial. Para iniciar o exemplo, mesmo não sendo uma afirmativa científica, destaco: empresas que faliram as quais analisei, estavam com ações baseadas no contra-script, sendo que em sua maioria estavam com o caixa no azul, portanto, sem problemas financeiros. Outra afirmativa: empresas com problemas de caixa são mais resistentes em adentrarem ao contra-script. Bem, vamos exemplo do contra-script. Uma empresa por demais capitalizada começou a ser cooptada para fazer uma usina de processamento de matéria prima. Fomos contratados para fazer um plano de viabilidade. Com o resultado em mãos, apresentamos a presidência ser aquela ação, um negócio viável, necessário, porém, deveria ser realizado com capital advindo de fontes externas, tais como do BNDES. Pela complexidade da construção e o tempo necessário, a empresa deveria contar com um mínimo de carência, que fosse acima de trinta e seis meses. Terminada apresentação o presidente acolheu todos os resultados, mas, utilizou uma mensagem típica de script: “construirei essa usina com meus próprios recursos” Como não conhecia a figura scriptual do presidente, apenas ouvi a frase, recebi os honorários e incluí a empresa em minhas orações, pois, mais cedo ou mais tarde se configuraria o contra-script.

A saga de quem adentra nas densas névoas do contra-script


Passados alguns anos a mesma empresa nos chamou para um trabalho de recuperação de capital. Ficamos por lá um ano, apenas para conseguir fazê-la concordatária. Não havia mais nada a realizar. A dívida contraída com a construção da usina, a mudança ocorrida no mercado devido à presença de concorrentes internacionais, deixou a empresa sem saída. Sua dívida era impagável pelos moldes comerciais vigentes naquele momento.
Infelizmente, pela falta de informação técnica, empresários que atuam mentalmente praticando ações baseadas no contra-script, sem perceber levam suas empresas ao fracasso.

Analisando melhor a figura do presidente e sua ação no contra-script


Para entender o contra-script que aparece na situação citada acima, farei algumas análises da figura do presidente e sua atuação enquanto pessoa. Tecnicamente o contra-script são mensagens enviadas pela figura escolhida para ser o modelo de conduta de vida de uma criança. Essa programação são mensagens dos modelos, programadas em certa medida biologicamente, para proporcionar apoio e proteção. Atua em nível de estado de ego de comando interno de cada um de nós. Portanto, enquanto o script controla o destino de vida o contra-script determina o estilo de vida da pessoa. Aquele presidente com sua mensagem “construirei com recursos próprios” estava ignorando todos os possíveis caminhos que o projeto sugeria e afirmava nas entrelinhas: “sou competente para pagar meus compromissos”. Quando pessoas estão categóricas em suas afirmativas, sem uma contrapartida científica, realizando ações apenas pela vontade pessoal, comumente estão ingressando no contra-script, ou seja, determinando o estilo de vida “sou competente”.
Concluindo esse artigo. Se diante de fatos científicos, estudos e planejamentos executados pelas pessoas que fazem parte de uma empresa, tomar atitudes baseadas em mensagens de contra-script, podem fazer com que a empresa passe por enormes dificuldades e em alguns casos, venha a fenecer no mercado acirrado das competências.


Em tempo: respondendo a questionamentos de leitores amigos. Será um prazer dar um curso sobre a empresa e a análise transacional como ferramenta de negócios, sem custo algum, para uma seleta platéia de amigos que prestigiam esse blog. Para tanto, basta me escrever e combinaremos.

Thursday, June 21, 2007

MOTIVAÇÃO OVER



Todos aqueles que acompanham meus trabalhos de consultoria desde o pretérito, sabem de minha ojeriza nas questões dos milagres que “consultores” propõem. Sabem também, de minha descrença sobre tudo o que possa ser OVER, no que tange a treinamentos motivacionais. Por que sou contra: não acredito em nada OVER! Não acredito no amor OVER e muito menos em paixão OVER. Em quem trabalha OVER. Em quem proteja seus filhos de forma OVER. Em quem vive de tristeza OVER. Pessoas que ficam alegres OVER. Aqueles que sentem medo de forma OVER. Todos aqueles que por não saber perdoar tem raiva OVER. Enfim, por que essa descrença sobre o OVER? Por saber que o OVER e efêmero. Por ele produzir, como uma droga produz, a sensação de que tudo será solucionado de forma rápida. O OVER é apenas uma leve sensação de que o mundo mudará depois de doses OVER motivacionais, sem a necessidade de muito trabalho e uma disciplina de caserna.

Iniciando o processo de convencimento OVER

Dias desses, estava eu em consultoria, na grandiosa Sampa, e ao terminá-la, percebi que o trânsito estava para lá de OVER. Ao ler em uma placa informativa que, no mesmo hotel que havia realizado meu trabalho, haveria a partir das 18:30, uma palestra sobre motivação grátis: pensei: entre ficar dentro de um carro ouvindo música, agüentando a perda de tempo, farei a opção por assistir a referida palestra. Devido o sorteio que seria realizado, a platéia estava repleta. O palestrante logo no início se mostrou OVER. Iniciou dizendo que todos aqueles que acreditassem em suas palavras e realizassem as tarefas por ele indicadas, teriam seus problemas resolvidos. Afirmando na seqüência: “a vida é por demais simples, nós que a complicamos”. Antes de continuar a retórica, o palestrante colocou um vídeo “daqueles” de melar o coração e fazer rolar lágrimas quentes pelas nossas faces. Mesmo eu conhecendo esse tipo de “tocar-o-coração-do-incauto, fiquei emocionado.

O OVER apresentando problemas

Imediatamente, um senhor aparentando seus sessenta anos, afirmou: “olha moço, em realidade eu tive um problema grande depois de nossa última reunião. E, continuou: “sai emocionado depois de tudo o que o senhor nos falou e percebi o quanto me distanciei de minha querida esposa. Para compensar esse distanciamento, passei em uma floricultura e comprei para ela rosas vermelhas, coisa que não fazia a mais de dez anos. Ao chegar em casa com as flores, ela ao invés de ficar feliz, quis saber o que eu tinha “aprontado”? Percebi então que, não era apenas uma palestra, mas sim, uma seqüência de palestras, afinal, o senhor já estivera por aquele templo OVER. O comandante OVER da reunião não perdeu a oportunidade. Disse para aquele, cujo tiro havia saído pela culatra, para não desanimar e continuar dando flores para a esposa, pois, assim agindo ela acostumaria. Pensei: esse é o melhor caminho para melhorar relacionamentos?

Os perigos das ações OVER

A palestra tocada por grandes emoções terminou no horário aprazado, tendo depois os participantes assumido compromissos de comprarem uma série de produtos para melhoria de suas vidas. Claro que produtos OVER. Milagreiros mesmo. Fiquei a pensar: “será que esse povo está tão carente assim, que não percebe que nada do que foi dito, se utilizado no curto prazo, se transforma em vida OVER. Tinha produtos para acalmar rapidamente ansiedade, para emagrecer, para fazer com que a amada ou o amado, de fato se sentisse amado ou amada. Fiquei até empolgado, mas, nada encontrei que reconduzisse meus lindos fios de cabelo ao lugar, o qual eles deixaram em anos passados. Lembrei-me de outra palestra OVER que levou em grande amigo a repensar sua própria vida. Ele para se transformar em um empresário de sucesso, havia trabalhado OVER e, tendo naquele momento da vida, muito dinheiro e muita angustia, de nada ter realizado para si mesmo, quis fazer um resgate interno. Como não mais lhe faltava dinheiro, comprou o que sempre desejara na juventude: uma linda e potente motocicleta. Feliz ficara por aquela palestra OVER ter-lhe aberto os olhos e muito mais feliz com seu perigoso brinquedo novo. Como analista transacional, percebi depois do acidente que ele teve, deixando-o paraplégico, que em realidade ele embarcara inconscientemente no contra-script. Infelizmente, muitas dessas palestras OVER, levam pessoas para seu contra-script (por ser um assunto técnico e longo, se alguém tiver o interesse em saber mais, me escreva). Bem, esse meu amigo hoje em uma cadeira de roda, confirmou a sua angústia: a vida não vale a pena! Essa era a retórica dele antes de assistir a palestra OVER que o levou a uma atitude OVER, que desembocou em uma tarde cinzenta, com nuvens negras, que o deixou estatelado em uma rua dessa vida OVER, sem mais poder sentir suas próprias pernas.

Com o trânsito menos OVER voltei para casa

Deixara aquele hotel com os pensamentos nas galáxias da vida que levo. A noite como um grande tamanduá, dava um abraço apertado no cosmo, fazendo reluzir estrelas que afloravam das profundezas do oceano estelar para sua superfície eternamente azul do céu. Eu estava reduzido a uma partícula atômica em meio aos meus pensares. Não acreditava que pessoas sejam levadas aos momentos OVER e rapidamente acreditarem que a vida se revolva de forma OVER. Meu pensamento voltara na comparativa de dois elementos, os quais Deus ofertou o dom da retórica: eu e aquele cidadão OVER. Enquanto ao terminar a palestra ele foi ovacionado, com pessoas chorando e se abraçando, a minha terminara sem nenhum aplauso, com apenas breves apertos de mãos, nenhuma lágrima derramada no imenso carpete azul claro e o pior, sussurros pelo ar de: como faço para melhorar minha vida no médio e longo prazo? Quantos trabalhos terei que executar para que eu possa de fato vender mais. Quantos livros adequados ao meu setor terão de ser lidos. Quanta disciplina devo possuir até o final de meu tempo na terra, se quiser vencer como vendedor. Caro leitor amigo, quando nada é OVER, há muito trabalho para motivar-se, até porque a própria palavra motivação quer dizer: mover-se!

Wednesday, June 13, 2007

...EM CASA DE FERREIRO O ESPETO DEVE SER DE FERRO!



Caros amigos leitores desse blog. Enquanto o Brasil vive mergulhado no infinito de suas noites tenebrosas pela falta de crescimento, pelas falácias políticas, pelas incoerências das decisões governamentais, a empresa que represento, está cada vez mais convergente aos negócios internacionais. A Estrutura Humana, empresa fundada em 1984, sempre acreditou em duas coisas, tempo e planejamento. Hoje, ela está cada vez mais com os olhos abertos, com suas naus navegando pelas águas calmas do planejamento estratégico de longo prazo e sabendo respeitar o tempo que o navegador necessita para alcançar um porto seguro. E sabedora que é de que ventos favoráveis não sopram por aqui, se preparou para levar a quem tiver interesse, para outros lugares, onde os ventos sopram favoravelmente, podendo dessa forma levar nossas naus para um novo local que nos mostra novos horizontes claros, com raios dourados de sol e céu eternamente azul dos grandes e lucrativos negócios.

Nos libertando das veredas do mau-eterno-brasilis


Sabedores de que o universo que se vive nesse país, não serve como referência para nada, no que se diz respeito às melhorias, ao crescimento, a ética e bons costumes, a Estrutura Humana está a partir desse momento, podendo analisar a nossa natureza fratricida e demonstrar para nós tupiniquins o nosso sofrível espelho. Refletor esse sempre fiel às emoções negativas, ligada as mais íntimas parcerias dos rega-bofes nos poderes vigentes, que vem ao longo de séculos, emanando aquelas vagas de odores fétidos e caminhando sobre os trilhos do mal. Temos que mudar esse status quo, tendo uma visão não mais nacional e sim, podendo demonstrar novos e virtuosos caminhos para todos os que não mais aceitem esse incômodo lugar comum que é constantemente ofertado a nós.

Sempre fomos reduzidos às condições de miseráveis condenados ao desterro dentro de nossa própria Pátria


Chega! Não podemos mais ficar de braços cruzados aceitando todo esse tipo de sistema empresarial, como se ele representasse o universo mundial. A Estrutura Humana a partir desse momento está alongando seus braços para alcançar algo mais elevado. Estamos construindo um novo universo onde as estrelas do sucesso poderão povoar nossas noites empresariais de brilho intenso. Estamos trazendo para os interessados em crescer fora desse pobre e próprio universo brasileiro, raios luminosos de luzes multicoloridas e universais. A Estrutura Humana está trazendo para quem interessar, novas brisas refrescadas pelo aspergir das gotículas marinhas do despertar de um novo tempo, ofertando um amanhã e nos brindando com um carinhoso e caridoso sol, que com duas estrias douradas e quentes, trará para pessoas físicas, jurídicas, associações e todas as entidades de classe, independentemente de seu tamanho e posição social, uma nova forma de enxergar seu próprio mundo. Essa empresa a partir de agora, pode fazer com que interessados em descobrir, como Colombo o fez no Século XV, um novo e vibrante mundo, para depois, ao voltar para o dia-a-dia do sistema empresarial brasileiro, possa ser mais criativo, inventivo e menos agressor e desrespeitoso de si mesmo.

Parcerias internacionais: embarquem nessa nova forma de descoberta


Convido você caro leitor para embarcar nesse novo e prospero navio construído no estaleiro do tempo do longo prazo, com a matéria prima nobre que é o respeito pelo tempo de construção, e agora podendo fazer com assertividade uma viagem para os verdes e esperançosos verdes oceanos das novas idéias e das novas oportunidades que o mundo da Convergência Internacional proporciona. Ao efetuar essa viagem saiba que, jamais terás as mesmas idéias, jamais blasfemará contra esse estado de letargia nacional, jamais apontarás o dedo para os comandos que não nos comandam, pois, agir assim sempre foi e tem sido, pura perda de tempo. Fazendo essa viagem com a Estrutura Humana, você terá um mundo de convergência internacional para descobrir, pensar e ao voltar para nossa Pátria, poderá utilizar desses novos conhecimentos e ter o que o mundo dos negócios tanto almeja: paz e lucros duradouros.
Visite o novo site da Estrutura Humana e veja quantas boas e novas oportunidades estão por lá. http://www.eh.com.br/

Wednesday, May 30, 2007

CONSULTORES FARISEUS:DEIXEM O CRISTO EM PAZ!



Deliciosamente instalado na poltrona de minha existência, fiquei assistindo na tela da minha mente, o findar de mais um dia de trabalho. Para descansar meus neurônios me vi envolvido com todos as constelações que a Internet nos oferta. Nesse universo do nada se aproveita, mas, onde tudo se vê, recebo o aviso da chegada de mais uma mensagem. O carteiro do futuro, ao contrário do carteiro de Neruda, não chega em sua lenta bicicleta, nem estaciona seu coração diante do receptor da mensagem, para dizer-lhe: bom dia! O carteiro subatômico, apenas emite seu bip e nos deixa a mercê de cartas que nem sempre pedimos para receber. Mas, carta é carta! Ela oferece ao receptor toda sorte de curiosidade. Sem precisar utilizar meu, envolto em teias de aranha, abridor metálico de carta, apenas usei o cursor e abri a mensagem.

Era uma mensagem sobre a atuação de Jesus Cristo


Abri a mensagem e percebi se tratar de um vídeo de treinamento, onde um fariseu, meu colega, diante de um público de pessoas de uma empresa fazia sua preleção. Empresas dessas que tem o recurso e não o utiliza adequadamente. Voltando ao fariseu. Ele estava blasfemar sobre a pessoa de Jesus Cristo. Sem saber de fato de Quem falava, aquele fariseu dizia para platéia buscar Nele a inspiração enquanto funcionários. Primeiro disse que Jesus era um funcionário exemplar, por ter recebido uma tarefa de seu “Chefe” e não ter relegado ou mesmo perguntado de que se tratava. Erro do fariseu: o Cristo não tinha “Chefe”. A oferta partiu de seu Pai. Segunda fala do consultor fariseu: que todos que quisessem ser líderes deveriam ser como o Cristo, pois, Ele havia escolhido doze discípulos e retirado deles o que eles tinham de melhor. Outro erro do fariseu. Nem todos foram escolhidos por Jesus, alguns por livre e espontânea vontade, haviam escolhido as palavras de Jesus e diante delas, resolveram caminhar junto a Ele. Incluso o fato de um deles, não ter admitido que o Cristo de fato era a Luz da Bondade Divina na Terra. Aquele mau discípulo queria que Ele pegasse em armas contra os romanos ou ganhasse a vida com Seus poderes tirando dinheiro dos fracos e oprimidos. Ao não conseguir seu intento vende-O por trinta dinheiros.

O público que recebe essas palavras tende a aplausos falsos


O desinfeliz fariseu, apoiado em uma escada de aço, fazia de conta que ascendia ao infinito, falso é claro, como ele. O fariseu parecia um desses falsos pregadores que aparecem depois da meia-noite em telas de televisão, que de novo, em nome do Cristo, prometem exorcizar nossos males para sempre. No mundo dos negócios dos consultores motivacionais, eles prometem brasas que não queimam, mas, provocam motivação. Prometem que ao levarem incautos a subir em árvores, depois dessa “aventura”, terão mais mobilidade nas tomadas de decisões. Sem contar os camelôs que nunca pagaram um tostão de impostos, ensinam como investir em marketing. Ou ainda pior, os consultores que, como pescadores, contam as maiores lorotas sobre si mesmo, que de tanto mentirem, como mitômanos, acreditam que são de fato o que escrevem em seus currículos. O pior ainda não isso. Esses loroteiros, fariseus e assemelhados, em país de marcosvalérios, zuleidos, rogérios e camarilha que atuam no Balcão do Armazém Brasília, em país da impunidade, todos continuam, impunemente, a dar palestras sobre motivação, incluso o barítono Jefferson.

Como é difícil ser consultor NÃO fariseu nesse país da enganação


Outro dia fui inquirido por um cliente que, ao ver um outdoor onde havia um consultor dizendo que daria um curso rápido e que, os participantes ao saírem de seu treinamento, estariam aptos a gerenciarem e fazer suas empresas terem sucesso. Meu cliente perguntou-me: por que você não faz esse tipo de palestra e ganha muito mais dinheiro? Vendo de quem se tratava respondi que não era meu perfil aquele tipo de trabalho. A conversa terminou ali. Mas, tive, em verdade, a vontade de iniciar a resposta pedindo para que ele gravasse bem o rosto daquele consultor do outdoor e depois fosse vê-lo pessoalmente. Aquela foto deveria ter no mínimo vinte anos. Conheço o consultor e a foto. Desde o início da década de oitenta ele fala a mesma coisa e usa a mesma foto. Mas, para que perder meu tempo, se a maioria é assim, vive em um país do atraso e tem público para enganar? Cada empresa contrata o consultor que merece.

Fariseus! Ao menos deixemos Jesus Cristo em paz


Gostaria de fazer um apelo: consultores, aqueles que usam paramentos, outros que em seus recortados ternos armanis e falam em nome do Cristo nunca deixem de falar sobre Ele! Mas, que ao fazerem, recebendo o dinheiro que recebem, que não é pouco, façam como Paulo, doem para os necessitados. Até por que, a instituição do dízimo não foi do Cristo. A idéia foi de seu pior perseguidor, o fariseu Saulo, que depois de tanto mal fazer ao cristianismo, assim como esses consultores o fazem, percebeu que o caminho da fé era de fato a obra do Dele e arrependido virou Paulo. Quem sabe se estes consultores fariseus antes de serem sacrificados pelos recursos humanos, que sabem separar o joio do trigo, se arrependam e morram por Ele.

Wednesday, May 23, 2007

BILL CLINTON, “LULA” DA SILVA E MISTER MAGOO



Estamos por diversos dias em contato direto com um grupo de americanos, por conta de uns trabalhos internacionais que a Estrutura Humana está envolvida. Nos momentos de almoço, fala-se de tudo, menos de trabalho, felizmente. Como não poderia deixar de ser, política assenta-se à mesa e faz presença, na degustação de nosso pene a la putanesca.
Nós brasileiros comentamos uma charge que está navegando Internet afora, a respeito de nosso Lula da Silva, na qual ele é chargeado como Mister Magoo, ou seja, aquele que nada vê, mas, que ao final acaba tudo dando certo. Um dos presentes de origem americana fez então a comparação, entre Lula da Silva e Bill Clinton, pois, seria o Clinton o Magoo deles.

Queria ter o Mister Magoo americano, no Brasil


Ao ouvir a comparação, comentei que adoraria ter aquele Mister Magoo como nosso mandatário, pois, nas mãos do Magoo americano os Estados Unidos cresceram como nunca haviam crescido, desde a Era Reagan. Sem contar que, ninguém seqüestrou empresas americanas, cortou fornecimento de nada e muito menos aumentou preços de produtos, depois de contratos devidamente assinados. Infelizmente, acrescentei, o nosso Maggo, além de nada ver, não fez o Brasil crescer - a não ser a dívida ativa – deixou a corrupção correr solta, inclusive escolhendo novos ministros com manchas negras em seus currículos e o pior: bem, não há pior!

Nosso Magoo distribuidor das bolsas esmolas


Diante de um país cuja palperridade não está presente somente nas questões que envolvem o monetariado brasilis, mas, nas atuações como país em desenvolvimento, acrescento: o Brasil está a cada dia que passa mais pobre quando comparado os nossos concorrentes diretos: Índia, China e Rússia. Esse governo vem propagando que está colocando mais e mais estudantes nas universidades. Que suas bolsas misérias estão deslocando a massa abaixo da linha da pobreza, para acima dessa mesma linha. Que em futuro próximo todos aqueles que não tinham a oportunidade de estar inserido no mundo acadêmico e no da Internet, estarão fazendo parte desses dois necessários mundos.

Que maravilha de discurso do nosso Mister Maggo


Ele acredita tanto nessa sua competência de estadista que, devido a Lei, não teria coragem de se candidatar a reeeeeeeeleição em 2010 (palavras dele). Claro que novamente seria eleito, afinal, nosso Magoo está acostumando pessoas simples, que nada tinham, a viverem com migalhas. Esquece ele dos ensinamentos do Cristo e outros Avatares, que sempre propagaram que todos lideres devem ensinar seus liderados a pescar e não, ficar o tempo todo oferecendo o peixe. Dar o peixe cria a indolência, a preguiça, voltando ter o Brasil o que teve nos anos da correção monetária: pessoas acostumadas à vadiagem, pessoas estas, que pertenciam da classe média para cima, nada produziam, por terem seus ganhos protegidos pelas violentas correções do dinheiro todas as noites. Nosso Mister está acostumando agora a classe paupérrima a nada produzir, a não ser esperar a esmola mensal.

O que faltará no futuro


Muito bem Mister Magoo nacional! Auguro que sua campanha de popularização das esmolas, da inserção a universitária e outras benesses ofertadas, com o dinheiro arrancado pelos aviltados impostos, retirados de todos que os pagam, continue firme e forte, mas, aqui vão dois avisos:
1. Quem nada ganha, se recebe 30 dinheiros, acha maravilhoso, mas, tempos depois acabará achando esses 30 pouco e se não for aumentado, se revoltará.
2. Quem não tinha chances de inserção universitária, ao chegar lá, acha algo esplendoroso, mas, depois de formado, na seqüência de sua vida, vai exigir do nosso Magoo no mínimo um emprego digno.
Como crítico contumaz desse governo, espero que ele esteja pensando nesses dois graves problemas que ele mesmo criou e devido sua “visão” de estadista esteja pensando em como corrigir. Bem, ele convidou o Mangabeira Uber, para dar a ele a visão de futuro. Espero.